Área do associado

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Clipping do dia 19 de abril

19.4.2011
CLIPPING
19 Abril 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Crime organizado em SC
 
REFÉNS DO MEDO EM SC
Carros incendiados, delegacias e postos da PM atacados a tiros e bombas caseiras. O que mais precisa acontecer para a Secretaria de Segurança Pública admitir que está diante de uma guerra contra o crime organizado em Santa Catarina? A estrutura está sucateada. Falta efetivo. O medo da violência é uma realidade. E o secretário Cesar Grubba silencia.
Hoje à tarde, a partir das 14h, acontece uma reunião para discutir o assunto. Participam os comandos da PM e da Polícia Civil, Inteligência, Diretoria-Geral, Deic, Deap e até o Ministério Público. Na pauta, o avanço do Primeiro Grupo Catarinense (PGC). É urgente a necessidade de uma força-tarefa para enfrentar o problema. Caso contrário, o pior ainda pode acontecer…
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Diário do Leitor
Assunto: Violência nas escolas
                  Escola de Aprendizes-Marinheiros de Santa Catarina
 
 
Violência
Sou professor na Escola de Educação Básica Vicente Silveira em Palhoça, no Bairro Passa Vinte. Estou estarrecido pelos últimos acontecimentos na nossa escola, pois a violência está crescendo assustadoramente. Haja visto, o que aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, em Realengo. Precisamos, urgentemente, de segurança nas escolas.
José Batista da Rosa
Por e-mail
 
Violência
Atos de brutalidade e selvageria como o ocorrido em uma escola do Rio vêm mostrar que a violência está tomando conta de nossa sociedade, de nossas escolas. A falta de estrutura familiar é, sem dúvida, um dos principais fatores que contribui para o aumento excessivo da violência, hoje, no país. Por outro lado, não se vê, por parte do governo, métodos eficientes nem vontade política suficiente para proteção da integridade das pessoas. Investir maciçamente em educação (mais escolas, bibliotecas, leitura, etc), onde teríamos pessoas mais conscientes, críticas, e a consequente diminuição da violência, seria ótimo.
Eduardo Tagliapietra
Videira
 
Marinha
A Escola de Aprendizes-Marinheiros de Santa Catarina (EAMSC), em resposta às cartas enviadas ao Diário Catarinense, reporta-se à comunidade da região continental de Florianópolis com o compromisso de envidar esforços para captar recursos e parceiros em prol da reforma da calçada em frente às suas instalações e para diminuir o prazo entre as manutenções nos terrenos próximos ao Estádio Orlando Scarpelli e à Escola Irineu Bornhausen. Como forma de estreitarmos os laços com a comunidade, a escola disponibiliza o seguinte e-mail para contatos, sugestões, reclamações e/ou informações: 011@eamsc.mar.mil.br
Tenente Gisele
Por e-mail
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Editoriais
Assunto: Trânsito
 
Paz no trânsito
Os feriadões costumam ser especialmente trágicos no trânsito catarinense. Assim comprovam as estatísticas sobre acidentes, mortos e feridos pela selvageria do asfalto durante esses períodos, quando recrudesce o movimento nas estradas. Na antevéspera de mais um feriado prolongado da Páscoa, impõe-se um apelo aos condutores de veículos para que redobrem a atenção em seus deslocamentos, que tenham um comportamento cidadão, não transgridam as leis e regulamentos do trânsito, enfim, para que zelem pela vida, a própria e a de seus semelhantes.
A Páscoa evoca renovação. Celebra a vida, a esperança e a paz. A paz no trânsito também. No entanto, os números relativos às mortes e mutilações em acidentes de trânsito ocorridos em anos recentes no Estado, durante esse feriado prolongado, têm sido assustadores. E cada um deles fala-nos de dolorosas tragédias humanas e familiares. Na tentativa de evitar mais um feriadão trágico no trânsito de Santa Catarina, este ano, a Polícia Rodoviária Federal promove a campanha “Acenda os faróis, dê uma luz para a vida”. A oportuna iniciativa estimula os motoristas a adotarem, nas estradas, medidas simples, como manter acesos os faróis dos veículos, mesmo durante o dia, que podem fazer a diferença entre a vida e a morte.
Um alento: pela primeira vez neste ano, as rodovias federais que atravessam o território catarinense não registraram mortes durante o final de semana, conforme os registros efetuados até as 23h de domingo. A paz no trânsito é possível, sim. A esmagadora maioria dos acidentes deve-se ao “fator humano” – imprudência e irresponsabilidade. Renova-se o apelo aos que vão pôr o pé na estrada nesta Páscoa: na festa da celebração da vida, cuidem de suas vidas e das vidas e integridade de seus semelhantes.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Mais 202 policiais civis em SC
Mais 202 policiais. E ainda faltam pelo menos 3 mil
Norte é o que mais receberá agentes. Escolha das cidades levou em conta necessidades das regiões
A segurança pública de SC conta com mais 202 policiais civis desde a noite de ontem, após uma formatura, em Florianópolis. Mesmo assim, falta gente para trabalhar, reconhece o comando da Polícia Civil.
Sozinha, a cidade de Joinville recebeu 12% desses novos servidores – 19 agentes, três escrivães e três delegados. Número de habitantes por policial em cada região e as situações emergencias foram os critérios usados na distribuição.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o maior município do Estado foi mais contemplado porque desde o fim de 2011 tem três delegacias novas que geram despesas, mas ainda não estão em funcionamento por falta de efetivo.
Entre os 202 formados, estão 68 delegados, 28 escrivães e 106 agentes. A capital catarinense é a segunda cidade que mais ganhou novos policiais, com 16 servidores. Por causa do alto número de homicídios, 19 só em 2011, Palhoça, na Grande Florianópolis, também entrou nas prioridades da secretaria e obteve cinco agentes, um escrivão e três delegados.
Blumenau e Criciúma, cidades com grande densidade populacional, ficaram com apenas um policial. Lages, o maior município da Serra Catarinense, não foi contemplada.
– Atualmente, são 392 unidades policiais no Estado. Várias vão ficar sem reforço. Como a defasagem é grande, escolhemos aqueles regiões que estão piores – justificou Aldo Pinheiro D’Ávila, delegado-geral da Polícia Civil de SC.
De acordo com D’Ávila, o Estado tem 3.043 policiais civis, incluindo os formados ontem. O ideal seria 5.997, reconhece ele. Ou seja, há uma defasagem de cerca de 3 mil policiais.
– Essa perfeição é inalcançável no curto prazo. Pretendemos, nos próximos quatro anos, formar mais 1,2 mil. Isso para repor aqueles que se aposentarão nesse período e tentar aumentar o efetivo – ressaltou.
Esses 202 novos policiais são da última turma do concurso aplicado em 2008. Até o fim de ano, a SSP espera contar com mais 200, entre agentes, escrivães e psicólogos.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Tiros na Delegacia de Coqueiros, em Florianópolis
 
Tiros afrontam a polícia
Vidros partidos, marcas de tiro na parede interna, na lateral de um computador e até na sala do delegado.
Ocenário na 4ª Delegacia de Polícia de Coqueiros, na Capital, reflete a situação de insegurança que a própria polícia está vivendo diante do crime organizado.
Esse foi o terceiro ataque contra delegacias e postos policiais apenas esse mês, em Florianópolis. A polícia investiga se há ligação entre os casos.
Na madrugada de ontem, dois policiais faziam o plantão. Por volta da 0h40min, um deles saiu para preparar café quando uma série de tiros explodiu a janela. O outro plantonista só teve tempo de se atirar ao chão enquanto os disparos passavam por sobre sua cabeça. Um disparo atingiu exatamente o lugar onde ele estava instantes antes de se abaixar. Foram oito tiros de uma pistola calibre 380.
– Em 40 anos de polícia, eu não acreditei que fosse viver para ver alguém atacar uma delegacia de polícia. Essa ação covarde foi uma resposta às prisões que temos efetuado e às apreensões de armas, carros e drogas – avalia o delegado responsável pela DP, Ilson da Silva.
Uma das linhas de investigação está baseada em suposta ordem por parte do Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Desde a semana passada, havia um alerta interno entre os policiais sobre um eventual atentado.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Deic apreende maconha em caminhonete
 
Deic apreende maconha em caminhonete
Cerca de 200 quilos de maconha foram apreendidos na Grande Florianópolis no final de semana.
A droga era transportada por um casal que vinha de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, com destino a Florianópolis. De acordo com a polícia, a droga seria comercializada para as festas de Páscoa.
A apreensão foi feita pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).
A polícia seguiu a caminhonete Desert do casal desde Ponta Porã, quando já estava carregada com os entorpecentes.
Na tarde de sábado, perto de Florianópolis, na BR-101, a caminhonete foi interceptada pela polícia.
De acordo com o diretor da Deic, Cláudio Monteiro, o casal logo se entregou e confessou a posse da droga.
– Já estávamos investigando este caso há duas semanas. Na BR-101 fechamos o carro. O casal assumiu a droga e não resistiu à prisão.
Carlos Ribeiro Freitas e a mulher, Florinda Gonçalves, são paranaenses, mas moram em Florianópolis há alguns anos. O casal não quis se manifestar sobre o caso.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Farra do boi
 
Polícia Militar de Santa Catarina intensifica ações contra a farra do boi durante a Semana Santa
Neste ano, 10 pessoas já foram presas na Grande Florianópolis por participarem da farra
A Semana Santa começou neste domingo e com ela, o período mais crítico da farra do boi. Por isso, nos próximos dias, a Polícia Militar (PM) vai intensificar ações de fiscalização e combate a prática. A instituição conta com denúncias da comunidade para evitar as crueldades cometidas contra os animais em Santa Catarina.
Neste ano, a PM prendeu 10 pessoas por participarem da farra, apreendeu 24 bois e teve sete confrontos com farristas. Em 2010, foram 25 presos, 60 animais recolhidos e oito embates com adeptos da prática.
A farra do boi é considerada crime ambiental e quem a pratica pode pegar de três meses a um ano de reclusão. Mas a penalidade não tem assustado os praticantes, e os números, embora tenham diminuído em relação ao ano anterior, ainda são considerados altos.
— Infelizmente na Semana Santa temos mais ocorrências. Por isso, contamos com o apoio da comunidade, para que denunciem e não acompanhem as farras — comenta a Major Edenice Fraga, da PM de Florianópolis.
As denúncias são responsáveis pela maioria das apreensões e prisões no Estado. No ano passado, a PM da Grande Florianópolis recebeu 302 denúncias. Em 2011, até esta segunda-feira, foram 109. Edenice lembra que o número de ligações não corresponde ao de farras, pois muitas denuncias são referentes a mesma ocorrência.
— Pedimos que as pessoas também denunciem outas ações, como o transporte de bois ou comentários na comunidade.
A PM orienta que as pessoas não vão assistir às farras. Como o número de expectadores nas redondezas é alto, os praticantes acabam se misturando com quem está assistido e a identificação dos infratores pela polícia se torna difícil.
Governador Celso Ramos, Itapema e o bairro Pantanal, em Florianópolis, são onde mais acontecem maus tratos contra os animais.
 
Denuncie
A PM criou um número direto para que a comunidade denuncie a farra do boi. As ligações são anônimas e devem ser feitas para o 0800 48 17 17
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Funcionário tenta estuprar hóspede em hotel
 
Funcionário tenta estuprar hóspede em hotel, no Centro de Florianópolis
Suspeito, que foi preso, entrou no quarto da mulher e a atacou
Uma comissária de bordo da TAM foi atacada por um funcionário do hotel onde estava hospedada no Centro de Florianópolis, na madrugada desta segunda-feira.
Segundo relatos da vítima, o funcionário bateu na porta do quarto alegando que precisava completar a ficha de hospedagem. Ao abrir a porta, a comissária foi atacada pelo homem, que tentou estuprá-la.
Depois de lutar com o agressor, a mulher conseguiu correr e gritar. Uma colega de empresa, que estava no quarto ao lado, ouviu o barulho e chamou a polícia.
João Lima Neto, de 48 anos, foi preso por tentativa de estupro e levado a uma unidade do Deap. Ele é natural de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e tem antecedentes criminais por estelionato.
A gerência da TAM proibiu a comissária de dar entrevistas. Ela mora em Guarulhos, em São Paulo, e volta à cidade nesta segunda-feira.
A gerência do hotel também não se manifestou.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Princípio de rebelião no CIP
 
Princípio de rebelião no CIP, em Joinville, mobiliza Polícia Militar
Fato ocorreu na noite de domingo
A Polícia Militar foi chamada para conter um princípio de rebelião no Centro de Internamento Provisório (CIP) de Joinville, na noite de domingo.
Conforme a PM, os adolescentes estavam batendo nas grades das celas e gritando muito. Para contê-los, os policiais os colocaram para fora para fazer uma revista.
A PM informou que foram identificados os adolescentes que iniciaram o tumulto e, segundo eles, o grupo queria mais atenção e diálogo com os funcionários do CIP.
A escrivã de plantão do Ministério Público foi informada dos fatos, mas ninguém foi encontrado nesta manhã para falar sobre o assunto. O coordenador do centro preferiu não se manifestar.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Disputa do comando do PSDB catarinense
 
 
Day after
Em política, um dia inteiro e suas 24 horas são suficientes para mais de uma reviravolta. Mas, ao que tudo indica, o PSDB catarinense vai chegar à quarta-feira decisiva para a disputa do comando do partido entre o ex-governador Leonel Pavan e o deputado estadual Marcos Vieira da mesma forma que terminou a convenção estadual no domingo: rachado e sem conseguir responder como se construiu tamanho impasse.
A segunda-feira começou e terminou com Marcos Viera confiante e Leonel Pavan admitindo ceder, desde que não fosse para o deputado. A impressão era de que o ex-governador já havia perdido a eleição, mas que ainda tentava fazer com que o adversário também fosse derrotado. No início da tarde, anunciou que poderia respaldar o senador Paulo Bauer em nome de um consenso. Ou seja, se Vieira também aceitasse sair do páreo.
Na última cartada para neutralizá-lo, Pavan apelou para a nacionalização do debate. Diz ter recebido, na manhã de ontem, uma ligação do presidente nacional do partido, o deputado federal Sérgio Guerra. Em nome de José Serra e Aécio Neves, ele teria dito que se fosse para abrir mão da disputa, Pavan teria que fazê-lo por uma candidatura do senador Paulo Bauer. O motivo: a necessidade de um nome de trânsito nacional no comando estadual no momento em que se discute a reforma política.
Vitaminada pelos apoios dos deputados federais Jorginho Mello e Marco Tebaldi, secretário da Educação, a candidatura de Marcos Vieira ganhou corpo suficiente para que ele esnobasse todas as alternativas colocadas na mesa por Pavan. Ser vice, assumir metade do mandato, ser candidato a presidente na próxima eleição com o apoio do ex-governador. Rechaçou todas as propostas. Marcos Vieira sente que seu momento é agora e não aceita nada menos do que tudo.
Até ontem, rejeitava com veemência a possibilidade de abrir para um terceiro nome. Dizia que se Pavan cedesse a vaga, disputaria com quem a herdasse. Para Vieira, um nome que se apresente agora terá caráter oportunista. Alega que ninguém teve coragem de enfrentar a liderança do ex-governador e que não pode desistir agora que está tão perto da vitória. Nos bastidores, a brincadeira era de que ele não abriria mão da candidatura nem em favor do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do PSDB nacional.
Para Pavan, a postura do deputado estadual indica que ele almeja apenas a visibilidade proporcionada pelo alcance midiático do impasse tucano. Traduzindo: quer aparecer. Quem ouvir de ambos a narrativa do que aconteceu domingo, ouvirá relatos semelhantes, embora contraditórios. Pavan e Vieira garantem que tinham votos para vencer a disputa pela presidência do partido e que a votação deveria ter sido feita aquela hora.
A inutilidade do adiamento talvez seja hoje o único consenso entre os tucanos. O nome do futuro presidente do partido, certamente que não. Hoje, Marcos Vieira é o virtual eleito. Mas os tucanos tem em Fernando Henrique uma boa referência sobre o que acontece com quem senta na cadeira antes da hora.
 
 
COMPARAÇÃO
Ao lançar mão da tese nacional para derrubar Marcos Vieira, o ex-governador Leonel Pavan não esconde uma mágoa antiga. Diz que foi a pedido da direção nacional que o PSDB catarinense aceitou respaldar a candidatura de Raimundo Colombo (DEM) ao governo do Estado em 2010, alvejando a pretensão do próprio Pavan de concorrer à reeleição. A pergunta é objetiva: cederam à direção nacional ano passado, o que mudou para não cederem agora?
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Veículo: Jornal de Santa Catarina
Editoria: Geral
Assunto: Acidente de lancha em Balneário Camboriú
 
Capitania divulga resultado de inquérito sobre acidente de lancha em Balneário Camboriú
Uma das passageiras, uma menina de 11 anos, ficou gravemente ferida
A Delegacia da Capitania dos Portos, em Itajaí, deve divulgar nesta terça-feira o resultado do inquérito que investiga o acidente entre uma lancha e um banana boat, ocorrido dia 5 de março deste ano, em Balneário Camboriú.
Com a batida, Tamara Dallafavera, 11 anos, que estava a bordo do brinquedo, teve ferimentos graves, passou 21 dias internada no Hospital Santa Inês e correu risco de ter uma das pernas amputadas.
O delegado da Capitania, Alexandre Malízia Alves, informou sexta-feira que havia concluído a investigação. Foram ouvidos, além dos pilotos das duas embarcações envolvidas, pessoas que ajudaram no resgate à menina e outras que presenciaram o fato. Alves confirmou que responsável pelo acidente já foi identificado, mas prefere manter em sigilo por enquanto.
Antes de encaminhar o relatório do caso ao Tribunal Marítimo, no Rio de Janeiro, para que sejam determinadas as possíveis punições, ele dará 15 dias para que o culpado apresente a defesa.
A turista de Viamão (RS), única ferida no acidente, se recupera junto aos parentes no Litoral catarinense e ainda aguarda autorização médica para voltar ao Rio Grande do Sul.
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Veículo: Portal AN
Editoria: Geral
Assunto: Prédio da Escola Celso Ramos será transformado em creche
 
Depois de polêmica, prédio da Escola Celso Ramos será transformado em creche em Florianópolis
Espaço foi doado para acomodar setores administrativos mas comunidade protestou
O prédio da Escola Estadual Celso Ramos, na Prainha, Centro de Florianópolis, vai ser transformado em creche. O presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merísio (DEM), atendeu à solicitação da comunidade e, nesta segunda-feira, voltou atrás na decisão de usar o espaço para acomodar setores administrativos.
Nesta terça-feira, o presidente deve revogar odecreto de doação do terreno, feito pelo governador Raimundo Colombo.
Na tarde desta segunda-feira, lideranças das comunidades da Mariquinha, Queimada, Mocotó, Jagatá e Bode reuniram-se com Merísio, em um encontro reservado, no gabinete da Presidência. O secretário de Educação de Florianópolis, Rodolfo Pinto da Luz, e o vereador Renato Geske (PR), que acompanhavam a comitiva, foram impedidos de participar da reunião.
No encontro, Merísio apresentou duas propostas aos líderes. A primeira era repassar R$ 8 milhões (valor do imóvel) à comunidade, para a construção de creches e centros de esporte, e permitir o uso do espaço para abrigar uma creche, até que as obras do novo centro educacional fossem concluídas. A outra, seria a revogação imediata do decreto. Eles teriam até o dia 28 de abril para tomar a decisão.
Mas, assim que o presidente da Assembleia deixou o encontro, Rodolfo Pinto da Luz aproveitou para falar com os líderes comunitários e comprometer-se, em nome da prefeitura, a reformar o prédio. Os líderes resolveram, então, ficar com o imóvel.
— Nossa decisão foi ficar com o prédio. Mas queremos a contrapartida do governo do Estado para que seja construído um Centro Esportivo, no Bairro Prainha — disse o líder comunitário do Mocotó, Carlos Henrique Bittencourt.
Pinto da Luz garantiu garantiu que a prefeitura fará duas reformas na creche e que há dinheiro em caixa para a obra.
— Assim que o Estado transferir o terreno para a prefeitura, em 15 dias vamos adequar a estrutura para uma creche. Imediatamente, as 115 crianças da creche Santa Terezinha serão transferidas para o local. Em um segundo momento, vamos fazer uma reforma completa para que o espaço atenda 500 crianças — comprometeu-se o secretário.
Bittencourt reivindica também que a reforma total seja concluída até o final do ano.
 
 
BLOGS
 
Cláudio Prisco
 
Monitoramento
A Polícia Federal voltou a acompanhar os passos de controvertido empresário catarinense, ligado a setores políticos da Capital.
 
 
PSDB busca consenso
Leonel Pavan pode anunciar hoje a desistência de concorrer a um novo mandato na presidência do PSDB de Santa Catarina. Embora tenha reiterado ontem sua disposição de suceder o ex-governador no comando partidário, o deputado Marcos Vieira será pressionado a retribuir o gesto de Pavan, assegurando assim uma solução consensual.
Inteirado dos acontecimentos, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, poderá entrar no circuito para evitar uma racha na sigla. O senador Paulo Bauer e o prefeito Beto Martins (Imbituba) são os nomes naturais para uma transição pacífica e sem traumas.
Leonel Pavan e Marcos Vieira não tem isoladamente maioria para se eleger entre os 105 membros do diretório regional. O papel da bancada federal e dos prefeitos é determinante.
Leonel Pavan pode anunciar hoje a desistência de concorrer a um novo mandato na presidência do PSDB de Santa Catarina. Embora tenha reiterado ontem sua disposição de suceder o ex-governador no comando partidário, o deputado Marcos Vieira será pressionado a retribuir o gesto de Pavan, assegurando assim uma solução consensual.
Inteirado dos acontecimentos, o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, poderá entrar no circuito para evitar uma racha na sigla. O senador Paulo Bauer e o prefeito Beto Martins (Imbituba) são os nomes naturais para uma transição pacífica e sem traumas.
Leonel Pavan e Marcos Vieira não tem isoladamente maioria para se eleger entre os 105 membros do diretório regional. O papel da bancada federal e dos prefeitos é determinante.
 
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
 
Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Geral
Assunto: Policiais e agentes penitenciários fazem greve no Piauí
 
Policiais e agentes penitenciários fazem greve no Piauí
Servidores cobram aumento salarial de cerca de 24%; paralisação é por tempo indeterminado
Os policiais civis e agentes penitenciários do Piauí deflagraram greve por tempo indeterminado cobrando aumento salarial da ordem de 24%. A paralisação foi iniciada na sexta-feira e hoje, conforme dados do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Piauí, pelo menos 90% dos policiais e agentes penitenciários aderiram à paralisação.
Com a greve dos policiais, apenas crimes sexuais, contra a vida, contra crianças e idosos e os enquadrados na “Lei Maria da Penha”, estão sendo registrados no Estado. As delegacias também não estão recebendo presos e os agentes penitenciários não autorizam a visita e transferência de presos.
Segundo informações do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí, o governo do Estado não cumpriu um acordo realizado no ano passado após convenção coletiva de trabalho. Pelo acordo, o governo se comprometeria a pagar 24% de aumento em 2011. Agora, o poder executivo piauiense quer conceder esse reajuste de forma gradual nos próximos 18 meses. Os agentes penitenciários também aproveitaram o movimento para pedir isonomia salarial com os policiais civis.
Neste final de semana, em função da greve dos policiais, algumas pessoas não puderam registrar crimes de menor poder ofensivo, como furtos e perda de documentos. Pelos dados do Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Piauí, um policial civil ganha, inicialmente, R$ 1.900. No final de carreira, seu salário chega a R$ 2.772. Existem hoje 1.283 policiais civis no Estado.
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Veículo: Agência Estado
Editoria: Geral
Assunto: Governo anuncia criação de rede para recolhimento de armas
 
Governo anuncia criação de rede para recolhimento de armas
Cada usuário poderá receber entre R$ 100 e R$ 300 por arma devolvida, que será destruída na frente de quem a entregar
O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, anunciou hoje a criação de uma rede nacional para o recolhimento de armas de fogo no Brasil. A rede será implementada a partir do dia 6 de maio, mesma data do lançamento da Campanha do Desarmamento, e tem o objetivo de reduzir a violência e a criminalidade no País.
Haverá postos cadastrados para o recebimento das armas, sejam elas registradas ou não. A ideia é que o recolhimento seja feito pelas polícias civil, militar, federal e guardas municipais, além de ONGs e igrejas, e que o serviço esteja presente em todo o território nacional.
Segundo Barreto, a arma será destruída na frente de quem a entregar, mas o método ainda não foi definido. A intenção é garantir que o objeto não volta às ruas.
Cada usuário poderá receber entre R$ 100 e R$ 300 por arma devolvida. Cerca de 10 milhões de reais serão destinados à iniciativa. A campanha não tem prazo para terminar e o esforço de criação da rede e recolhimento das armas será mantido durante todo o ano.
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Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Policiais baianos criticam UPP de Jaques Wagner
 
Policiais baianos criticam UPP de Jaques Wagner
PMs que atuam na ocupação de favela dizem dormir no chão e receber comida estragada
Policiais militares que atuam na ocupação da favela do Calabar, em Salvador, etapa prévia à implantação de uma base comunitária de segurança na área, afirmam que estão trabalhando sob más condições no local e dizem que há exploração política da iniciativa pelo governo Jaques Wagner (PT).
Policiais do Batalhão de Choque, que trabalham em regime de 12 horas no local, dizem que recebem comida estragada, dormem no chão e que o governo busca omitir confrontos que ainda ocorrem com traficantes na favela.
“É certeza: o tráfico continua acontecendo e ficamos engessados, porque é uma operação totalmente política. Não querem que a gente vá atrás desses casos, porque estão se vangloriando que a ocupação ocorreu sem um tiro”, afirmou nesta segunda-feira (18) ao iG um policial que pediu para não ser identificado.
A base comunitária de segurança, a chamada UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) baiana, é a principal aposta da gestão Jaques Wagner (PT) para reverter o aumento da violência em Salvador e na Bahia. Diante do desgaste político causado pela criminalidade, o governo baiano trocou a cúpula da segurança pública em 2011 e reforçou a divulgação de ações no setor.
O “laboratório” escolhido para a primeira base é a favela do Calabar, área de 20 mil habitantes cercada por bairros nobres e dominada até então por traficantes rivais. No último dia 29 de março, policiais civis e militares ocuparam a favela como preparação para a instalação da base, prevista para o final deste mês.
No último dia 12, um e-mail encaminhado à Aspra (Associação dos Policiais Militares e Bombeiros da Bahia) por policiais sediados no Calabar apontou “condições subumanas” de trabalho no local.
“O almoço todos os dias chega azedo, o pessoal do (turno) noturno não tem refeição a não ser as sobras azedas do almoço, sem contar as péssimas instalações em que ficamos. Só tem cadeiras de escola para sentarmos durante o descanso, o pessoal da noite dorme no chão, em cima de papelão. […]Lixo e entulho por todos os lados, poeira”, diz trecho do e-mail.
A mensagem diz ainda que “enquanto isso o governador, secretario da SSP (secretaria da Segurança Pública), cmt geral (comandante geral da PM) e cmt do choque (comandante do Batalhão de Choque) só se promovendo, e a sociedade e a mídia sem conhecimento do absurdo que está acontecendo conosco”.
O presidente da Aspra, soldado Marco Prisco, disse que os PMs estão “sofrendo” no local e afirmou ter encaminhado as denúncias ao Ministério Público.
Nesta segunda (18), um policial que trabalha no Calabar disse que a qualidade da alimentação fornecida aos PMs melhorou desde a semana passada, após a divulgação das denúncias pela Aspra. Disse, contudo, que as condições de descanso continuam ruins e que a aproximação com a comunidade ainda é difícil.
“A população de lá é muito ligada ao tráfico. Olham para a gente com cara feia, porque eles tinham apoio dos traficantes, que estão manipulando as pessoas contra a gente”, afirmou.
Segundo o policial, as “poucas pessoas” que chegam para falar com os PMs relatam que o tráfico de drogas continua ativo no local, embora não como antes. “Ficamos fixos em três pontos e a droga sai por outros becos. Não temos como abordar todos que entram e saem”, disse.
O policial relatou ainda um caso de tiroteio na última sexta-feira (15) com um homem que fugiu após reagir à chegada de uma guarnição da PM. “O comandante ligou para saber se o bandido estava baleado, não perguntou se tinha policial ferido. A primeira preocupação deles é que venha à tona que o local não está pacificado. Não está pacificado, está ocupado”, afirmou.
 
Outro lado
A reportagem procurou a Secretaria da Segurança Pública para um posicionamento diante das críticas de PMs envolvidos no projeto das bases comunitárias. A assessoria da pasta informou que a Polícia Militar comentaria o assunto e forneceu o contato de um assessor, que não foi localizado pela reportagem até as 16h desta segunda (18). A reportagem fez novo contato com a secretaria e aguarda resposta.
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Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Policiais baianos criticam UPP de Jaques Wagner
 
Alegria e receio marcam retorno das atividades na Tasso da Silveira
“Tudo mudou. Agora é uma nova vida”, avalia aluno
Guardas municipais organizam entrada de alunos na Escola Municipal Tasso da Silveira
O retorno das atividades na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, na tarde desta segunda-feira (18), foi marcado por receio e alegria, após o massacre ocorrido no último dia 7.
Ansiosa em rever os amigos, a aluna Tayanara Faria, de 14 anos, disse estar muito feliz pelo retorno do dia-a-dia escolar. Para ela, o ocorrido foi uma tragédia que vai ficar para sempre na memória, mas “a vida tem que continuar”.
“Quando disseram que a escola podia ser fechada, fiquei muito triste. O que aconteceu foi uma fatalidade, mas podia ter acontecido em outro lugar. Temos que encarar a realidade”, lamentou a jovem, que, assim como seus colegas, foi à escola sem mochila, a pedido da direção.
Ao contrário de Tayanara, Danilo Hotz, de 14 anos, mostrou-se mais receoso com o retorno às atividades.
Fica uma sensação de insegurança. Tudo que aconteceu foi muito triste, não tem como esquecer facilmente”, avaliou o adolescente, que perdeu a amiga Géssica Guedes na tragédia. “Já fui da sala dela uma vez. Ela era uma menina muito legal, divertida”, relembrou.
 
 
Nova decoração
As atividades na Escola Municipal Tasso da Silveira duraram aproximadamente 2h30. Cerca de 80 alunos – dos 140 que compõem o nono ano – compareceram e fizeram desenhos variados no muro do pátio e na parede do refeitório da instituição de ensino. A pintura das ilustrações está prevista para começar amanhã, com a presença dos estudantes das demais séries.
“O retorno foi muito bom. Aos poucos, vamos superar a tragédia. Amanhã, estarei de volta”, garantiu Victor Prates, de 14 anos. “Ninguém falou sobre o ocorrido. Isso faz a gente esquecer tudo o que aconteceu”, completou Raíssa Freire.
 
Pais com medo
Se alguns alunos apresentaram um pouco de receio na volta às atividades escolares, o mesmo aconteceu com os pais. Os responsáveis que quiseram puderam entrar e acompanhar o retorno ao lado dos filhos. Foi o caso de Cíntia Evangelista, que foi levar o filho Igor, de 14 anos, à Escola Municipal Tasso da Silveira. Ao entrar na rua onde está a instituição de ensino, o adolescente ficou reticente, com lágrimas nos olhos. Decidido a superar o trauma, ele secou as lágrimas e seguiu em frente.
“No primeiro momento, ele se recusou. Conversei para ver se criava coragem, disse que tinha sido um fato isolado e ele acabou vindo. Mesmo assim, ficamos preocupadas pelo o que aconteceu. Infelizmente, a gente sabe que algo relacionado à violência pode acontecer ao redor da escola, mas, dentro dela, a gente nunca espera”, disse a mãe. “Apresentaram um projeto de modificar a escola para que os estudantes se sintam bem. Se continuar assim tem tudo para dar certo”, completou.
A irmã de Igor também estuda na escola e seu retorno está previsto para amanhã. Yasmin Evangelista, de 11 anos, estava no local no dia do massacre e não quer retornar. Igor, que estava reticente em seu retorno, aprovou o retorno e agora vai incentivar a ida da irmã. “Vou dizer para ela que a tragédia não irá acontecer novamente. Tudo mudou. Agora é uma nova vida”, avaliou.
 
 
Cronograma
Nesta segunda-feira, voltaram apenas os alunos do nono ano. A partir de amanhã, todas as séries terão seu dia-a-dia escolar retomado. Segundo a secretária municipal de Educação, Cláudia Costin, as atividades programadas para a recepção dos estudantes têm como objetivo fazê-los esquecer do ataque do dia 7, quando 12 crianças morreram.
“Essas atividades podem ajudá-los a se sentirem mais seguros. Queremos dar uma sensação de recriação do espaço escolar”, disse Cláudia, que entrou na escola com um coelho de pelúcia nas mãos. “Estamos perto da Páscoa, que significa ressurreição. Vou dar esse coelho para os professores e mostrá-los que essa é a nossa chance de reinventar a escola para que a ressurreição aconteça”, completou a secretária.
De acordo com o diretor da escola, Luís Marduk, as atividades de amanhã serão o grande desafio deste recomeço. “Com todos os alunos presentes, teremos a avaliação se a atividade coletiva programada atende às necessidades deles ou se vamos precisar de algo mais específico”, disse. “Cada passo tem que ser dado com muito cuidado”, finalizou.