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Clipping do dia 16 de novembro

16.11.2011
CLIPPING
16 de novembro 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Operação Veraneio
 
OPERAÇÃO VERANEIO
O secretário de Segurança Pública, César Grubba, recebe amanhã o planejamento de cada uma das instituições – Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e Instituto Geral de Perícias – para a Operação Veraneio 2011-2012, que se inicia dia 17 de dezembro e se estende até março.
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A PM prevê 4 mil homens em todo o litoral. A Polícia Civil atuará em 34 cidades, além de Piratuba e São Carlos (águas termais e parques aquáticos). O Bombeiro Militar, responsável pela fiscalização em 367 quilômetros do litoral, terá um efetivo fixo de 250 salva-vidas e o incremento de 1,1 mil guarda-vidas civis.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Cacau Menezes
Assunto: Governador e servidores
 
Armadilha
O governador Raimundo Colombo pode estar entrando num jequi, armadilha para pegar tatu em que o animal entra e não consegue voltar. Está propondo que todos os servidores do Estado, de todas as categorias, tenham reajuste na mesma época. É a chamada unificação da data-base. O problema é que, se na hora das negociações houver impasse, tudo para. Um verdadeiro jequi
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Moacir Pereira
Assunto: Servidores
 
Servidores: nova era
O governo estadual pode repetir hoje, com o conjunto dos servidores públicos estaduais, os mesmos equívocos cometidos durante a mobilização dos professores da rede pública de ensino. Durante entrevista às 14h15min, o governador dará uma resposta oficial à pacífica e histórica mobilização dos policiais civis por justiça salarial.
 
A depender das decisões, poderá enfrentar reações na estrutura da segurança pública. A Polícia Militar também iniciou movimentação, com uma inédita unidade de ação entre praças e oficiais. É pouco provável que os novos benefícios salariais contemplem policiais civis e militares com as respostas aguardadas há anos. Se os ajustes vierem a satisfazer a estrutura da segurança, o governo pode marcar um belo tento. Caso contrário, arrisca-se a terminar o ano num cenário de adversidades numa área de extrema fragilidade e repercussão em importantes setores da economia, como o turismo.
Um segundo fator poderá complicar as relações entre governo e funcionalismo público: a definição da data-base e os índices de reajuste salarial, marginalizando os deputados que aprovarão os projetos.
Tudo está sendo decidido em “reuniões reservadas”, como informa a Diretoria de Imprensa. Nada vazou sobre os estudos realizados e que culminarão com os novos padrões salariais. Quer dizer: a exemplo do que ocorreu com os professores, negociação real não houve com as entidades classistas.
Uma estratégia que coloca, também, a base aliada na Assembleia Legislativa em vulnerabilidade política. Os deputados governistas serão apenas “comunicados” da decisão durante almoço hoje com o governador. Mesmo que haja sugestões de correção de rumo ou até reações mais fortes, nada será alterado. Não haverá tempo para cálculo de repercussão financeira. Assim, se a proposta frustrar, a conta vai ser paga outra vez pelos deputados da base.
 
 
MUDANÇAS
Pelas informações disponíveis, sabe-se que Raimundo Colombo anunciará a data-base de reajuste dos salários dos servidores. Inicia uma nova era e sepulta a política implantada por Luiz Henrique e vigente nos dois mandatos. Deve comunicar, ainda, que todos os funcionários terão reposição salarial. Mencionam 8%. Os sindicatos do funcionalismo têm pleitos bem diferentes deste número.
Decisões específicas deverão contemplar os policiais civis, que iniciam paralisação das atividades hoje, assim permanecendo até o dia 18 de novembro. Entre as medidas, a de maior impacto deve incorporar os abonos concedidos nos governos Luiz Henrique. Segundo se informa, esta incorporação implicará aumento na despesa em R$ 300 milhões ao ano. Tende a causar impacto. Mas o problema número um na remuneração dos policiais civis e militares continua sendo o pagamento das horas extras. Tem gente na segurança pública, até delegados, com 37 anos de serviço que não se aposenta para não perder as horas extras. Há policiais que penam com problemas de saúde, evitando até cirurgias, para garantia das horas extras. A conferir, ainda, qual a resposta do governador para a compactação na carreira dos policiais civis de oito para quatro níveis.
O governo mudou de rota em pleno voo. O vice Eduardo Moreira conversava com as três entidades dos policiais civis. Cancelou as negociações e transferiu tudo para Colombo.
Se a nova política for bem recebida, o governador fatura. Caso contrário, arrisca-se a sofrer mais desgaste político. E com ele, a base aliada na Assembleia.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Informe Político
Assunto: Política Salarial
 
A palavra final
O governador Raimundo Colombo decidirá, hoje pela manhã, qual das alternativas apresentadas pelos técnicos da Administração e da Fazenda será adotada no que pode ser chamada de nova política salarial do funcionalismo. Uma coisa é certa: a unificação da data-base de todas as categorias será o ponto central do anúncio previsto para hoje, às 14h15min, durante coletiva na Casa dAgronômica. Nas horas que antecederam a entrevista, esteve reunido com o vice-governador Eduardo Pinho Moreira para alinhavar toda a estratégia.
A tecnologia auxiliou os secretários Milton Martini (Administração) e Nelson Serpa (Fazenda), além do procurador-geral do Estado, João dos Passos Martins, a trocarem mensagens, ontem, para finalizar as propostas. Martini disse que o procedimento foi simples: um fazia cálculos, outro revisava e pedia alterações; alguém elaborava textos, outro sugeria novas redações. Tudo à distância.
Até o fechamento da coluna, não havia previsão de um encontro entre os integrantes do grupo gestor, o que incluiria o secretário Derly de Anunciação (Comunicação Social), Colombo e Pinho Moreira. Mas não era descartada uma convocação, que poderia partir do próprio governador, para acertar os últimos detalhes.
A ordem entre os componentes do núcleo duro da administração estadual foi evitar vazamentos à véspera do anúncio. Nem mesmo especulações foram admitidas, tampouco rechaçadas. Nos corredores do poder, sabe-se que um dos alvos mais prováveis é reajustar o vale-alimentação dos servidores públicos estaduais, hoje em R$ 128 por mês, valor ínfimo e não alterado desde a criação do benefício, em 2000, o que justifica o apelido de “vale-coxinha”.
A ação do governo promete ser geral, não focada somente no pleito atual dos funcionários da Polícia Civil, que programaram paralisações a partir de hoje nas delegacias. Se ocorrerem reajustes de valores salariais, algo em torno de 7% ou um pouco maior, aí sim a medida poderá ser restritiva a determinados grupos do funcionalismo. O pepino do governo é ter, neste momento, que conviver com 38 demandas salariais protocoladas pelas diversas categorias servidores. Algo que se mostrou inadministrável.
 
Em contato
Sem antecipar qualquer ponto, o secretário Milton Martini afirmou que o governo tem sido aberto a conversar, na informalidade, com entidades que representam os servidores públicos.
Garante que evita longas tratativas, que chegam a durar 90 dias, e auxilia o governo a captar as maiores necessidades de cada grupo.
 
Policiais
Soluções para os pedidos de policiais civis e militares passam pela chamada tabela verticalizada de reajustes.
Enquanto, na Polícia Civil, o assunto é a compressão dos níveis – os servidores querem de oito para quatro, o governo concordaria de oito para seis –, entre Polícia Militar e Bombeiro Militar o subsídio teria que passar por um cálculo mais complexo, pois a hierarquia aumenta o número de cargos.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Governo anunciará nova proposta
 
Governo anuncia nova proposta
O governador Raimundo Colombo (PSD) anuncia hoje medidas para a política salarial do funcionalismo público do Estado. Ele passou o feriado estudando alternativas junto com o vice-governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB). Há expectativa da apresentação de uma proposta de reajuste unificado para as diversas categorias de servidores.
As simulações de cenários com diferentes reajustes aos servidores foram feitas por técnicos das secretarias da Fazenda e da Administração e apresentadas ao governador pela equipe do chamado Grupo Gestor – integrado pelos secretários Milton Martini (Administração), Nelson Serpa (Fazenda), Derly Anunciação (Comunicação) e pelo procurador-geral do Estado, João dos Passos Martins.
Na tarde de ontem, enquanto Colombo estudava as alternativas a serem apresentadas hoje, a ordem era não adiantar informação antes da coletiva convocada para hoje, às 14h15min, na Casa da Agronômica, quando o governador deverá fazer o anúncio da proposta.
As medidas devem atingir 128 mil funcionários – 87 mil ativos e 41 mil inativos –, de acordo com dados da Secretaria de Administração. Atualmente, cada categoria faz suas reivindicações em separado e há 38 pedidos diferentes de reajuste protocolados na Secretaria. Neste ano, o governo passou por negociações com os professores e só conseguiu entrar em acordo depois de uma greve de 62 dias. Nos últimos dias, o Executivo vem sofrendo pressão dos policiais civis, que também querem melhorias salariais.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Estadual (Sintespe), Antonio Luiz Battisti, durante a gestão de Luiz Henrique da Silveira (PMDB), nos últimos oito anos, nenhuma categoria tinha data-base para apresentar suas reivindicações, e o govenador substituiu a política salarial por uma política de abonos.
– Neste ano, pela primeira vez nos últimos 10 anos, o Sintespe sentou em uma mesa de negociação transparente – afirmou o presidente do sindicato.
Battisti disse que participou de uma reunião com o secretário Martini e ele afirmou que o governador vai encaminhar à Assembleia Legislativa um projeto para estabelecer o mês da data-base. A unificação da data-base para as categorias é mais uma medida que deve ser anunciada hoje pelo governador e, possivelmente, colocada em prática a partir do ano que vem..
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Greve da Polícia Civil
 
 
Começa hoje a greve da Polícia Civil
Os policiais civis dão início hoje a ações pelo Estado em busca de reajuste salarial. Além de atender apenas crimes graves nas delegacias, a categoria anunciou que cerca de 40 servidores poderão entregar cargos comissionados que ocupam.
Outra possibilidade que ganha força para pressionar o governo é um boicote à operação Veraneio, o que pode comprometer a segurança dos turistas na temporada.
A paralisação está prevista para começar hoje e ir até sexta-feira em delegacias de polícia e Ciretrans (órgão de trânsito) do Estado. As lideranças sindicais afirmam que o movimento é pacífico e que a população não sairá prejudicada.
– Estamos trabalhando para que a população não seja afetada com o descaso do governo com a segurança. Mas o problema é que, até agora, não houve conclusão da negociação e ninguém sabe o que ele (governador) pretende – disse o delegado Renato Hendges, presidente da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol).
A Adepol, o Sindicato dos Policiais Civis e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública de SC só negociam diretamente com o governador Raimundo Colombo.
Segundo o presidente da Adepol, não avançaram as tratativas com o delegado-chefe da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila, o secretário de Segurança Pública, César Grubba, e o vice-governador, Eduardo Pinho Moreira. A entrega dos cargos pelos comissionados abrangeria as delegacias regionais e diretorias de polícia.
A Adepol afirma que o impacto salarial na folha com a Polícia Civil, se houver reajuste, será de R$ 16 milhões, e que o Estado pode honrar os valores. O governo ainda não se manifestou, e marcou uma entrevista coletiva para as 14h15min de hoje, na Casa d’Agronômica, na qual divulgará medidas da nova política salarial do funcionalismo público (leia mais sobre a coletiva na página 11).
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Policiais prometem paralisar delegaciais
 
Policiais prometem paralisar delegacias
Agentes dizem que vão manter serviços essenciais e investigar casos graves
De amanhã e até sexta-feira, o atendimento nas delegacias de polícia do Estado poderá ficar comprometido. O motivo é a paralisação prometida por policiais civis.
Eles garantem que não haverá omissão em crimes graves, como homicídios e assaltos, e que vão manter alguns serviços essenciais. Quem precisar registrar ocorrência deve usar a internet.
O anúncio da greve parcial foi feito por três das principais entidades da categoria: a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), o Sindicato dos Policiais Civis de SC (Sinpol) e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública de SC (Sintrasp).
– Pela primeira vez na história, conseguimos unificar as associações das categorias. Vamos ficar em frente às delegacias conversando com a população e, em situações mais graves, não deixaremos de atender – disse o presidente do Sinpol, Pedro Cardoso.
Uma assembleia geral da categoria está marcada para sexta-feira, às 14h, no Golden Hotel, em São José. Pode haver boicote à Operação Veraneio.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) não quis se manifestar ontem. Amanhã à tarde, o governo deve divulgar novas medidas para a política salarial dos servidores. Segundo as entidades, a remuneração está entre as quatro piores do Brasil, e o piso inicial de um agente é de R$ 781,82.
De acordo com o vice-presidente da Adepol, Carlos Diego Araújo, para repor as perdas salariais dos delegados com a inflação nos últimos 13 anos, o reajuste deveria ser de 130%.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Chuva interrompe busca por corpo
 
Chuva interrompe a busca pelo corpo
Trabalhos serão retomados hoje de manhã, com uso de detector de metal
As buscas pelo corpo da aposentada Nezitta Schaeffer, 58 anos, serão retomadas hoje pela manhã, com o auxílio de uma equipe do Instituto Geral de Perícias (IGP), em Biguaçu, na Grande Florianópolis. Ontem, as buscas começaram às 8h30min, mas foram interrompidas às 11h por causa da chuva.
Nezitta Schaeffer teria sido estrangulada em junho deste ano, e seu corpo levado para o Morro da Forquilha, em Alto Biguaçu, limite com o município de Antônio Carlos. O local onde o cadáver foi jogado, apontado pela filha e pelo genro dela, fica no meio da mata fechada.
A equipe do IGP vai usar um detector de metal emprestado pelo Exército para tentar encontrar o corpo. O equipamento facilitaria a localização do cadáver, já que Nezitta teria próteses dentárias de metal, segundo informações da filha, a cabeleireira Danielle Schaeffer, 32 anos.
As buscas começaram no sábado passado, quando o namorado de Danielle, o operador de empilhadeira Valmor João da Costa, 46 anos, foi preso, suspeito de ter matado a sogra e ocultado o cadáver.
Parentes e amigos prestam depoimento hoje à tarde
Hoje, amigos, parentes e conhecidos de Nezitta prestarão depoimento na delegacia de Biguaçu. A polícia quer ouvir as pessoas que podem informar sobre o cotidiano da aposentada e da filha dela.
Principal suspeito de matar Nezitta, Valmor foi transferido ontem da delegacia de polícia de Antônio Carlos para o Presídio de Biguaçu. Segundo o delegado Murilo Coelho, a Justiça decretou prisão preventiva de Valmor.
 
____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Polícia Civil de SC começa paralisação por melhores salários
 
 
Polícia Civil de SC começa paralisação por melhores salários
Sindicatos informam que em 13 anos a categoria perdeu mais de 125% com falta de reajuste
Policiais vão instruir população a fazerem registros pela internet
 A partir desta quarta-feira(16), até sexta(18), todas as Delegacias de Polícias do Estado estarão com o atendimento reduzido. Quem precisar registrar ocorrência será orientado a fazer o procedimento pela internet. O motivo é a mobilização dos policiais civis por aumento salarial. Os atendimentos a crimes graves serão mantidos.
Depois de várias tentativas de negociações com o governo, as três principais entidades ligadas a Polícia Civil, Adepol (Associação dos Delegados de Polícia), Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis) e Sintrasp (Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública) decidiram pela paralisação, em assembleia geral. Uma nova assembleia está marcada para sexta-feira.
As entidades alertam que o salário dos policiais civis de Santa Catarina está entre os quatro piores do Brasil. Segundo o presidente da Adepol, Renato Hendges, as perdas salariais dos delegados nos últimos 13 anos foram de mais de 100%. “O menor índice de reajuste nesse período foi de 125%. Queremos apenas que o governador reponha nossas perdas”, declarou o delegado. Além da reposição salarial, a categoria luta pela redução das classes de carreira. Atualmente são oito e eles pedem a redução para quatro.
Os policiais estarão nas delegacias usando camisetas da campanha por melhores salários, mas não vão fazer atendimento ao público. A orientação é para que a população faça os registros via internet, através da delegacia eletrônica. Somente serão feitos registros nos casos de homicídio, latrocínio, roubo, extorsão mediante sequestro, estupro e pedofilia. O atendimento nos Ciretrans (Circunscrições Regionais de Trânsito) também será reduzido.
As negociações entre Polícia Civil e Governo do Estado começaram há seis meses. Até semana passada o vice-governador conduzia as negociações. “Os técnicos avaliaram nossa proposta, mas depois fomos informados que a negociação tinha sido suspensa”, explicou Hendges. Hoje, o governador Raimundo Colombo anunciará as novas diretrizes de salários para os funcionários públicos.
Nos últimos 27 anos, o contingente da Polícia Civil permaneceu praticamente o mesmo. Hoje são 3.201 agentes, 80 a mais que em 1984. Já a criminalidade neste período cresceu 180%, apontam as entidades ligadas à categoria.
O que vai funcionar nas DPs
-Manutenção dos serviços essenciais, como lavratura de prisão em flagrante delito; cumprimento de ordens judiciais e medidas protetivas de urgência.
-Somente serão feitos registros nos seguintes crimes: homicídio, latrocínio, roubo, extorsão mediante sequestro, estupro e pedofilia; sempre orientando o cidadão a registrar as demais ocorrências pela internet;
-Não serão realizados serviços de atendimento ao público nas CIRETRANS e CITRANS, como vistorias em veículos, exames em processos de habilitação, emissão de documentos veículos e habilitação;
-Não serão emitidos atestados de antecedentes e alvarás de qualquer natureza.
________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Hélio Costa
Assunto: Operação Veraneio
 
Governo já garantiu R$ 32,5 milhões para usar na Operação Veraneio
Nesta quinta-feira, secretário da segurança pública, César Grubba, recebe em seu gabinete o planejamento de cada uma das instituições da SSP
Operação Veraneio
Nesta quinta-feira, o secretário da SSP, César Augusto Grubba recebe em seu gabinete o planejamento de cada uma das instituições do sistema de Segurança Pública (Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e Instituto Geral de Perícias) para a Operação Veraneio 2011/2012 que inicia dia 17 de dezembro e se estende até março. Este ano o Governo do Estado, por meio da SSP, investiu R$ 15 milhões na execução da OV, mais o suporte da área de Turismo que corresponde a R$ 17,5 milhões através dos Programas Forçatur e Salvatur, totalizando R$ 32,5 milhões. A Polícia Militar estará com um efetivo de cerca de quatro mil homens no reforço do policiamento em todo o litoral. A Polícia Civil atuará em 34 cidades do litoral mais os municípios de Piratuba e São Carlos, áreas de águas termais e parques aquáticos. O Bombeiro Militar, responsável pela fiscalização em 367 quilômetros do litoral, terá um efetivo fixo de 250 salva-vidas militares e o incremento de 1,1 mil guarda-vidas civis.
 
 
 
BLOGS
 
 
Moacir Pereira
 
Segurança reequipada
 A Secretaria de Segurança Pública terá um reforço neste fim de ano em 60 milhões de reais de equipamentos e mais 30 milhões na compra de 600 novos veículos. Dados do secretário Cear Grubba no Painel RBS.
 
 
Grubba anuncia nomeações na Segurança
Secretário de Segurança Pública, Cesar Grubba, anunciou para esta semana a nomeação pelo governador Raimundo Colombo de 420 policiais civis concursados. Informou que outros 198 escrivães, também aprovado em concurso público, devem ter homologação nos próximos dias. As nomeaçôes podem sair ainda este ano.
 
Expectativa sobre segurança pública
Pelas informações disponíveis sabe-se que Raimundo Colombo anunciará a data base de reajuste dos salários dos servidores. Inicia uma nova era e sepulta a politica implantada por Luiz Henrique e vigente nos dois mandatos.    Deve comunicar, ainda, que todos os funcionários terão reposição salarial. Mencionam de 8%. Os sindicatos do funcionalismo tem pleitos bem diferentes deste número.
Decisões específicas deverão contemplar os policiais civis, que iniciam paralisação das atividades hoje, assim permanecendo até o dia 18 de novembro.   Entre as medidas, a de maior impacto deve incorporar os abonos concedidos nos governos Luiz Henrique.   Segundo se informa, esta incorporação implicará em aumento na despesa em 300 milhões ao ano. Tende a causar impacto. Mas o problema número um na remuneração dos policiais civis e militares continua sendo o pagamento das horas extras. Tem gente na segurança pública, até delegados, com 37 anos de serviço que não se aposenta para não perder as horas extras.   Há policiais que penam com problemas de saúde, evitando até cirurgias, para garantia das horas extras. A conferir, ainda, qual a resposta do governador para a compactação na carreira dos policiais civis de oito para quatro níveis.
O governo mudou de rota em pleno voo. O vice Eduardo Moreira conversava com as três entidades dos policiais civis. Cancelou as negociações e transferiu tudo para Colombo.
Se a nova política for bem recebida, o governador fatura. Caso contrário, arrisca-se a sofrer mais desgaste politico.   E com ele a base aliada na Assembleia.
 
A nova politica salarial dos servidores
O governo estadual pode repetir hoje, com o conjunto dos servidores públicos estaduais, os mesmos equívocos cometidos durante a mobilização dos professores da rede pública de ensino. Durante entrevista as 14h15, o governador dará uma resposta oficial à pacífica e histórica mobilização dos policiais civis por justiça salarial.
A depender das decisões, poderá enfrentar reações na estrutura da segurança pública. A Policia Militar também iniciou uma movimentação inédita, com uma inédita unidade de ação entre praças e oficiais.   É pouco provável que os novos benefícios salariais contemplem policiais civis e militares com as respostas aguardadas há anos.   Se os ajustes vierem a satisfazer a estrutura da segurança, o governo pode marcar um belo tento. Caso contrário, arrisca-se a terminar o ano num cenário de adversidades, numa área de extrema fragilidade e repercussão em importantes setores da economia, como o turismo.
Um segundo fator poderá complicar as relações entre governo e funcionalismo público: a definição da data base e os índices de reajuste salarial, marginalizando os deputados que aprovarão os projetos.
Tudo está sendo decidido em “reuniões reservadas”, como informa a Diretoria de Imprensa.   Nada vazou sobre os estudos realizados e que culminarão com os novos padrões salariais.   Quer dizer: a exemplo do que ocorreu com os professores, negociação real não houve com as entidades classistas.  
Uma estratégia que coloca, também, a base aliada na Assembléia Legislativa em vulnerabilidade politica.   Os deputados governistas serão apenas “comunicados” da decisão durante almoço hoje como governador.   Mesmo que haja sugestões de correção de rumo ou até reações mais fortes, nada será alterado. Não haverá tempo para cálculo de repercussão financeira.   Assim, se a proposta frustrar, a conta vai ser paga outra vez pelos deputados da base.
 
 
Servidores: questionando a politica salarial
” Caro Moacir Pereira, competente jornalista, muitos são os leitores e colaboradores do “Blog do Moacir”, alguns por se manifestarem são repreendidos, outros perseguidos e punidos profissionalmente, continuo a escrever no Blog pois o tenho como uma caixa de ressonância, um espaço democrático onde de forma responsável as pessoas se manifestam.
É chegada a hora do governo parar com a falácia de unificação e padronização nos reajustes do servidores. No Estado de Santa Catarina existem dois tipos de servidores, os que fazem parte de uma casta privilegiada e o demais, se assim não fosse não haveria tanta desproporcionalidade na remuneração dos dois grupos.
Os anexo que lhe mando são dados oficiais. Contra números não há argumentação que resista.
Portanto, os números abaixo mostram claramente a divisão dos dois grupos, Vossa Senhoria poderá efetuar um estudo e comprovará a realidade. Não se trata de querer saber quem é mais importante para a sociedade catarinense, se um médico, um professor, policial, um auditor, um contador ou delegado. Todos são importantes, mas por que um auditor recebe salários superiores a R$24.000,00 (vinte quatro mil reais) e um policial civil tem o piso de R$ 781,00, e o governo com essa ladainha de querer unificar os reajustes? Como ele vai querer tratar de forma igual os desiguais? Ou será que os servidores da Fazenda, Administração, não são funcionários do executivo estadual?
A disparidade no Estado de Santa Catarina é muito grande, onde o privilégio é de uma minoria de servidores públicos lotados na Secretaria de Estado da Fazenda, na Secretaria de Estado da Administração e na Procuradoria do Estado de Santa Catarina em relação aos demais, principalmente o pessoal da Saúde, Educação e Segurança Pública.
Podemos constar e extrair muita informação a esse respeito dos relatórios de acompanhamento da folha de pagamento do Estado (http://www.sef.sc.gov.br/auditoria/index.php?option=com_content&task=view&id=108&Itemid=119&limit=1&limitstart=2), que demonstram quão arrochados estão os servidores da Saúde, Educação e Segurança Pública.
Na Fazenda é onde estão os servidores apadrinhados por meio de leis inconstitucionais que propiciaram os maiores Trens da Alegria do Estado e onde há gratificação para tudo e para todos, bem gordas e das mais variadas em um só contra-cheque.
Olha um exemplo da informação abaixo extraída de um dos relatórios de acompanhamento da folha do Estado – Informação nº 0281/11 – Anexo VI – Maiores despesas de pessoal por Órgão do Estado em JULHO/11 (http://www.sef.sc.gov.br/auditoria/images/stories/GEAPE/Acomp%20Mensal%20201107/informao_0281-11_acompanhamento_da_fopag__mes_julho_-_anexo_vi_maiores_desp_por_orgao.xls.pdf):
Secretaria de Estado da SAÚDE – são 15.011 servidores com despesa de pessoal total de R$ 54.858.509,93
Secretaria de Estado da FAZENDA – são apenas 2.521 servidores com despesa de pessoal total de R$ 49.865.246,61
Em relação ao pessoal da Saúde, vemos o absurdo claramente, com apenas 2.521 servidores a Fazenda tem uma despesa de pessoal bem próxima da Saúde com 15.011 servidores (7 vezes mais servidores).
Secretaria de Estado da SEGURANÇA PÚBLICA – são 4.962 servidores com despesa de pessoal total de R$ 26.484.593,70
Secretaria de Estado da FAZENDA – são apenas 2.521 servidores com despesa de pessoal total de R$ 49.865.246,61
Em relação ao pessoal da Saúde, vemos o absurdo claramente, com apenas 2.521 servidores a Fazenda tem uma despesa de pessoal duas vezes maior que a Segurança Pública que tem mais que o dobro de servidores.
 
Na Fazenda, onde trabalham em salas fechadas climatizadas e sem nenhum perigo aparente, são seus servidores que lideram o ranking das melhores remunerações do Estado, em virtudes das gordas e várias gratificações embutidas na remuneração– Informação nº 0281/11 – Anexo VIIA – Médias remuneratórias por cargo/órgão do Estado – Servidores Ativos – JULHO/11 (http://www.sef.sc.gov.br/auditoria/images/stories/GEAPE/Acomp%20Mensal%20201107/informao_0281-11_acompanhamento_da_fopag__mes_julho_-_anexo_vii_medias_remuner.xls.pdf)
– Auditor Fiscal Receita Estadual – são 490 com média de remuneração de R$ 24.719,13;
– Auditor Interno Poder Executivo – são 64 com média de remuneração de R$ 13.707,28;
– Contador da Fazenda Publica – são 101 com média de remuneração de R$ 12.285,86;
– Analista da Receita Estadual – são 520 com média de remuneração de R$ 11.542,91.
Luiz Henrique da Silveira e Leonel Pavan, juntamente com o Antônio Marcos Gavazzoni, todos inimigos dos servidores públicos estaduais, fizeram a pior política de gestão de pessoas do Estado, são mais de nove anos de arrocho aos servidores da Saúde (que salvam vida e mexem com todo tipo de contaminação), da Educação (que educam nossos filhos e ainda sofrem ameaças de alunos/pais) e Segurança Pública (que sobem moro e vivem entre o tiroteio).”
 
 
Cláudio Prisco
 
Nova política salarial no Estado
Não teve fim de semana prolongado para o núcleo duro do governo. O funcionalismo público estadual foi liberado, com ponto facultativo na segunda-feira, mas os secretários da Fazenda e da Administração acionaram suas respectivas equipes técnicas, que passaram os últimos dias fazem projeções e simulações em torno da adoção de uma nova política salarial para Santa Catarina.
Raimundo Colombo tem deixado claro que não deseja ficar refém dos servidores, assim como ocorreu na arrancada de sua gestão, quando os professores fizeram uma greve de dois meses, que imobilizou a administração estadual. A reivindicação dos policiais civis é que acabou precipitando os movimentos governamentais para oferecer algum ganho salarial aos funcionários como um todo, considerando a defasagem dos últimos anos.
Como não deseja governar sobre pressão, diante dos pleitos do funcionalismo, Colombo tratou de dar amplitude aos cálculos salariais, até porque outras categorias, como os policiais militares e os servidores da Saúde e da Agricultura, também já haviam apresentado suas postulações. A palavra de ordem é mudar a mecânica, trocando a política dos abonos, gratificações e vantagens variadas por recomposição salarial da própria remuneração.
Além dos titulares da Fazenda e da Administração, Raimundo Colombo também convocou ao Palácio Residencial, no feriado de ontem, o secretário da Comunicação e o procurador geral do Estado. Em discussão, não apenas a definição da estratégia do que será concedido aos funcionários, mas também o respaldo jurídico para as medidas e a forma de se comunicar com os servidores e a sociedade em geral.
O dia de hoje promete ser cumprido para o governador. Pela manhã, os ajustes finais da proposta a ser anunciada no início da tarde. No intervalo, Colombo recebe os parlamentares da base de sustentação para um almoço. À tarde, Colegiado reunido.