Área do associado

Área do associado

Clipping do dia 15 de fevereiro

15.2.2011
CLIPPING
15 Fev 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assuntos: Força-tarefa dos bombeiros
                   UPP no Morro da Cruz
 
FORÇA-TAREFA
Agora é a vez do Corpo de Bombeiros Militar lançar a sua unidade de elite. Amanhã acontece solenidade em que o comandante-geral da corporação, coronel José Luiz Masnik, irá apresentar a estrutura do grupamento preparado para atuar em operações de resgate mais complexas.
 
UPP NO MACIÇO DO MORRO DA CRUZ
Uma base da Polícia Militar inaugurada com pompa e circunstância em 2005 no Maciço do Morro da Cruz – mas que nunca funcionou – será a futura sede do Batalhão de Choque da PM, espécie de unidade de polícia pacificadora (UPP) na região. A intenção do governo, segundo o secretário de Estado da Segurança Pública César Grubba, é que o grupamento de elite atue diretamente na redução do tráfico de drogas na região, causa de 90% da criminalidade na Capital.
Grubba não vê os recentes episódios, como a fuga em massa na Capital, o aumento no número de mortes em São Pedro de Alcântara e os protestos de moradores no Morro Mocotó contra uma suposta truculência da PM, como ações articuladas pelo crime organizado.
Acredita, sim, que nos bastidores existe um conflito entre quadrilhas pelo comando do tráfico. Para combatê-los, defende mais investimento em inteligência e policiamento ostensivo.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Compra de votos na Câmara
 
Processos de cassações arquivados
Plenário da Câmara da Florianópolis decidiu, ontem, pela absolvição de Asael Pereira (PSB) e Ricardo Vieira (PC do B)
Os vereadores Asael Pereira (PSB) e Ricardo Vieira (PC do B) foram absolvidos da acusação de terem pedido dinheiro para votar no candidato à presidente da Câmara de Florianópolis, João da Bega (PMDB).
 
A eleição ocorreu em dezembro e o eleito foi Jaime Tonello (DEM). A eleição do demista foi considerada uma derrota para o prefeito Dário Berger (PMDB), que apoiava Bega. Ontem, o Executivo sofreu novo revés político com a absolvição dos dois vereadores.
Na sessão de ontem à noite, diante das galerias lotadas, o plenário da Câmara decidiu rejeitar os processos de cassações por 9 votos a 6. Eles foram denunciados por Bega. As acusações foram confirmadas pelo prefeito Dário Berger ao afirmar que o vereador teria pedido R$ 300 mil para votar em Bega.
O mesmo teria ocorrido, com o vereador Ricardo, que por intermediários teria solicitado o valor de R$ 230 mil. Os dois acusados sempre negaram o envolvimento com pedido de dinheiro.
– Estou aliviado – disse Asael após ser inocentado do pedido de cassação. Ele se retirou do plenário e foi ao gabinete.
A sua defesa foi baseada em dois pontos: provar que é uma pessoa idônea e que não houve alteração de conduta dele, que era vice-líder do governo (prefeito Dário Berger) e depois virou oposição. Asael Pereira votou em Jaime Tonello para presidente da Câmara.
– Foi um grito de liberdade. O prefeito queria fazer da Câmara um cartório, que aprova os projetos do Executivo. Eu era considerado um vereador mandado pelo prefeito. A acusação é uma manobra e jogo político – disse Asael.
O advogado Matheus Felipe Castro, que fez a defesa de Ricardo Vieira, disse que as três testemunhas apresentadas por Dário eram ligadas ao prefeito.
– Estou aliviado. Estamos diante de um golpe. Se essa casa condena sem provas abriria um precedente perigoso. Criaram factoides e colocaram meu nome na vala comum – disse Ricardo.
As denúncias contra os dois vereadores continuam sob investigação na Polícia Civil e no Ministério Público. Eles vão recorrer à Justiça pelo crime de calúnia e difamação.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Procon fecha agência do Banco do Brasil
 
Procon fecha agência do Banco do Brasil na Capital
Motivo da interdição por 48 horas foi desrespeito à lei que determina atendimento em até 20 minutos
O Procon de Florianópolis fechou, ontem, a agência do Banco do Brasil da Rua Nereu Ramos, no Centro da Capital, por descumprir a Lei 699/2002, que prevê que o atendimento seja feito em até 20 minutos. A agência deve continuar fechada hoje.
Esta é a primeira vez que uma agência bancária é fechada em Florianópolis por esse motivo. O diretor do Procon, Thiago Silva, salienta que o estabelecimento é um dos principais alvos de reclamações na cidade e já havia sido autuado 81 vezes em um único dia. Nem mesmo as multas surtiram efeito, por isso o Banco do Brasil da Nereu Ramos ficará fechado por 48 horas.
Na manhã de ontem, quando a agência foi fechada, clientes foram obrigados a sair, inclusive da sala de autoatendimento.
O promotor Paulo Locatelli salienta que a medida é administrativa. Mas já tramita na Justiça uma ação civil pública ajuizada contra o Banco do Brasil e outras instituições bancárias. O fechamento da agência Nereu Ramos será juntado ao processo.
– Essa é a primeira agência fechada em Florianópolis, mas é importante lembrar que o Procon tem uma lista de agências que podem ser autuadas da mesma forma. Por isso é importante que todas cumpram a lei, que já tem quase 10 anos – destaca.
No caso de reabertura da agência sem determinação judicial, o banco poderá pagar multa de R$ 200 mil. Com a ação civil pública, o Ministério Público espera que o Banco do Brasil passe a cumprir a norma.
Em nota, o banco diz que o caso é um fato isolado. A assessoria de imprensa explica, ainda, que em duas oportunidades teria havido um aumento “considerável na demanda pelos serviços bancários”, mas garante que acatará a decisão do Procon de manter a agência Nereu Ramos fechada por 48 horas.
“Especificamente para este caso, o BB informa que, em contatos mantidos com o Procon, continuará adotando os ajustes necessários nos procedimentos para melhorar o atendimento, buscando, desta, forma atender ao padrão exigido pela legislação vigente”, complementa a nota.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Moradores do Mocotó acusam PM de morte de rapaz e fazem protesto
 
Protesto desce até o asfalto
Moradores do Morro do Mocotó fecham avenida e afirmam que houve execução sumária. A PM nega
Indignados com a morte de um morador de 23 anos numa operação da Polícia Militar, 200 pessoas, entre adultos e crianças, fecharam por duas horas a Avenida Mauro Ramos, na área Central de Florianópolis, no início da tarde de ontem. A polícia precisou negociar a saída deles do local para não haver confronto.
Os moradores do Morro do Mocotó acusam policiais militares de executarem o jovem Guilherme dos Santos da Silva em uma ação na sexta-feira à noite, na comunidade. A PM nega (veja na cronologia abaixo).
Em meio ao conflito de versões, os moradores desceram o morro e protestaram na Mauro Ramos, bem perto dos prédios do Tribunal de Justiça, Fórum e Assembleia Legislativa.
Com cartazes e gritos em coro contra a PM, os manifestantes obstruíram os dois sentidos do tráfego de veículos, em direção à Prainha. Nas ruas atearam fogo a pneus, lixo e móveis. O motorista de um caminhão de lixo da Comcap teve de deixar o veículo no meio da via.
No momento mais tenso, um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) efetuou disparo de borracha na direção do protesto na tentativa de liberar o trânsito.
Comerciantes na porta das lojas, motoristas e passageiros dentro de carros e ônibus olhavam sem poder fazer nada. O túnel ficou congestionado. A situação só voltou ao normal depois que a PM atendeu pedido de não fazer nenhuma ação no Mocotó e morros vizinhos, além de prometer que fará a investigação do caso.
– Mataram meu filho. Era inocente, atiraram quando ele estava rendido – acusou a faxineira Valdoniria dos Santos, 39 anos.
O tenente-coronel Newton Ramlow, comandante do Grupamento de Choque, negociou a saída dos moradores:
– A PM vai apurar se houve exagero. O protesto de vocês é válido, mas tem que ser pacífico. Podem ter certeza que isso não vai passar impune
Os PMs que fizeram a operação de sexta-feira são do 4º Batalhão da PM. O tenente-coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, que assumiu o comando do batalhão nesse mesmo dia, disse que Guilherme atirou na direção dos PMs e que houve intensa troca de tiros contra as guarnições.
Os moradores contestam e afirmam que a troca de tiros aconteceu após a morte de Guilherme, quando uma ambulância do Samu estava no local. Um irmão do jovem disse que o rapaz estava ajoelhado e dominado quando os PMs o executaram.
 
Medo do pior
“Estava passando quando moradores tomaram pneus a força de uma borracharia perto. Vi quando compraram gasolina de garrafa. A polícia já tinha sido chamada. Levou meia hora para chegar. Foi muito tempo. Se os manifestantes quisessem, teriam tempo e instrumentos suficientes para incendiar prédios, a borracharia e até ônibus, como fizeram no Rio. Sorte que não queriam, que era pacífico.
Os primeiros seis policiais chegaram tímidos. A polícia parecia esperar demais. Poderiam ter feito algo para prevenir. Muitos ficaram com medo de algo pior.”
 
 
Moradores prometem se vingar
Ainda com os policiais militares por perto, os moradores diziam que haverá vingança pela morte de Guilherme. Para evitar confronto, os oficiais da PM ouviram os recados, mas não esboçaram reação.
E não será novidade um novo episódio que coloque em lados opostos moradores do Maciço do Morro da Cruz e policiais. A morte de Guilherme foi a segunda em três meses, em episódio envolvendo operação contra o tráfico de drogas, na Capital.
Na madrugada de 10 de dezembro, Álvaro dos Santos Marques, 22 anos, morreu com um tiro no peito no Morro do Horácio numa ação de policiais civis da Deic. O caso também gerou protesto de moradores, que acusaram a polícia de execução. A Deic disse que foi recebida a tiros e por isso reagiu.
A PM prometeu investigar a morte de Guilherme por sua Corregedoria. Informações extraoficiais indicam que ele levou 11 tiros pelo corpo. Os quatro PMs que fizeram a operação seguem no policiamento.
A reportagem do DC subiu o Mocotó depois do protesto. A área em que Guilherme foi morto é acessível pela Rua 13 de Maio e pelo “beco da lixeira”. Os moradores estavam revoltados e há temor de mais violência.
 
Educado, gente fina e viciado
Pagodeiro, conquistador, irmão, educado e gente fina. Assim os amigos do Morro Mocotó definiram Guilherme dos Santos da Silva. Pela grande quantidade de manifestantes, era difícil imaginar que o jovem tivesse comportamento problemático no morro onde vivia.
Mas os amigos ouvidos pelo Diário Catarinense não negavam que ele teve envolvimento com o tráfico de drogas.Um estudante que conhecia a vítima e estava no protesto de ontem, relatou que Guilherme era alegre e que estava saindo do comércio de entorpecentes.
Em janeiro do ano passado, Guilherme foi preso em flagrante com droga. A polícia disse que ele não atendeu ordem de parada e tentou fugir. Na Justiça, o jovem disse ser viciado desde a adolescência.
Acabou sendo condenado a um ano e oito meses de reclusão em regime aberto e ganhou a liberdade logo em seguida.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
Trio é preso com carros
Homens conseguiam dados das vítimas para abrir contas e financiar veículos em três estados
Um trio que financiava automóveis com documentos falsificados foi preso dela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).
Com atuação em três estados – Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais –, a polícia estima que o grupo tenha feito pelo menos 50 vítimas. De forma ainda não esclarecida pela polícia, o trio conseguia dados corretos das vítimas, que na maioria das vezes eram funcionários públicos e aposentados.
Além do nome completo, dados como RG, CPF e endereço eram obtidos corretamente das próximas vítimas. A partir daí o grupo falsificava documentos e comprovantes de residência para abrir contas em bancos e financiar veículos.
Até então, as ocorrências estavam sendo investigadas apenas no Rio Grande do Sul. No dia 12 de janeiro, a polícia descobriu que, em Florianópolis, um automóvel Honda Civic foi comprado com o nome de Luis Augusto Fiolho, que, na verdade, nunca comprou um carro.
Na última sexta-feira, o grupo comprou um Ford Fusion em uma revendedora no Norte da Ilha. Como uma lista alertando sobre a ação dos estelionatários já estava circulando entre revendedoras da Capital, o vendedor chamou a polícia, que interceptou o grupo em Palhoça, quando fugia para o RS.
Dentro do carro estavam Ulisses Roehrs e Tiago Soares da Silva. Mais atrás, Valmir Borges Martins dirigia um Audi. Todos foram presos em flagrante e irão responder por estelionato e falsificação de documentos. De Porto Alegre, a polícia desconfia que Evaristo Moreira da Cruz seja o comandante do grupo.
 
ARMAS DO CRIME
Três pistolas, três revólveres, munição, coletes a prova de bala e equipamentos usados em roubos a bancos foram apreendidos em Fraiburgo, no Meio-Oeste catarinense. Tudo estava escondido dentro de um botijão, enterrado embaixo de um assoalho, nos fundos da casa de um trio de assaltantes, preso em outubro de 2009 com armas, munições, R$ 15 mil e diversos comprovantes de depósitos bancários. A Polícia Civil de Joaçaba, que fez as prisões, procurava pelas armas há mais de um ano.
 
 
Caso Rosângela
Inquérito nas mãos do promotor
O coordenador do Núcleo de Investigação de Homicídios, delegado Bruno Effori, entrega hoje à Justiça o inquérito p sobre a morte de Maria Rosângela Muniz, morta em 25 de janeiro.
O documento tem 18 depoimentos, pedidos de prisão e informações da investigação. Vanessa Francini Nardes, Elias Schroeder e Edemir Pelin foram indiciados pela morte de Maria Rosângela. O inquérito aguarda apenas perícias como o DNA da vítima, as impressões digitais colhidas no apartamento onde ocorreu o crime, pedaços do tecido com sangue encontrados no carro onde o corpo teria sido levado e a bota de um dos suspeitos.
– O inquérito será entregue assim mesmo porque há um prazo determinado. Logo que os resultados da perícia chegar, encaminharei à Justiça – explica o delegado.
 
 
Rapaz atende a campainha e é morto a tiros
Um homem foi assassinado dentro da própria casa na madrugada de domingo, no Bairro Ponte do Imaruim, em Palhoça, NA Grande Florianópolis. Segundo moradores, foram três tiros contra Paulo Roberto Lopes, 42 anos, assim que ele saiu para atender à campainha. Vizinhos relataram que ouviram os disparos, mas não viram o assassino, que fugiu em uma moto.
 
 
Polícia fecha casa de jogos de azar em Florianópolis
Ação ocorreu após uma denúncia anônima; gerente respondeu a um termo circunstanciado
Após um denúncia anônima a Polícia Civil fechou uma casa de jogos de azar em Florianópolis, na tarde desta segunda-feira. Kelly Cristinne Ferreira dos Santos, gerente do lugar foi detida.
A ação foi dos policiais da 3ª delegacia de polícia. Quando chegaram no local, na rua Campolino Alves, no bairro Capoeiras, região continental de Florianópolis, eles flagraram, além da gerente, mais quatro jogadoras, que serão testemunhas no procedimento da Polícia Judiciária.
Kelly foi levada para a delegacia e respondeu a um termo circunstanciado pela contravenção penal de exploração de jogo de azar. Foram aprendidas 14 máquinas caça-níqueis e R$ 160,00. Desde o final do ano passado, a 3ª DP já fechou cerca de quatro casas de azar
 
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Chuvas em SC
 
Benedito Novo em calamidade pública
Município do Vale do Itajaí é atingido pela pior chuva desde 2008
Benedito Novo, que ainda luta para se recuperar dos estragos provocados pela catástrofe de 2008, enfrenta novos prejuízos causados pela chuva da madrugada de domingo. A tempestade derrubou pontilhões e barreiras, obrigando famílias a deixarem as casas.
Sem recursos para recuperação, o prefeito em exercício e presidente da Defesa Civil, Harry Dallabrida, vai decretar calamidade pública hoje.
– Toda vez que estamos começando a colocar a cidade em ordem, dá uma chuva e acaba com tudo. Vamos ver se, em calamidade pública, recebemos alguma ajuda financeira. Esta foi a pior chuvarada desde 2008.
O prefeito calcula que o prejuízo ultrapasse R$ 1 milhão. Na semana passada, o município já tinha sofrido com uma forte chuva. Ontem, as localidades Ribeirão Prochnow, Russos, Rio Tigre, Rio Ferro e Santa Rosa ficaram isoladas. Para restabelecer os acessos, máquinas foram emprestadas de Timbó e Doutor Pedrinho. O Corpo de Bombeiros convocou bombeiros comunitários.
Em Ribeirão Prochnow, a força da água derrubou um poste na Rua Pedro Maus. O maior problema é a reconstrução de pontilhões.
– A força da água levou vários pontilhões. Alguns até poderão ser recuperados, outros terão que ser refeitos, mas não sabemos como. Os moradores estão de um lado do ribeirão, e nós, de outro. Se precisarem de socorro, vamos ter que arranjar um helicóptero – lamentou Dallabrida.
No Ribeirão Tigre, uma casa construída às margens do leito precisou ser desocupada porque a terra cedeu. Outra residência foi atingida parcialmente por um deslizamento de terra. A parte afetada ainda estava sendo construída e terá que ser demolida, porque as paredes ficaram inclinadas.
– 102 municípios declararam situação de emergência
– 1 município, Mirim Doce, decretou estado de calamidade pública
 
 
Chuva provoca alagamentos em Joinville
Moradores do bairro Iririú protestam contra constantes alagamentos
A chuva forte que teve início no fim da tarde de domingo e continuou a cair durante a madrugada desta segunda provocou diversos pontos de alagamento em toda a cidade. Moradores da rua Xaxim, no Iririú, inclusive, reuniram-se para protestar contra os constantes alagamentos que vem provocando prejuízos. A água invadiu algumas casas e moradores voltaram a perder móveis e eletrodomésticos.
Há pontos de alagamento nos bairros Morro do Meio, Nova Brasília, Anita Garibaldi e Vila Nova.
Conforme dados da estação meteorológica da Defesa Civil, em pouco mais de cinco horas, choveu 48 mm, o que corresponde ao acumulado de chuvas de uma semana neste período do ano.
A Defesa Civil não registrou chamados de deslizamentos, mas monitorou algumas áreas de risco e verificou o estado de pontes na área rural do Vila Nova, onde as chuvas de janeiro já haviam deixado prejuízos.
Conforme informações da secretaria regional do bairro, sete pontes foram danificadas pela enchente de janeiro e travessias provisórias foram construídas com tubos de concreto para que nenhuma comunidade ficasse isolada. Na manhã desta segunda-feira, o trabalho das equipes da Defesa Civil tem sido monitorar essas estruturas para garantir a segurança de pedestres e motoristas na área rural.
Quem também está em alerta por causa das fortes chuvas é a Polícia Rodoviária Federal. Como as obras de contenção de encostas que estão sendo realizadas no km 54 da BR-101 ainda não foram concluídas, o temor é de que ocorram novos deslizamentos. Equipes da PRF estão monitorando este e outros pontos críticos ao longo da rodovia.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Guarda Municipal de Tubarão paralisa as atividades por um dia
 
Guarda paralisa trabalhos
O assassinato de um agente, na quinta-feira passada, fez com que a Guarda Municipal de Tubarão, no Sul de Santa Catarina, paralisasse as atividades por falta de estrutura e equipamentos de segurança. A intenção é só retomar os trabalhos quando todo o contingente possa estar nas ruas equipado com armas e coletes à prova de balas.
Marcelo Goulart Silva, 33 anos, levou vários tiros ao tentar capturar um grupo que havia assaltado uma relojoaria no Centro de Tubarão. Ele não usava colete à prova de balas nem arma de fogo e morreu na hora. Os bandidos foram presos duas horas depois pela Polícia Militar.
De acordo com o comandante da guarda, Adailton do Livramento, a situação de vulnerabilidade atinge todo o efetivo da Guarda Municipal, formada por 42 agentes.
O comandante diz que o recesso temporário não é apenas um protesto, mas também uma forma de buscar melhorias.
– Vamos elaborar projetos que viabilizem principalmente a aquisição de equipamentos de segurança para os guardas – resume Livramento.
 
Reivindicações incluem plano de carreira
O diretor do órgão informa que todo o levamento sobre a criminalidade em Tubarão será enviado ao Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), que dará um parecer final sobre o repasse de verbas para a reestruturação pretendida.
Além de armas, coletes, veículos e aparelhos de comunicação, a Guarda Municipal tubaronense reivindica também um plano de carreira.
O uso de pistolas calibre 380 já foi aprovado pelo Exército no ano passado, mas a aquisição e posterior distribuição aos agentes ainda depende de processos burocráticos.
Livramento lamenta que a saída temporária dos guardas municipais possa causar prejuízos à segurança na cidade, mas diz que a medida é necessária para proteger os agentes.
– A travessia de alunos em frente às escolas e o monitoramento do trânsito ficarão prejudicados, mas fazemos isso pela vida dos nossos agentes. Não dá pra combater uma situação de risco, como um assalto, sem um mínimo de equipamentos ou estrutura – explica.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Nomeação das regionais
 
Aliados na briga por últimos cargos
Falta consenso para indicar 10 nomes, e o anúncio foi adiado pelo governador Raimundo Colombo para esta sexta-feira
O governador Raimundo Colombo adiou para sexta-feira o anúncio dos 36 secretários regionais. Os nomes deveriam ser revelados hoje. A falta de consenso entre os aliados na indicação de 10 regionais e a atenção do governo ao diagnóstico das estruturas centrais foram as justificativas apresentadas para prorrogar o prazo.
As negociações entre governo e aliados estava paralisada há 15 dias. O assunto voltou à pauta do governo no domingo, quando houve uma reunião entre Colombo, o vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o secretário da Casa Civil, Antônio Ceron. Após o encontro, foi confirmada a nova data pelo vice-governador.
Pinho Moreira afirmou que o governo precisa definir as nomeações nesta semana. Em março, Colombo visitará as 36 regionais.
– Foi adiada a data do anúncio por falta de tempo para discutir as nomeações. Nosso foco estava no diagnóstico das secretarias centrais. Agora, no espírito da descentralização, vamos avaliar o desempenho das regionais. A equipe técnica já prepara este estudo – disse o vice.
Ceron afirmou que já houve consenso na partilha entre os aliados em 26 regionais, atendendo a nova geografia das urnas. Agora falta os partidos indicarem os nomes.
As regionais que são alvos de disputa entre aliados são Chapecó, Laguna, Tubarão, Mafra, Timbó, Caçador, Ibirama, Taió, Maravilha e São Miguel do Oeste.
A regional de Chapecó é reivindicada pela ala do PMDB do Oeste. O comando da secretaria seria um prêmio de consolação para os peemedebistas, que estão insatisfeitos com a participação do partido nas nomeações do primeiro escalão. Do outro lado da trincheira estão os demistas, como o secretário da Agricultura, deputado João Rodrigues, que não abre mão de o partido comandar a regional. Ele foi reeleito prefeito de Chapecó e licenciou-se do cargo para concorrer a deputado federal.
– As negociações estão bem avançadas. É fato que no Oeste o PMDB deve ter uma participação mais expressiva – afirmou o vice.
No Sul, as regionais de Laguna e Tubarão são reivindicadas pelas três siglas. A disputa maior está entre tucanos e demistas em Laguna. – Espero não ser surpreendido com as nomeações – afirmou o líder do PSDB, deputado Dado Cherem.
Outra regional na mira de tucanos e peemedebistas é a de Caçador. O prefeito Saulo Sperotto (PSDB) quer fazer a dobradinha e ter um correligionário no comando da regional. Só que o secretário de Infraestrutura, deputado Valdir Cobalchini, quer indicar o secretário regional pela expressiva votação que fez na região.
Pinho afirmou que no encontro com Colombo e Ceron o critério que desempata as nomeações é a garantia política da indicação técnica. O PMDB é o partido que terá mais regionais, total de 14. Enquanto demistas e tucanos estarão no comando de 10 secretarias cada um. Já PPS e PTB terão uma secretaria cada um.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Cacau Menezes
Assuntos: Processo contra agente em Mondaí
                   Operação policial no Rio de Janeiro
 
Arsenal
O delegado-geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila, determinou a abertura de processo disciplinar contra um agente acusado de tráfico internacional de armas. Lotado na delegacia de Mondaí, no Oeste do Estado, o policial Everton Porsch foi autuado em flagrante com nada menos do que 600 projéteis, 108 estojos para recarga de munição de fuzil, um revólver italiano calibre .44, um fuzil belga calibre 7,63, com mira regulável, além de peças de armas, como para a carabina Winchester (EUA).
De acordo com portaria publicada no Diário Oficial do Estado, o policial civil anunciava armas pela internet e intermediava para seu irmão a venda de munições.
 
Munição farta
Quem acompanha o noticiário policial do Rio de Janeiro constata que não faltou foi assunto, ou seja, “munição” para os produtores da série Tropa de Elite fazerem os filmes. Na última operação anunciada a polícia prendeu 38, 30 deles policiais. Se quiserem continuar a série, sai um filme por ano, fácil.
 
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BLOS
 
Cláudio Prisco
 
Composição
Na contabilidade das secretarias regionais, o PMDB vai ficar com 16, o PSDB dez, o DEM oito e o PPS e o PTB uma cada.
 
 
Correligionários
Os vereadores da bancada do DEM na Câmara de Florianópolis, Jaime Tonello, César Faria e Erádio Gonçalves, saíram satisfeitos da audiência com Raimundo Colombo, ontem à tarde, no Centro Administrativo.
O governador revelou que a ordem de serviço para a duplicação da SC-401 até os Ingleses será assinada no próximo dia 21, assegurou que já está adiantado o processo para a construção da terceira pista da SC-405, no Sul da Ilha, e prometeu a conclusão do Trevo da Seta para daqui a 30 dias.
O presidente da Câmara, Jaime Tonello, foi convidado para ir a Brasília com Colombo, em breve, para audiência com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso. Lá, serão definidos detalhes sobre a nova penitenciária que irá substituir a obsoleta estrutura da Agronômica.
 
 
 
BLOGS
 
Paulo Alceu
 
Novo partido
Começou um movimento em São Paulo para a criação do Partido dos Militares Brasileiros. Por enquanto a representação está concentrada na Polícia Militar, mas buscando apoio no Exército, Marinha e Aeronáutica. O detalhe é que a legislação veta a militância partidária de integrantes da ativa. O meio de burlar essa exigência está sendo inscrever as mulheres dos militares na lista de apoio. Já começa bem. Se vai fazer sucesso é esperar pra ver, mas de saída já há entraves como a participação das Forças Armadas que não se integram a iniciativas lideradas pela PM. Há criticas ao nome, pois passa corporativismo. Por outro lado a bandeira é ficha limpissima e o pilar é o da democracia e dos direitos humanos. Por aqui a Assembléia tem um representante da PM, mas ligado aos praças, o deputado sargento Soares. Na Câmara o deputado Jair Bolssonaro ligado ao Exército e que já falou que não deixa o PP. Enquanto isso prossegue a novela do DEM, que de repente vai terminar com a mudança de nome e todos juntos.
 
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Delegado soube do esquema por carta anônima
 
 
Chefe da Polícia Civil soube de irregularidades por carta anônima
Suposto esquema de corrupção em delegacia envolveria fraude em licitação feita em município na Região dos Lagos do Estado do Rio
O chefe da Polícia Civil, Allan Turnowski, disse nesta segunda-feira (14) que tomou conhecimento do suposto esquema de corrupção na Delegacia de Repressão às Atividades Criminosas Organizadas (Draco) através de uma carta anônima. “Recebi no domingo (13) as denúncias através de uma carta deixada na portaria do meu prédio”, informou.
À tarde, Turnowski entregou à Corregedoria da Polícia Civil alguns documentos que apontam as irregularidades na Draco. O material entregue pode comprometer o titular da delegacia especializada, Claudio Ferraz, e um inspetor.
Entre as irregularidades encontradas, está um procedimento aberto em agosto de 2008 para investigar fraudes de licitação no município de Rio das Ostras, na Região dos Lagos do Estado do Rio de Janeiro. Assinado por Ferraz, o procedimento foi arquivado, dois dias após ser aberto, sob a justificativa de falta de provas.
Em nota, a Procuradoria Geral de Rio das Ostras negou o envolvimento do município no suposto esquema de corrupção. O órgão disse estranhar o fato de a cidade de Rio das Ostras ter sido citada pelo delegado Allan Turnovski já que “sempre respondeu oficialmente todas as notificações feitas pela Draco”.
Outra suspeita encontrada na delegacia especializada aponta, por meio de escutas telefônicas, que policiais lá lotados receberam propina da máfia de produtos piratas de São Paulo. A interceptação telefônica foi feita pela Polícia Federal.
Há ainda um procedimento contra um ex-prefeito do município de Japeri, na Baixada Fluminense, parado há mais de um ano que dá conta de tráfico de drogas, corrupção e formação de quadrilha. “As mesmas pessoas estão envolvidas em todos esses procedimentos irregulares”, disse Turnowski.
 
Rixa
A varredura na Draco ocorreu dois dias após ter sido deflagrada a Operação Guilhotina, da Polícia Federal. A ação contou com o apoio da delegacia especializada e culminou na prisão de policiais militares e civis, incluindo um delegado de confiança de Turnowski. O chefe da Polícia Civil negou, no entanto, que a ação desta segunda-feira (14) seja uma represália.
 
Claudio Ferraz deixa o prédio da Draco
Segundo Turnowski, ele não possui nenhum problema de relacionamento com Ferraz. “Em vários momentos, eu demonstrei o meu apoio ao delegado Claudio Ferraz. Em todas as apreensões e operações da Draco, vim publicamente elogiá-lo e o trabalho que estava sendo feito”, contou.
Mesmo admitindo que não possui nenhuma rixa pessoal, Turnowski disse que se a Draco estivesse subordinada à Polícia Civil, Ferraz já estaria fora do cargo. Hoje, a delegacia especializada fica ligada diretamente à Secretaria Estadual de Segurança Pública. “Se a Draco não fosse ligada à secretaria de segurança, o delegado seria exonerado”, garantiu.
Ferraz, policial de confiança da cúpula da segurança pública fluminense, era cotado para ser o próximo chefe da Polícia Civil, substituindo Turrnowski. Na semana passada, Ferraz foi nomeado para o cargo de subsecretário da Contra Inteligência e a Draco saiu da subordinação da Polícia Civil para ficar ligada diretamente à Secretaria Estadual de Segurança Pública.
 
Constrangimento
Pela manhã, Ferraz esteve na sede da Draco e se disse surpreso com a ação. “Tomei conhecimento dessas buscas através da imprensa. Não sei o que está acontecendo, preciso esperar os desdobramentos para emitir uma opinião”. E emendou sobre a varredura: “É um constrangimento”.
Em relação à declaração de Turnowski sobre sua exoneração, Ferraz foi enfático. “É a opinião dele. Se existe alguma rivalidade eu desconheço”, afirmou.
 
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Veículo: Agência Estado
Editoria: Brasil
Assunto: Quadrilha leva caixa eletrônico de posto em SP
 
 
Quadrilha leva caixa eletrônico de posto em SP
Um caixa eletrônico foi roubado, por volta das 3h30 de hoje, de dentro da loja de conveniência do posto Ale localizado próximo ao número 2.300 da Avenida Professor Francisco Morato, na Vila Sônia, região do Morumbi, na zona sul de São Paulo.
Policiais militares da 2ª Companhia do 16º Batalhão foram acionados por testemunhas, mas não chegaram a tempo de deter os criminosos, pelo menos 10, que fugiram com a máquina em uma Sprinter branca. Não se sabe ainda quantas pessoas foram rendidas pelo grupo no estabelecimento.
O caso será registrado no 34º Distrito Policial, da Vila Sônia.
 
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Veículo: Agência Estado
Editoria: Brasil
Assunto: Revoltados com roubos em Salvador, moradores acorrentam assaltante
 
Revoltados com onda de roubos, moradores acorrentam assaltante
Após invadir casa em Salvador, homem é preso pelo pescoço em placa e espancado. Ele foi levado ao hospital e, depois, à delegacia
Moradores de Salvador conseguiram imobilizar na madrugada desta segunda-feira (14) um assaltante que havia invadido o quintal de uma casa no bairro do Rio Vermelho, região da cidade conhecida pelos bares e restaurantes.
Revoltados com a reincidência dos furtos cometidos por Anderson Cruz dos Anjos Silva, 25 anos, os moradores amarraram o assaltante pelo pescoço a uma placa de sinalização e acionaram a Polícia Militar. Os moradores afirmam que Silva realizou diversos assaltos no bairro nos últimos dois anos e que várias vítimas já o haviam reconhecido. Eles contam, ainda, que fizeram uma campana para prender o homem, com ajuda da segurança da rua.
Preso com uma corrente no pescoço, o ladrão ainda apanhou dos moradores. Há relatos de vizinhos que acordaram com os gritos do assaltante, que teve que ser levado a um hospital antes de ser encaminhado à carceragem da delegacia do bairro.
Segundo a Polícia Civil, Silva é apontado por moradores como autor de vários arrombamentos a casas e lojas no bairro e agia com um ladrão conhecido como “Queimadinho”, que está sendo procurado pela polícia. Autuado por tentativa de furto e invasão de domicilio, o assaltante portava maconha, um porrete e um facão quando foi detido pelos moradores.A delegacia em que está preso não sabe informar se Silva tem passagens anteriores pela polícia.
 
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Veículo: Agência Estado
Editoria: Brasil
Assunto: Nelson Jobim defende prisão de policiais
 
Nelson Jobim defende prisão de policiais corruptos no Rio
\’Tem que prender mesmo e botar na cadeia\’, disse ministro
O ministro de Defesa, Nelson Jobim, defendeu nesta segunda-feira (14) a prisão de policiais acusados de corrupção durante operações em favelas no Rio de Janeiro. “Tem que prender mesmo e botar na cadeia, fazer o processo necessário. Isso mostra que essas operações visam também à identificação de problemas internos nas polícias, isso é importante que se faça”, afirmou o ministro, em entrevista à imprensa brasileira em Buenos Aires, na Argentina.
Jobim sugeriu que os inquéritos sejam rigorosos, “principalmente que sejam públicos, transparentes”. Também opinou que a utilização do Exército em operações como as do Rio não deveria ser repetida em outros Estados. “Espero que não sejam (repetidas) porque a função do Exército e das Forças Armadas, nesse caso, é meramente subsidiária, quando há uma impossibilidade, uma dificuldade, uma deficiência dos meios policiais para tanto”, disse Jobim.
O ministro qualificou como “importante” a política que o Rio adotou de criar as unidades pacificadoras, que, segundo ele, deveriam ser ocupadas por novos policiais militares e não pelos antigos. “Eles estão formando essas unidades. É uma política importante porque traz gente nova e o Exército está colaborando. Mas não podemos transformar isso em uma atividade primária das Forças Armadas. São atividades secundárias e especialíssimas, em hipóteses muito especiais”.