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Clipping do dia 14 de março

14.3.2011
CLIPPING
14 Março 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Desastres
                 Prisão de foragido há 19 anos
 
DESASTRES
O diretor do Departamento Estadual de Defesa Civil, major Márcio Luiz Alves, embarcou ontem para o México para participar da II Sessão da Plataforma Regional de Redução de Desastres, bancada pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Por aqui, a chuvarada desabando….
 
FORAGIDO
A Polícia Civil de Caçador anunciou a prisão de Osni Schulter, de 47 anos, que estava foragido há 19 anos, acusado de homicídio em Água Doce. Ao descobrir o paradeiro do acusado, os agentes foram atrás porque o mandado de prisão expedido pelo juiz da Comarca de Joaçaba tinha validade até 2035. Schulter admitiu à polícia que, desde o crime, ele nunca saiu da região, trabalhando em propriedades rurais do Meio-Oeste e também no interior do Paraná.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Chuva em SC
 
Número de atingidos sobe para 583 mil
Chuva se intensificou durante o final de semana e 18 cidades catarinenses contabilizam as perdas
Voltou a chover forte em Santa Catarina no final de semana – principalmente no sábado – elevando de sete para 18 o número de cidades afetadas desde a última quinta-feira. O número de pessoas atingidas passou de 300 mil para quase 600 mil. Brusque, Santo Amaro da Imperatriz e Schoereder decretaram situação de emergência.
A chuva caiu forte no Norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis, onde foram atingidos os municípios de Antonio Carlos, Biguaçu, São José, Palhoça e São Pedro de Alcântara. O gerente de prevenção da Defesa Civil, major Emerson Emerim, conta que a situação de Brusque foi a que mais chamou a atenção das autoridades no fim de semana.
– Foram registrados vários alagamentos e escorregamentos. O caso mais grave foi da casa soterrada com seis pessoas dentro no bairro Rainha. Cinco destas pessoas estão com ferimentos leves e uma está em estado mais grave.
Emerim disse que a Defesa Civil Estadual está buscando atender a população catarinense e monitora todas as áreas mais fragilizadas. Além disso, estão sendo enviadas cestas básicas e material limpeza para as áreas atingidas pela chuva.
O gerente de prevenção da Defesa Civil disse que Rio dos Cedros decretou estado de calamidade pública na última sexta-feira, mas ele e esteve no local com uma equipe e, após vistoria, o prefeito resolveu voltar atrás na decisão. O único município que informou que está para decretar estado de calamidade após as chuvas deste final de semana foi Corupá.
No Norte do Estado, o principal problema é na malha viária. Em Joinville, 19 pontes foram danificadas. A situação é tão grave que a prefeitura deve decretar situação de emergência. A intenção é garantir mais recursos para a reconstrução de pontes danificadas e outras estruturas comprometidas pelas chuvas dos últimos dias.
 
Prejuízos chegam a R$ 25 milhões
Entre as regiões mais atingidas em Joinville estão a zona rural do Bairro Vila Nova e o distrito de Pirabeiraba. Uma ponte ficou completamente encoberta pela água e deixou a região do Quiriri Baixo isolada. Havia pelo menos 40 famílias sem condições de sair da área até o começo da noite de ontem. Se o acesso continuar bloqueado nos próximos dias, a prefeitura pode ter que levar ajuda aos moradores de helicóptero.
– Até o momento, todos estão bem em suas casas. Mas se for preciso levar suprimentos, colchões e outros acessórios, teremos que enviar socorro aéreo – avisa a secretária de Assistência Social, Rosemeri Costa.
Algumas áreas do loteamento Jativoca e do Bairro Morro do Meio também sofreram com as cheias e continuavam alagadas ontem à noite. O abrigo do bairro Jativoca chegou a ser fechado quando a água baixou na manhã de ontem. A Igreja Nossa Senhora Aparecida precisou ser improvisada novamente como abrigo depois que a água voltou a invadir as casas durante a tarde.
Na tentativa de apressar a liberação de verbas, o prefeito Carlito Merss (PT) pediu um espaço na agenda do governador Raimundo Colombo (DEM). Os dois vão conversar hoje, antes ou depois de o governador participar de uma reunião na Associação Empresarial de Joinville (Acij).
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Moacir Pereira
Assunto: Penitenciária de Itajaí
 
O caos e a solução
O governador Raimundo Colombo abre hoje, às 15h30min, o presídio regional e o semiaberto do complexo penitenciário de Itajaí. A penitenciária deve começar a operar mesmo a partir do mês de junho. O presídio tem capacidade para 360 detentos, e o semiaberto, para mais 120. Já a penitenciária prevê 362 vagas, com possibilidade de ser expandida para 530 presos.
A abertura só será possível porque o governo estadual decidiu aplicar em Itajaí o mesmo sistema de cogestão introduzido em 2005 na Penitenciária Industrial de Itajaí e considerado, hoje, modelo nacional.
O secretário de Segurança Pública, César Gruba, que participará do ato, confirmou, ontem, que a nova política do governo Colombo será a de estender para todo o Estado este mesmo sistema. Entre múltiplos motivos está o baixíssimo índice de reincidência dos detentos. Enquanto a média nacional de reincidência é de 80% e a de Santa Catarina aproxima-se de 72% , a de Joinville foi de apenas 8% no ano passado. E vem caindo, porque em 2009 era de 9%.
A Penitenciária Industrial de Joinville tem uma filosofia de gestão totalmente inovadora, moderna e eficiente, baseada na terapia ocupacional e no trabalho em grupo de uma série de profissionais de diferentes áreas. O prédio foi construído no primeiro mandato do governador Luiz Henrique da Silveira, que decidiu inovar. A gestão é feita entre os diretores, indicados pelo governo estadual, e pelos servidores, técnicos e agentes prisionais integrantes da Montesinos – Administração Prisional, empresa catarinense que integra o grupo Ondrepsb, que há mais de 30 anos atua no mercado de prestação de serviços e de segurança. Tem presença marcante nos três estados do Sul e administra, também, uma penitenciária semelhante no Espírito Santo. E com a mesma taxa de recuperação dos presos, acima de 90%.
 
O CUSTO
Outro dado a comprovar o sucesso do modelo adotado em Joinville está nos custos da manutenção. Enquanto, na Penitenciária Industrial, um preso representa R$ 77,50 para os cofres do Estado, nas penitenciárias mantidas pelo governo cada detento fica acima de R$ 500, segundo dados oficiais.
A fórmula aplicada em Joinville não é milagrosa; apenas competente, profissional e bem administrada. Lá, os presos não são amontoados e ficam dia e noite na ociosidade. Ao contrário, são inúmeras atividades programadas para a ocupação do tempo. Um convênio celebrado entre a direção da penitenciária e a Associação Comercial e Industrial vem permitindo que os detentos trabalhem normalmente. No ano passado, por exemplo, 11 empresas de Joinville promoveram “canteiros de trabalho” dentro da unidade prisional para 240 presos.
Alguns continuam a atividade hoje e receberam até R$ 1 mil por mês. Dinheiro que é revertido para a manutenção de suas famílias. Atividade laboral que dá direito, também, à redução de pena. Para cada três dias de trabalho, um dia a menos no cumprimento da pena. O governo tem, além disso, economia significativa, pelo tempo menor que o preso permanece na penitenciária. De acordo com relatório do diretor Richard Chagas dos Santos, 2010 contabilizou 198.925 dias trabalhados, com remissão da pena em 63.308 dias, o que significa redução de gastos públicos de R$ 4.870.284,44.
Há outros inúmeros serviços visando à ressocialização dos presos, como educação permanente. Esta exerce papel vital. A penitenciária tem dois detentos matriculados em cursos superiores, sendo que um deles, Marcelo Weiss, frequenta o curso de Engenharia Mecânica e no ano passado publicou o livro Onde Foi Que Eu Errei?. Outros 65% fizeram o ensino fundamental; 17%, o ensino médio; e outros 17%, curso de alfabetização. Mas há, ainda, assistência religiosa, formação de um coral, biblioteca, grupo musical, terapia ocupacional com artes.
Na edição dominical, o DC publicou reportagem intitulada Administração das cadeias: caos atrás das grades. Dá para resolver isso?
Dá! E o modelo está aqui mesmo em Santa Catarina. É a parceria público-privada. Ou a cogestão
* Deputados, empresários e fumicultores do Estado participam hoje, em Santa Cruz do Sul, de mobilização contra consultas da Anvisa que podem prejudicar 57 mil famílias de Santa Catarina.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Penitenciária de Itajaí
 
Começa a funcionar hoje
O presídio e ala do regime semiaberto do Complexo prisional do Vale do Itajaí, na Canhanduba, começam a receber presos hoje, três meses após a inauguração. A transferência dos detentos começa no início da manhã.
A partir das 14h30min, o governador Raimundo Colombo fará a inspeção das instalações da unidade. Com a abertura das unidades, serão 376 novas vagas no presídio e outras 120 para o regime semiaberto. Terão prioridade para transferência os presos que estiverem em celas de delegacias e de presídios superlotados da região. A penitenciária deve ser concluída dentro de dois meses.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Princípio de rebelião em Itajaí
 
Princípio de rebelião em presídio
Foram transferidos para a Penitenciária de Florianópolis os cinco detentos envolvidos na tentativa de rebelião no Presídio Regional de Itajaí, no sábado à tarde.
A ação iniciou por volta das 13h30min, quando um agente prisional conduzia um preso até o ambulatório. No caminho, o agente percebeu que o prisioneiro portava um revólver calibre 38. Na tentativa de desarmar o homem, os dois começaram a brigar.
Em seguida, o detento fez reféns uma agente prisional e um visitante que estava na unidade. A polícia cercou o presídio, enquanto os detentos da galeria D invadiram a carceragem. Após quatro horas de negociações, o preso que iniciou o princípio de rebelião se rendeu. Os agentes penitenciários fizeram uma vistoria nas celas depois da ocorrência. Foram encontradas uma arma, a telefones celulares, facas e um torrão de maconha.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Leilão de bens
 
Apartamento de R$ 1 milhão na fila
Imóvel pode ter o mesmo destino de Porsche, vendido semana passada
Um apartamento de luxo avaliado em R$ 1 milhão poderá ter o mesmo destino do Porsche conversível apreendido na Operação Arrastão: o leilão.
A expectativa é da Polícia Federal (PF). Mas isso só será decidido ao final do processo, na sentença da Justiça, prevista para sair ainda neste ano. Oimóvel fica em Meia-Praia, Itapema (Litoral Norte), no condomínio Splendour Of The Sea. Pertence ao empresário Aleander Müller, de Brusque, um dos réus na Operação Arrastão, ofensiva que prendeu suspeitos de envolvimento em jogo ilegal (máquinas caça-níqueis) em setembro de 2009.
Aleander também era o dono do Porsche leiloado na sexta-feira, em Florianópolis, por R$ 176 mil. O dinheiro será depositado numa conta em juízo. Após o julgamento, será revertido para um fundo de segurança pública, se Aleander for condenado. Em caso de absolvição, deverá ser devolvido a ele.
O apartamento de Itapema continua sequestrado pela Justiça. O delegado da PF responsável pela operação, Luiz Carlos Korff, disse que a investigação constatou, em sete meses de apuração, que Aleander não tinha rendimentos suficientes que justificassem o elevado patrimônio. Aleander era considerado pela PF como o rei da jogatina na região de Itapema e Tijucas – em sua casa, em Brusque, a PF apreendeu R$ 2 milhões. A reportagem procurou o seu advogado, Juarez Piva, para ouvi-lo sobre os leilões de seus bens. O defensor não foi encontrado. Foi deixado recado em seu escritório, mas não houve retorno. Os réus aguardam o julgamento em liberdade.
O leilão do Porsche e de outros carros apreendidos pela PF antes do julgamento final do processo representou um marco contra a deterioração dos veículos em pátios de delegacias de Santa Catarina.
Mas ações assim custam a acontecer. A PF levou dois anos até concretizar a iniciativa. O modelo de leilão poderá ser copiado pelo Estado a fim de dar destino aos 30 mil veículos apreendidos em pátios em várias cidades do Estado.
A Secretaria de Segurança Pública instalou uma comissão para agilizar esses processos e promete dar resposta ao impasse em até seis meses.
 
“Em seis meses é possível vender”
ENTREVISTA: Pedro Walicoski Carvalho, juiz de Tijucas
O juiz Pedro Walicoski Carvalho, da 2ª Vara de Tijucas, abriu caminho para a Polícia Federal leiloar veículos apreendidos em Florianópolis. Ele afirma que o Estado pode evitar que os carros se deteriorem fazendo leilão.
 
Diário Catarinense – Há em SC 30 mil veículos apreendidos se deteriorando em pátios. O Estado afirma que não consegue dar agilidade por burocracia. O senhor mostrou que é possível fazer leilão antes da sentença. O que é necessário?
Pedro Walicoski Carvalho – Sem nenhuma dúvida é possível. Nós temos uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como instrumento. Logicamente não vai sair por aí se vendendo todos os bens apreendidos. Tem que se ter respeito, processo, ampla defesa. No caso aqui (leilão de carros) ouvimos os bancos, as financeiras, todos os envolvidos, até para dar segurança a quem compra.
 
DC – O que o Estado pode fazer?
Carvalho – A primeira providência seria criar uma comissão que avaliasse cada procedimento. Porque o administrativo é muito parecido com o judicial. Exige despreendimento.
 
DC – É possível leiloar o bem em até dois anos depois da apreensão?
Carvalho – Dá, sem dúvida nenhuma. Em seis meses é possível se fazer uma venda. Agora tem que ter uma comissão bem constituída com os órgãos competentes para avaliar cada situação. O Estado pode leiloar com base em procedimentos administrativos, independente da Justiça. Se a pessoa não vem retirar, não apresenta a defesa, o Estado não pode arcar com esse ônus de guardar esse veículo eternamente.
 
DC – Há previsão para a sentenção da Operação Arrastão?
Carvalho – Esperamos que saia até o final do ano. É um processo bastante volumoso, com mais de duas dezenas de acusados, então demanda, logicamente, um tempo, mas estamos em fase final. Deve haver duas ou três testemunhas para serem ouvidas e aí concluímos a instrução.
 
DC – A PF espera o leilão dos imóveis sequestrados. Um deles vale mais de R$ 1 milhão.
Pedro – Neste processo foi determinado alguns sequestros de imóveis. Logicamente isso não foi leiloado agora até porque não tem nenhum risco de desvalorização. Tem apartamento de valor bem considerável. Mas primeiro temos que chegar à conclusão do processo, na sentença.
 
 
 
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
Pedreiro morre esfaqueado
Um jovem de 23 anos foi preso na madrugada de sábado suspeito de matar a facadas Jackson Santana Pereira, 29 anos. O assassinato foi às 3h no distrito de Enseada de Brito, em Palhoça, na Grande Florianópolis.
De acordo com a polícia, ambos trabalhavam como pedreiros na construção de um condomínio de luxo entre a Praia de Fora e a Enseada de Brito, conhecido como o “condomínio da Gisele Bündchen”. Na noite de sexta-feira eles teriam discutido.
O suspeito contou à polícia que, na noite anterior ao crime, ele, Jackson e mais outros dois pedreiros discutiram no alojamento das obras, uma fábrica de tijolos desativada. Horas depois, Jackson foi esfaqueado no alojamento, deitado em sua cama.
O jovem preso chegou a contar que teria acordado Jackson antes de matá-lo para que “ele soubesse que estava sendo morto”. Ainda conforme o depoimento, a morte foi encomendada. O suspeito diz ter recebido R$ 2 mil do mandante do crime, um dos participantes da discussão na noite anterior.
O homem que confessou o homicídio é de Recife, Pernambuco. A vítima também é do Nordeste do Brasil.