Área do associado

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Clipping do dia 14 de junho

14.7.2011
CLIPPING
14 de Julho 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assuntos: Obras para reduzir alagamento no Centro de Criciúma
                   Protesto contra penitenciária em Palhoça
                   Nova sede do batalhão da Polícia Militar Ambiental
 
VEJA BEM
As obras do canal auxiliar para reduzir os riscos de alagamentos no Centro de Criciúma chegam a reunir uma plateia de curiosos fiscalizando as máquinas trabalhando na Praça Nereu Ramos. O pessoal não quer saber depois da obra pronta de ouvir a turma do “veja bem” em caso de novas inundações.
 
O PROTESTO QUE NINGUÉM VIU
Os moradores de Palhoça escolheram o dia errado para protestar na Assembleia Legislativa contra a transferência do complexo prisional de Florianópolis para a sua cidade. Depois de fechar a BR-101, os manifestantes lotaram seis ônibus e foram até a frente do Palácio Barriga Verde. Só não imaginavam que lá dentro a cuíca estava roncando. Leia mais na página 34.
 
NOVA SEDE
O secretário da Segurança Pública, César Grubba, assinou o termo de concessão que garante o uso do terreno do Parque da Aventura, em Coqueiros, para o Batalhão de Polícia Militar Ambiental. Na área, com cerca de 21 mil metros quadrados, será construída a nova sede do batalhão. Tomara que sim!
 
 
ALIÁS
A SSP também está à procura de um imóvel para alugar no Saco dos Limões enquanto reforma o prédio da 2ª DP. É o mesmo imóvel que, no final do ano passado, foi interditado por excesso de pulgas.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Acidente com banana boat
 
Inquérito policial é inconclusivo
Ninguém foi indiciado ou apontado como culpado pela batida entre lancha e um banana boat, que feriu uma menina de 12 anos
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigou as causas do acidente entre uma lancha e um banana boat, que deixou gravemente ferida a turista Tamara Dallafavera, 12 anos, dia 5 de março. No entanto, nenhum dos condutores das embarcações foi indiciado pela polícia, e o relatório da delegada Maria de Fátima Souza Ignácio não aponta culpados.
O resultado da investigação será analisado pelo Ministério Público, que poderá oferecer denúncia contra os envolvidos. O condutor da lancha que atingiu o brinquedo, o juiz aposentado Disney Sivieri, que mora em Curitiba (PR), vai depor por meio de carta precatória. Segundo Maria de Fátima, o inquérito foi concluído antes de Sivieri dar explicações, porque tanto ele quanto o piloto do banana boat já haviam apresentado defesa à Capitania dos Portos. Em abril, a Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí também concluiu as investigações.
O relatório apresentado ao Tribunal Marítimo do Rio de Janeiro aponta os condutores das duas embarcações como culpados. Sivieri e Barcellos deverão ser ouvidos novamente para que o juiz possa dar a sentença. Eles poderão receber penas entre a retenção ou cassação da carteira de habilitação, e pagamento de multa de até R$ 3 mil.
 
Tamara se recupera
Quatro meses após o acidente, Tamara Dallafavera, 12 anos, ainda luta para voltar a caminhar. A menina estava a bordo do banana boat quando o brinquedo foi atingido pela lancha e teve as pernas feridas pelas hélices. Só depois de três semanas internada no Hospital Santa Inês e outros 49 dias na casa de uma tia, em Balneário Camboriú, a garota teve autorização médica para fazer a viagem de volta para casa, no Rio Grande do Sul.
Mara Dallafavera, mãe de Tamara, diz que a filha precisou passar mais 20 dias internada num hospital em Viamão, para a retirada de pinos da bacia e da coxa.
Ela ainda terá de encarar mais um procedimento médico para retirar o ferro que sustenta a canela.
– Ela está feliz por estar em casa novamente e tem se recuperado bem – conta a mãe.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Protesto contra construção do Complexo Penitenciária de Palhoça
 
Grupo faz protesto na 101 para barrar a construção
Estudo da Fatma, que define se local é APP, deve ser entregue ainda esta semana ao governo
Munidos de faixas, cartazes e apitos, os moradores da baixada do Maciambu, Praia da Pinheira e Guarda do Embaú, em Palhoça, bloquearam a BR-101 Sul, por volta das 12h30min de ontem. Eles protestaram contra a construção do Complexo Penitenciário da Grande Florianópolis na região, anunciado no começo deste mês.
Os manifestantes ficaram cerca de 15 minutos na rodovia, bem perto do terreno onde será construída a penitenciária, no Bairro Maciambu. Depois do protesto, eles foram para a Assembleia Legislativa, onde representantes do Movimento Penitenciária Não – criado por moradores – entregaram aos deputados um documento com as razões pelas quais são contra a instalação do complexo. Eles também apresentaram um estudo com os impactos ecológicos, culturais e econômicos que a construção irá provocar.
 
Análise aponta se terreno é área de preservação
A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) deve entregar até amanhã ao governo estadual a análise que vai apontar se o terreno está ou não em uma Área de Preservação Permanente (AAP). Segundo informação antecipada ao colunista do DC Roberto Azevedo, o local está protegido pela legislação ambiental, o que impediria a construção da penitenciária no local. Além disso, o governo federal pretende incluir a área na Reserva Indígena do Maciambu (leia na página 9 desta edição).
Se a área total, que tem 120 hectares, for considerada APP, o governo terá de definir outro local para a nova estrutura, que, pelo projeto, terá 2,2 mil vagas e está orçada em R$ 80 milhões.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Código Florestal Nacional
 
Agrônomos querem aprovação
Profissionais debatem tema em congresso, em Florianópolis, e defendem autonomia do Estado para definir questões ambientais
O polêmico Código Florestal Nacional voltou à pauta dos debates em Santa Catarina. O assunto é um dos temas nacionais do 7o Congresso Estadual de Engenheiros Agrônomos, que começou ontem, em Florianópolis. Após a discussão, os profissionais devem elaborar um documento, com embasamento científico, sobre a necessidade do Estado legislar suas questões ambientais.
A conclusão será enviada ao governo federal e pretende dar consistência ao projeto do novo código, que foi aprovado na Câmara Federal, em maio, e está sendo discutido no Senado. A nova proposta pretende dar autonomia aos estados para fazerem sua própria lei ambiental enquanto que a atual, que vigora desde 1965, estabelece as mesmas condições para todas as regiões do país. Os agrônomos catarinenses defendem que as exigências ambientais cumpridas no Estado não podem ser as mesmas dos outros, e temem prejuízos na agricultura, caso não haja aprovação do novo código.
– Nosso clima, microclima e topografia são peculiares. Caso a lei de 1956 prevaleça, cerca de 70% do nosso território ficaria improdutivo – avalia o presidente em exercício da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado, Ademar Paulo Simon.
A Serra Catarinense seria a área mais afetada, por causa da altitude. A região tem cidades que estão a mais de 1,7 mil metros de altitude, mas a lei atual define que toda área acima de 800 metros é considerada Área de Preservação Permanente (APP):
– Nossa preocupação é que o Estado continue tendo autonomia para decidir suas questões ambientais e, para isso, é preciso uma visão mais técnica do processo, que foi elaborado por leigos.
Santa Catarina é o único estado brasileiro que tem um Código Ambiental Estadual. Aprovado em março de 2009, o código define as regras da produção catarinense. A aprovação do novo código vai consolidaria sua aplicação.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Mais vereadores em SC
 
Câmara de Palmitos cria duas vagas
Palmitos, na região Oeste do Estado, foi a 31ª Câmara de Vereadores de Santa Catarina a aprovar o aumento do número de vereadores.
A partir da aprovação do projeto de lei, na terça-feira, o município, que hoje tem nove vereadores, passará a ter 11 parlamentares a partir de 2013. Com esta votação, já são 116 novas vagas de vereadores aprovadas em Santa Catarina.
O projeto de alteração do número de cadeiras já havia passado pela primeira votação e, agora, foi aprovado pelo plenário, em segunda votação. Segundo o presidente da Câmara, vereador Gelson Luiz Delazere (PSDB), o projeto fez a adequação da lei, já que a PEC aprovada pelo Congresso garantiu ao município o direito de ter mais dois parlamentares.
O tucano afirma que o assunto foi discutido informalmente com a população e que não houve reações contrárias à proposta.
– Consultamos a população, não através de audiência pública, mas os nove vereadores conversaram com os moradores e com as lideranças. Para nós, não chegou nenhuma posição contra – disse Delareze.
De acordo com o presidente, há folga no orçamento para viabilizar as duas novas vagas. O espaço físico também não será problema, já que está sendo construída a nova sede da Câmara, com a previsão de espaço para abrigar 11 vereadores.
Delazere diz que a parte administrativa do prédio deve ser concluída até o final do ano e o plenário deve ser finalizado até 2013. Como a maior parte dos vereadores, Delazere justifica as 11 vagas com o argumento do aumento da representatividade.
– Serão duas lideranças a mais atuando no município – destaca o presidente.
A previsão de criação de novas vagas está amparada na emenda constitucional aprovada em 2009. Conforme as faixas populacionais, 81 câmaras poderiam alterar o número de vereadores (confira no quadro ao lado como está a situação no Estado).
Mas a alteração nao é automática, depende de votação em plenário para mudança na Lei Orgânica de cada município. O prazo máximo é início de outubro, um ano antes da eleição.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Caso Beatriz
 
Confissão sob suspeita
Parente do jovem que confessou o crime afirma que ele assumiu autoria no lugar de outra pessoa
A cada dia, a suspeita de que há outros envolvidos no assassinato de Beatriz Machado, seis anos, em Florianópolis, fica mais forte. Além da polícia e do advogado de defesa, agora um parente próximo do jovem de 17 anos que confessou o crime acredita que ele assumiu no lugar de outra pessoa. O familiar contou que o jovem recebeu um telefonema no domingo, pouco antes de se entregar. O rapaz não contou do que se tratava, mas para o parente, a ligação era uma ordem. Um atentado contra a casa da família reforça a hipótese.
Passava das 17h de domingo quando o jovem foi à Central de Polícia acompanhado do pai. Horas depois, parentes chegavam em casa e foram surpreendidos por três disparos que, por sorte, não acertaram ninguém.
– Era um aviso para ele se entregar. Provavelmente não sabiam que ele já estava na delegacia – conta o parente que não quer se identificar.
A mãe e dois irmãos do adolescente tiveram de se mudar do bairro. O familiar acredita que o jovem assumiu o crime no lugar de outra pessoa. Beatriz foi baleada à 1h30min e segundo esse parente, até a 1h, o garoto estava em casa. Depois, todos adormeceram e não viram se ele saiu.
Em entrevista à RBS TV, o adolescente confirmou ser ele o autor do disparo de pistola 9 mm que matou Beatriz na madrugada de sábado. Ele disse que teve um “rolo” com o tio da menina, estava sendo ameaçado e ficou desesperado, mas não tinha a intenção de machucar Beatriz.
 
OAB pede cautela no caso
Para o presidente da Comissão de Criminalidade e Violência Pública da OAB-SC, Juliano Keller do Valle, é preciso haver maior cautela nas confissões de adolescentes, pois elas podem ser facilmente derrubadas com provas periciais ou testemunhais.
– É recorrente que adolescentes assumam a autoria de crimes que não cometeram ou que não cometeram sozinhos – destaca.
O advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho, que assumiu o caso como assistente de acusação, diz ter tido informações de que o adolescente teria contado a um companheiro de cela que se entregou no lugar de outra pessoa. O jovem está na carceragem da 6ª Delegacia de Polícia em Florianópolis.
Apesar de todas as dúvidas levantadas, a confissão dele bastou para que o delegado Ênio Mattos, da Homicídios, desse a autoria do crime como solucionada, mesmo sem o jovem ter antecedentes criminais, testemunhas ou provas materiais. Após ser ouvido, no domingo, quando se entregou, ele prestou novo depoimento na segunda-feira e foi apreendido.
O delegado Alexei Rolemberg, que investiga a participação do jovem, também acha a confissão do jovem duvidosa. Ele costuma dizer que os jovens são usados pelo tráfico por serem uma “mão de obra barata” e o caso desse adolescente, pode ser mais um. Por isso, da parte dele, o caso ainda não foi encerrado.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: PM rendido
 
PM rendido por bandidos
Policiais civis da 10ª Delegacia de Polícia investigam um assalto à casa de um empresário de São Paulo no Canto da Lagoa, em Florianópolis, na madrugada de ontem.
Um cabo da Polícia Militar que estava de folga foi encontrado algemado no banheiro da casa pelos bandidos. A PM informou que ele era amigo do dono e estaria no local para tratar dos animais, pois os moradores estavam em viagem. O roubo foi descoberto às 2h30, depois que PMs viram um Renault Logan abandonado no Bairro Capoeiras, no Continente. Na consulta das placas, os policiais apuraram que pertencia a um policial militar e ligaram para a sua casa. A mulher que atendeu contou que o policial estava na casa de um amigo na Lagoa. Os PMs encontraram o cabo da PM preso à própria algema.
A delegada Salete Teixeira disse que o cabo foi agredido e ameaçado de morte pelos ladrões. Os homens levaram rodas de carros, objetos eletrônicos, um revólver calibre 38 do PM e o carro dele. Ninguém foi preso.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
Menina de 12 anos é morta
Uma menina de 12 anos foi encontrada morta, terça-feira, em Abelardo Luz, no Oeste. Jaqueline Greff Camargo foi atacada quando ia para a escola, às 6h.
Como estava escuro, ela utilizou uma lanterna para chegar até o ponto de ônibus, na estrada geral. O corpo foi encontrado por um grupo de crianças às 15h, no mato, a 100 metros do ponto de ônibus. A menina teria morrido a pauladas. Um pedaço de madeira estava ao lado da vítima. O delegado Luiz Carlos Dadan, acredita em um tentativa de estupro.
– Mas a princípio, não teria ocorrido. Aparentemente não houve violação das roupas da menina. Mas só os laudos podem esclarecer.
Jaqueline, filha de agricultores, morava com a vô em Três Palmeiras e pegava o ônibus diariamente à beira da estrada. Não há suspeitos.
 
 
Pai agride diretora de creche na Capital
Uma discussão entre um pai e a diretora do Núcleo de Educação Infantil São João Batista, no Bairro Rio Vermelho, no Norte da Ilha, foi parar na delegacia. O homem, que tentava uma vaga na instituição para o filho, teria ferido a diretora com um cano de ferro. Nervoso, ele teria batido com um cano na mesa da funcionária, que para proteger o notebook, teria colocado a mão na frente. Já a diretora, alega que o homem teria tentado acertá-la. Foi feito um termo circunstanciado contra o pai e a diretora tem seis meses para formalizar uma representação contra ele.
 
Homem é morto em casa após assalto
Três jovens – entre eles um menor de idade – foram presos ontem de manhã, em Abelardo Luz, acusados de matar um homem de 78 anos. A vítima, Richeto Pertile, que era agiota, foi encontrado morto e amordaçado no banheiro de casa. O crime teria ocorrido na terça-feira à tarde. Os acusados foram descobertos porque utilizaram um cheque roubado do idoso para pagar um táxi.
 
Marido responderá processo em liberdade
Darci Venâncio Rosa Filho, 34 anos, preso em flagrante após matar a esposa estrangulada há um mês, pagou fiança de R$ 22 mil e deve responder o processo em liberdade. O crime foi no dia 14 de junho, no apartamento do casal, no Bairro Santo Antônio, em Joinville. Vizinhos escutaram a briga do casal, e a Polícia Militar foi chamada. Os policiais encontraram Cristhiane caída na sala, já sem vida. Darci alegou legítima defesa.
____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Geral
Assunto: Professores tentam invadir plenário na Assembleia Legislativa
 
Baderna na Assembleia Legislativa de Santa Catarina durante aprovação do projeto do magistério
Professores contrários à aprovação do projeto do governo tentaram invadir o plenário nesta quarta-feira (13)
 
Bope foi chamado para reforçar a segurança da Assembleia
 Depois de muito tumulto e até tentativa de invasão do plenário por parte dos professores estaduais que lotaram a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, nesta quarta-feira (13), os deputados aprovaram por 28 votos a favor e 8 contra, o projeto de lei complementar 26, de autoria do governo do Estado e que trata da última proposta salarial aos professores da rede estadual que estão em greve desde o dia 18 de maio. Houve muito protesto dos professores durante o dia inteiro. Os grevistas alegam que o projeto do governo liquida o plano de carreira do magistério. Depois da sessão, que terminou às 19h, os professores saíram gritando que a greve continua.
Apesar das manobras da oposição para obstruir a votação, e da pressão dos grevistas que estavam acampados na Assembleia desde segunda-feira, prevaleceu a posição dos deputados da base governista, que são a maioria. A base do governo tem 31 deputados, contra nove da oposição. Três deputados estavam ausentes e não houve o voto do presidente.
 
Momentos de tensão
O momento mais tenso foi quando professores que estavam no hall da Assembleia, acompanhando a reunião conjunta das comissões por meio de um telão, tentaram invadir o plenário pela porta lateral. O barulho dos murros dados nas portas de vidro assustou os deputados. A sessão foi suspensa. A emoção levou muitas professoras às lágrimas. Pessoas desmaiaram. Os socorristas do Corpo de Bombeiros foram chamados. Um manifestante foi encaminhado ao Hospital Universitário porque teve alteração de pressão. Apesar do tumulto não houve registro de feridos, nem de agressão ou de qualquer equipamento quebrado. A casa Militar da Asssembleia acionou o Bope e apoio de mais efetivo militar.
A invasão ocorreu quando o relator do projeto, deputado Joares Ponticelli (PP), lia o seu relatório. Foi o momento de maior agitação nas galerias. O deputado afirmou que o projeto trazia avanços. Em relação à primeira proposta do governo, que fixava o salário inicial com base no piso nacional da categoria, representava um impacto de R$ 14 milhões. A segunda proposta, representava impacto na folha de R$ 28 milhões. E o atual projeto obriga reajuste na folha de R$ 38 milhões. 
Depois que a segurança foi redobrada e os ânimos serenaram, o presidente da CCJ, deputado Romildo Titon, reabriu a reunião das comissões conjuntas. Por volta das 17h foi colocado em votação no plenário.
O projeto foi votado um dia antes dos deputados entrarem em recesso legislativo. O recesso começa nesta sexta-feira (15) e termina dia 31 de julho. Para votar em regime de urgência o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) evocou o regimento da Câmara Federal. A oposição protestou. “Estão rasgando regimento desta Casa”, afirmou a deputada Luciane Carminatti (PT). O regimento da Câmara Federal foi uma artimanha para evitar que a oposição pedisse vistas do projeto que tramitou em regime de urgência. Um pedido de vistas adiaria a votação para agosto. O deputado sargento Soares disse que era golpe. A reação do deputado incendiou as galerias que estavam lotadas. Gritos contra o governo ecoavam pelo plenário comprometendo a discussão do projeto durante reunião conjunta das comissões de Trabalho, Justiça e Finanças.
O governador tem 15 dias para sancionar. Como tem urgência porque precisa rodar a folha de pagamento até dia 16 de julho, deve sancionar o projeto hoje.
 
A greve continua
Os professores em greve vão fazer hoje assembléias regionais para avaliar a situação depois da aprovação da lei. O Comando de Greve marcou reunião para fazer um balanço e traçar novas estratégias. A tendência é pela continuidade do movimento porque a revolta dos professores só aumentou com a aprovação do projeto do governo.
 
BLOGS
 
Paulo Alceu
 
Insatisfeito
“Eu vou rever isso tudo. Não vai ficar assim. Vou desfazer esse negócio que é muito ruim para o Estado,” atirou o governador Raimundo Colombo indignado com a negociação feita com a prefeitura de Palhoça na gestão passada. Um terreno nobre, segundo o governador valendo R$ 60 milhões, foi entregue à prefeitura em troca de outro terreno para a construção da nova penitenciária, que será desativada em Florianópolis. O que aconteceu? O governador tomou conhecimento que a área é inapropriada para qualquer tipo de edificação. É um banhado. Inclusive plantavam arroz no local. Além disso, não vale mais de R$ 2 milhões. A prefeitura de Palhoça beneficiada com o terreno de R$ 60 milhões vendeu para uma empresa de habitação popular por um preço, segundo informações, muito abaixo do real. E agora? O governador Colombo vai fazer de tudo para anular essa transação, pois achou um desaforo. E sobre a penitenciária existem outras opções na região que estão sendo avaliadas. Nada de concreto ainda.
 
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
 
Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: PM do Rio cria plano para analisar casos de autos de resistência
 
 
PM do Rio cria plano para analisar casos de autos de resistência
Até o fim do ano, viaturas da corporação estarão equipadas com câmeras
 
Um dos objetivos deste plano é fazer com que a corporação conheça cada caso para, depois, desenhar estratégias para sempre melhorar a atuação da polícia. Segundo o corregedor da PM, coronel Ronaldo Menezes, todas as informações possíveis sobre as mortes serão apuradas, desde o depoimento dos envolvidos até possíveis provas técnicas colhidas por peritos.
 “A delegacia vai mandar o registro, vamos ouvir todo mundo e, a partir daí, o caso vem para a corregedoria, onde passará por uma análise e acompanhamento. Se for o caso, poderemos abrir um Inquérito Policial Militar, depende da avaliação. Cada caso é um caso. Depois, o militar envolvido no auto de resistência será encaminhado ao setor de psicologia. Após esse acompanhamento poderemos até deslocar o policial para outra função, se assim for recomendado”, explicou o corregedor.
A medida surgiu principalmente após o caso da morte do menino Juan Moraes, de 11 anos. O garoto, segundo o relato de seu irmão Wesley, de 14 anos, teria sido baleado em um confronto entre PMs e traficantes na favela do Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em 20 de junho. O corpo só apareceu na semana passada. No tiroteio, o próprio irmão de Juan e um jovem foram baleados e um suspeito acabou morto. PMs estão sendo investigados pelo crime.
O comandante geral da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte, ressaltou a importância de a corporação saber como cada policial atua e como aconteceu cada auto de resistência.
“O Rio de Janeiro, por anos, foi tomado por armas de guerra em mãos criminosas, mas precisamos saber distinguir onde está a legítima defesa e onde está o simples descuido com a vida humana”, destacou o coronel Mário Sérgio.
Ainda de acordo com o comandante, a medida permitirá que a corporação adote medidas administrativas antes mesmo que as jurídicas sejam solicitadas.
Além desse novo protocolo de atuação, outras mudanças vão acontecer na atuação da corregedoria. A partir de agora, os processos que podem ocasionar em expulsões de militares serão analisados por uma comissão que vai funcionar dentro da corregedoria e não mais nos batalhões.
Cada comissão será composta por três pessoas, sendo uma delas o presidente, que será fixo. Os outros dois componentes serão substituídos a cada três meses.
Na semana passada, a Polícia Civil publicou uma portaria que determina investigação mais rigorosa nos casos de autos de resistência.
Com a medida, os delegados que registrarem este tipo de ocorrência deverão cumprir um roteiro obrigatório, acionando de imediato uma equipe para isolar o local, solicitando equipe de perícia, além da apreensão das armas dos policiais envolvidos. A Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) pode ser chamada se o fato ocorrer em áreas de risco.
 
Novos carros e equipamentos para a PM
Até o fim do ano, a Polícia Militar estará usando 1.508 novos carros equipados com computadores de bordo e câmeras embarcadas. Nesta terça-feira, a licitação da CS Brasil, vencedora do pregão eletrônico, foi homologada, e a previsão é de que o contrato seja assinado ainda nesta semana. A compra dos equipamentos deve ser concluída até o fim de dezembro.
Segundo o subsecretário de Modernização Tecnológica da Secretaria de Segurança, Edval Novaes, o computador de bordo vai agilizar o trabalho dos policiais nas ruas.
“São dois mil terminais de bordo para instalar, assim como as câmeras. O computador estará conectado à internet e vai permitir que as informações sejam passadas com mais precisão. Estamos desenvolvendo um sistema que vai substituir as ocorrências preenchidas com papel e caneta. O policial vai preencher essa ocorrência no computador e esses dados vão para o batalhão ou, se for o caso de registro, direto para a delegacia, em um sistema integrado com a Polícia Civil”, explicou
Já as imagens gravadas pelas câmeras embarcadas serão guardadas por, no mínimo, 60 dias. Somente as que forem solicitadas serão separadas e armazenadas em outro local, onde não serão apagadas.
“É importante para o controle e até para a defesa do próprio policial. A câmera embarcada vai multiplicar a nossa capacidade de observação”, disse.
Os novos veículos, das marcas Logan e Blazer, custaram ao Estado cerca de R$ 490 milhões. Já o investimento nos equipamentos está estimado em R$ 32 milhões.