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Clipping do dia 13 de fevereiro

13.2.2011
CLIPPING
13 Fev 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Fuga em Criciúma
 
Sete detentos abrem buraco na parede e fogem de presídio em Criciúma
Até a tarde deste domingo, cinco continuam foragidos
Um buraco feito numa parede do presídio Santa Augusta, em Criciúma, foi a forma que sete detentos encontraram para fugir do local no final da manhã de sábado. O grupo cumpria pena no regime semiaberto.
No início da tarde de sábado, a polícia recapturou um deles perto do presídio, e na manhã deste domingo outro foi localizado. A administração do presídio não divulgou a identidade desses dois. Ainda são procurados Anderson Esteves da Silva, Adrim de Abreu Rabelo, Júnior Candinho Hilário, Márcio da Silva Castinhos e Elvis Borges de Medeiros.
De acordo com o administrador do presídio, Jovino Zanelatto, a fuga ocorreu durante o horário de visitas, às 11h30min, na área em que os homens tomam banho de sol.
A abertura na parede deu acesso ao pátio da fábrica de lajotas. Deste local, os sete homens se esconderam até alcançarem o muro da instituição aos fundos do Instituto Médico Legal (IML) e pularam para a rua.
— Vamos abrir uma sindicância interna para apurar se houve falhas dos agentes prisionais ou até envolvimento, o que não acredito — explica Zanelatto.
Ele acrescenta que também será investigado como aconteceu a saída dos presos, pois ninguém teria notado a abertura do buraco. Zanelatto acredita que, em razão de a parede ter espessura fina, não fez barulho o trabalho de abertura e, por conseqüência, não chamou a atenção.
A fuga dos presos, que cumpriam pena por furtos e assaltos, será comunicada ao Ministério Público (MP).
— O MP deverá alterar o regime para o cumprimento das penas dos fugitivos — acredita Zanelatto.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Chuvas de janeiro
 
Sem descanso após a enchente
Com benefício curto, cinco famílias em abrigo provisório da prefeitura penam para achar onde morar e como pagar o aluguel
O drama de cinco famílias atingidas pela enchente de janeiro que estavam alojadas na Escola Municipal Ruben Roberto Schmidlin, no Morro do Meio, em Joinville, está longe do fim. Como os 1.047 alunos da escola voltam às aulas na segunda-feira, as famílias deveriam deixar o abrigo improvisado na sexta-feira. Mas têm enfrentado dificuldade para encontrar imóveis para alugar no valor do auxílio-moradia oferecido pela prefeitura (R$ 486).
Na sexta-feira, a Secretaria Municipal de Assistência Social montou força-tarefa para ajudar as famílias a encontrar um imóvel.
– Disponibilizamos três carros e assistentes sociais para que as famílias visitassem imóveis levantados pela equipe da secretaria – explica a assistente social Maura Ferraz.
Três famílias acharam apartamentos para alugar no Bairro Vila Nova. Outras duas, mais numerosas, continuam à procura. Como ainda é preciso acertar os detalhes burocráticos do contrato de aluguel, a prefeitura providenciou outro abrigo para as cinco famílias: a sede de um projeto social do município, no Bairro Floresta.
 
Desde janeiro já foram três mudanças
Já é a terceira mudança desde a enchente, em janeiro. A cheia causou a interdição de casas, e as pessoas que não tinham para onde ir foram abrigadas, primeiramente, na Escola Estadual Antônio Alpaídes. Com o início do ano letivo, as famílias acabaram transferidas para a Escola Municipal Ruben Roberto Schmidlin, onde os alunos tiveram as aulas adiadas por uma semana. A situação criou desconforto generalizado, principalmente para os desabrigados.
– Não aguento mais ouvir os pais perguntarem à direção da escola quando esses flagelados, se referindo a nós, vão sair da escola para os filhos deles poderem ter aula – desabafou ontem Luzia Aparecida de Ávila Gazola.
Luzia é uma das moradoras que perdeu quase tudo na enchente. Na manhã de sexta-feira, não tinha a menor ideia de onde iria morar:
– Está muito difícil encontrar um imóvel nesse valor. Quando a gente encontra, é em áreas onde também tem problema de enchente.
Neste ano, cerca de 80 famílias foram desalojadas devido às fortes chuvas em Joinville. Destas, 63 procuraram a Secretaria de Assistência Social para requerer o auxílio-moradia. Dezessete destas famílias tiveram o pedido aprovado e três já estão em casas alugadas. As demais estão providenciando a documentação necessária para ter acesso ao benefício.
A maioria aguarda o resultado do processo na casa de parentes e cinco famílias permanecem em abrigos à procura de imóveis, segundo elas, porque as condições impostas pelo proprietário e pelo programa governamental inviabilizam o aluguel das residências. De acordo com os desabrigados, os proprietários exigem um adiantamento, fiador, e outras garantias. Só que a prefeitura só efetua o pagamento no fim do mês.
 
Auxílio-moradia só após pagamento
Além disso, outra situação preocupa as famílias. A funcionária da Secretaria de Assistência Social que vem coordenando o trabalho com os desabrigados, Maura Ferraz, frisa que as famílias precisam primeiro pagar o aluguel do imóvel, para só depois serem reembolsadas:
– Sem o comprovante do pagamento, não podemos conceder o benefício, é uma exigência prevista no programa do governo federal.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Moacir Pereira
Assunto: Governo e segurança pública
 
DIAGNÓSTICO
A área da segurança pública mostrou fratura exposta, com a maior fuga coletiva da história. O governador foi a Itajaí e teve que ordenar ações urgentes para que o presídio regional, outra entrega festiva e política do governador Pavan, possa funcionar dentro de 30 dias. Nem o sistema de esgoto estava ativado. Em Tubarão, um fato idêntico. Joinville teve três delegacias inauguradas em dezembro de 2010. Estão todas fechadas. O presídio de Blumenau está uma lástima. Várias delegacias de Florianópolis ressentem-se de instalações, viaturas e condições para combater a criminalidade. No interior, os policiais têm que remover os computadores, porque chove na delegacia.
O governador Raimundo Colombo inaugurou, esta semana, uma experiência produtiva. Uma seminário em que os 29 dirigentes das autarquias, fundações e empresas fazem relatórios, apresentam os projetos e justificam a permanência dos órgãos. Poucos presentes sabiam do funcionamento de duas agências para fiscalização dos serviços públicos: a Agesc – Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Santa Catarina –, e a Agesan – Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina. O que isto representou em melhoria dos serviços de água, luz e telefone para o povo catarinense, eis a grande incógnita. Durante os seminários, a exposição da Companhia de Habitação (Cohab) foi precária. Os números de casas construídas não bateram e a presidente não soube responder algumas indagações do próprio governador. Por outro lado, ficou-se sabendo pelo presidente Murilo Flores que a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) tem hoje 130 mil processos de licença ambiental pendentes de análise. O inédito programa tem por lema “governar o governo”.
 
O título resume tudo. Sabendo-se que a folha de pessoal vai ter, só este ano, aumento de R$ 830 milhões, é de se perguntar: continuidade nessa barafunda?
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
Veículo: Agência Estado
Editoria: Brasil
Assunto: Santa Catarina tem 98 cidades em situação de emergência
 
Santa Catarina tem 98 cidades em situação de emergência
850 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas. Os desabrigados e desalojados eram mais de 22 mil
Já são 98 os municípios de Santa Catarina que decretaram emergência pelas enxurradas que atingem o Estado. Outras oito cidades também estão na mesma situação por outros motivos: quatro devido aos vendavais, uma por erosão, duas por ressaca, uma por alagamento e uma por praga. Em Mirim Doce, no Vale do Itajaí, o prefeito decretou situação de calamidade pelas enxurradas em janeiro. Ao todo, 107 cidades estão em situação de emergência.
A Defesa Civil não divulgou os números atualizados sobre desalojados e desabrigados por conta das chuvas. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, não é possível precisar o número de pessoas que tiveram que deixar suas casas, pois muitas já puderam retornam as residências, considerando que a maior parte das cidades decretou situação de emergência em janeiro.
No último balanço divulgado pela Defesa Civil, aproximadamente 850 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas. Os desabrigados e desalojados eram mais de 22 mil. E o Estado já havia registrado seis óbitos.
Nesta semana, os municípios de Nova Veneza, Vargem, Pomerode, Penha e Morro Grande registraram chuvas fortes e prejuízos por causa das enxurradas. Em fevereiro, as cidades de Benedito Novo, Blumenau, Modelo, Rio Fortuna, Sul Brasil e Urubici decretaram situação de emergência em decorrência das enxurradas causadas pelas fortes chuvas que atingem Santa Catarina.
 
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Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Especialistas pedem órgão contra desastres naturais
 
Especialistas pedem órgão contra desastres naturais
Um mês após a tragédia no Rio, especialistas defendem mudança do critério de classificação de desastres naturais
 
Um mês após a tragédia que deixou 893 mortos e 408 desaparecidos na serra fluminense, especialistas em geotecnia e hidrologia afirmam que há um consenso: é preciso revisar a metodologia de classificação de áreas de risco no País. Reunidos no Clube de Engenharia, eles defenderam a criação de órgão nacional para prevenir e centralizar ações em casos de desastres naturais.
Presidente da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia (ABGE), Fernando Kertzman diz que os mapas de risco “terão de ser instrumentos de planejamento muito mais abrangentes do que são hoje”. “Saí de lá (da região serrana) com conceitos completamente diferentes dos que eu tinha antes”, conta.
Segundo ele, os mapeamentos não podem levar em consideração apenas critérios geotécnicos dos morros e encostas. Dados hidrológicos são essenciais e devem ser mais precisos, assim como os meteorológicos. “Qualquer um de nós compraria um apartamento no prédio (em Nova Friburgo) onde os bombeiros que ajudavam no resgate morreram soterrados”, acrescentou Kertzman.
“Vamos ter de revisar algumas coisas depois dessa experiência”, avalia o engenheiro geotécnico Willy Lacerda, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para Moacyr Duarte, também da UFRJ, é indispensável incorporar novas tecnologias, aliando sobrevoos de baixa altitude a imagens de satélite e inspeções geotécnicas.
Especialistas apontam como modelo de órgão federal a Geo-Rio, criada em 1966, após uma catástrofe: a chuva de verão que deixou 70 mortos e mais de 500 feridos. “Defendo uma entidade federal para subsidiar as prefeituras, venho batendo nessa tecla desde 2005. Os municípios não têm recursos para manter pessoal especializado”, disse Francis Bogossian, presidente do Clube de Engenharia.
Para Kertzman, o órgão reuniria especialistas “perdidos” em departamentos dos Ministérios da Integração e das Cidades, além da Defesa Civil. “É só reunir o que já existe e trabalhar o ano inteiro com previsão meteorológica, com definição de área de risco, com remoção de pessoas que vivem nesses locais e com política de prevenção, não só de emergência”, disse o presidente da ABGE. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Operação no Rio prende mais dois policiais acusados de corrupção
 
 
Operação no Rio prende mais dois policiais acusados de corrupção
 
A Polícia Federal confirmou que mais duas pessoas procuradas na Operação Guilhotina – que desarticulou quadrilhas comandadas por policiais civis e militares do Rio – entregaram-se na manhã de hoje: o subtenente da Polícia Militar Marcos Antonio de Carvalho, conhecido como Marco Paraíba, e o inspetor de Polícia Civil Christiano Gaspar Fernandes. No total, o Ministério Público do Estado do Rio requereu a prisão preventiva 45 pessoas.
Megaoperação prende policiais corruptos no Rio
Até o momento, 37 mandados foram cumpridos. Ainda há oito pessoas foragidas. Entre os presos estão 20 PMs e nove policiais civis.
O delegado Carlos Alberto Oliveira, ex-subchefe operacional de Polícia Civil e que vinha desempenhando o cargo de subsecretário de Operações da Secretaria Especial de Ordem Pública do Município do Rio, é um dos que estão presos. Ele foi transferido no fim da noite de ontem para o presídio Bangu 8. Entre as acusações estão as de venda de armas apreendidas para o tráfico, formação de milícias em comunidades carentes e pilhagens em favelas ocupadas para a implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).