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Clipping do dia 11 de agosto

11.8.2011
CLIPPING
11 de agosto 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Diretores do Siponl entregam proposta de enquadramento nos níveis de carreira
 
ALERTA TOTAL
Terça à noite, os diretores do Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis) foram até o Hotel Majestic e aguardaram a saída do vice-governador Eduardo Pinho Moreira, que participava de uma solenidade, para lhe entregar uma proposta de enquadramento dos níveis de carreira dos policiais civis. Hoje são oito níveis, mas eles querem a redução para quatro. Pinho se mostrou sensível ao pedido.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Consequências da chuva
 
Depois da chuva, os buracos
Malha viária de várias cidades ficou comprometida, tornando o tráfego perigoso e trazendo prejuízos para os motoristas
A chuva intensa dos últimos dias abriu novos buracos em várias rodovias e estradas de Santa Catarina e piorou a situação de pavimentações que já estavam precárias. Motoristas têm se deparado com cones de alerta em diversos trechos, mas a falta de sinalização apropriada em alguns locais tem causado acidentes e prejuízos aos condutores.
O carro da administradora escolar Odete de Lucca, de 57 anos, teve os dois pneus do lado esquerdo furados ontem de manhã por causa de um buraco em plena Avenida Beira-Mar Norte, na altura do Terminal de Integração da Trindade (Titri), em Florianópolis.
Indicando a presença do buraco, que tinha o tamanho de um automóvel, havia apenas um cone, com outro destruído ao lado. Como a via é rápida e sem recuos nessa parte, Odete precisou andar cerca de um quilômetro até conseguir parar:
– Devo ter amassado o aro.
O advogado Cristiano Braga, 31, teve o vidro da frente trincado em dois pontos por causa de outro buraco na Capital. Quando estava trafegando na SC-401, perto de Santo Antônio de Lisboa, na noite de terça-feira, pedras que tapavam o buraco atingiram em seu carro.
– Vou conversar com o Deinfra (Departamento de Infraestrutura de Santa Catarina) para eles me ressarcirem. Se não quiserem, vou acioná-los judicialmente – afirmou.
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), esse buraco causou estragos em, pelo menos, dez veículos. Dois deles bateram após uma freada brusca. Os outros tiveram os pneus estourados. Ontem à noite, o problema foi solucionado com a colocação que asfalto quente.
Ainda na Ilha, na Via Expressa Sul, sentido Centro-bairro, há três trechos em que o pavimento está esburacado. Em um deles, uma pista chegou a ser interditada. A Rua Deputado Antônio Edu Vieira, no Pantanal, e a Rua Padre Roma, no Centro, também apresentam a mesma situação.
Os problemas nas rodovias em Florianópolis se repetem em várias estradas de Santa Catarina (veja mapa nesta página). Praticamente todas as rodovias estaduais apresentam problemas que podem causar acidentes, como buracos, alagamentos e barro na pista, de acordo com o diretor de operações do Deinfra, Celso Faria. Por isso, a principal orientação é reduzir a velocidade.
– Poças se formam, buracos se abrem e não há como se antecipar.
O presidente do Deinfra, Paulo Meller, diz que assim que o tempo firmar, os buracos das rodovias estaduais serão preenchidos com asfalto quente, que não pode ser fabricado com chuva. Até o momento, de forma provisória, foi colocado asfalto frio, uma espécie de concreto com brita. Segundo o secretário de Obras de Florianópolis, Luiz Américo Medeiros, uma operação tapa-buraco nas vias urbanas já começou e deve durar até o fim da próxima semana.
 
Resgate de barco em Lages
O número de famílias atingidas pela enchente em Lages já passa de mil, segundo o coordenador da Defesa Civil do município, Cezário Flores. Na noite de terça-feira, o Rio Carahá, que corta a cidade num trecho de cinco quilômetros, represou na sua foz, o Rio Caveiras, e atingiu várias casas no bairro Habitação.
O Corpo de Bombeiros precisou resgatar algumas famílias com barcos, pois as casas ficaram completamente tomadas pela água. A cidade está em situação de emergência. Em menos de quatro horas, a água já havia atingido cerca de dez bairros da cidade. Outro ponto crítico foi na Várzea. O Rio Ponte Grande, que também desemboca no Caveiras, represou e atingiu várias residências.
Muitas famílias precisaram sair às pressas e não levaram quase nada, como a enfermeira Maísa Rambusch, de 48 anos. Ela teve que deixar a casa na noite de terça, e passou a madrugada no carro com o marido. Apenas um pouco de roupas foi salvo. O resto ficou na casa, debaixo da água.
 
Cerca de 300 famílias tiveram que deixar suas residências
A Defesa Civil informou que cerca de 300 famílias precisaram ser retiradas das residências e foram encaminhadas para as casas de parentes ou abrigos públicos. Na manhã de ontem, o nível da água continuou subindo e invadindo mais casas. Ainda no Bairro Habitação, a dona de casa Andréia dos Santos, de 31 anos, seus três filhos, sua irmã, sobrinho e a cunhada de 71 anos precisaram ser resgatados pelos bombeiros, pois a residência ficou ilhada.
 
– A água começou a subir de madrugada e a gente não teve como sair. Perdi muita coisa – lamenta Andréia.
Situação parecida viveu o comerciante Evadir Ullerich, de 46 anos. A casa onde ele mora com a mulher e o filho, também no Habitação, foi tomada pela água. Evadir priorizou salvar roupas e documentos. Depois retirou móveis e eletrodomésticos.
– A água subiu rápido.
A Secretaria Municipal de Água, Saneamento Básico e Infraestrutura (Semasa) está em alerta. Os motores da estação de tratamento de esgoto foram desligados por prevenção, pois se o nível da água não parar de subir, pode haver o comprometimento no abastecimento de água.
 
Maré alta agrava os alagamentos
A combinação de chuva intensa e maré alta fez as áreas ribeirinhas amanhecerem alagadas na região de Itajaí. No Bairro Carvalho, às margens do Rio Canhanduba, e em bairros da zona rural, moradores ficaram ilhados dentro das casas.
A previsão de nova maré alta, para o início da madrugada de hoje, mantém a Defesa Civil em alerta. O Ginásio Gabriel Collares, no Centro, foi colocado à disposição para receber possíveis desabrigados.
Duas escolas da área rural do município ficaram fechadas novamente. No Colégio Municipal Duque de Caxias, no Bairro Campeche, os alunos foram impedidos de chegar à unidade porque os acessos ficaram bloqueados pela água.
Na Escola Municipal Maria do Carmo Vieira, no Bairro Quilômetro 12, a chuva que escorreu pelo forro molhou as salas, já na terça-feira, deixando 168 crianças sem aulas por tempo indeterminado.
Em função da forte correnteza, a Capitania dos Portos fechou o canal de acesso ao Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu. Três entradas e três saídas foram canceladas. Uma nova avaliação das condições do canal deve ocorrer ainda hoje, e há possibilidade de retomada das manobras.
 
Dez bairros atingidos pela água em Rio do Sul
Apesar da abertura das quatro comportas de Ituporanga, o nível do Rio Itajaí-Açu em Rio do Sul continuou baixando. Na última medição, feita às 21h, estava em 8 metros. O pico foi à meia-noite de terça-feira, quando atingiu 8,83 metros.
A cidade permanece em emergência e só passará ao estado de alerta quando o rio atingir 6,7 metros. Ontem, 42 famílias ainda estavam em seis abrigos da cidade. Segundo a Defesa Civil, os 10 bairros afetados ainda tinham ruas alagadas.
Apesar do sol fraco, o dia foi de faxina para algumas famílias. A auxiliar de limpeza Odília Souza, do Bairro Barra do Trombudo, acordou cedo para retirar a lama da frente da casa.
– Já estou conformada, pois moro quase ao lado do rio e já enfrentei 12 enchentes. Já perdi tudo que eu tinha, vi minha casa partir no meio.
 
Barragem atrai visitantes
Na Barragem de Ituporanga, no Alto Vale do Itajaí, famílias inteiras podem ser vistas debruçadas sobre a ponte para olhar os dois lados da estrutura, que comporta 93,5 milhões de metros cúbicos de água. A cena se repete desde domingo, quando começou a chover forte. Ontem à tarde, cerca de cem pessoas puderam observar a lâmina de 84 centímetros de água que se formou após o reservatório transbordar.
 
A última vez que isso ocorreu foi em 2 de setembro de 2005, quando verteu 1,15 metro. A barragem, que controla a vazão excedente do Rio Itajaí do Sul, estava com as comportas fechadas desde terça-feira, para evitar que grandes volumes de água atingissem as cidades do Vale.
 
Sol hoje na maior parte do Estado
O sol, que ontem já brilhava no Oeste, hoje predomina na maior parte do Estado, segundo previsão da Central de Meteorologia da RBS. Apenas na faixa leste, que vai de Florianópolis a Joinville, haverá nuvens com chance de chuvisco localizado. A temperatura pode chegar a 20ºC em Florianópolis, 22ºC em Criciúma e 25ºC em Chapecó. À noite esfria um pouco no Oeste e na Serra.
Amanhã, haverá apenas algumas nuvens na faixa leste e, no sábado, sol em todo o Estado, com aumento da temperatura. A previsão é de que os termômetros ultrapassem 25ºC em várias cidades. Para Florianópolis, a previsão é de chegar a 27ºC e, em Chapecó, 30ºC. O Oeste foi a região privilegiada com o sol, que já começou a aparecer na manhã de terça-feira, após o temporal que atingiu algumas cidades. Mais dados sobre previsão do tempo na página 54.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Denúncia no IBAMA
 
Caso será apurado em Brasília
Superintendente estadual pediu apuração das suspeitas de corrupção e propina envolvendo servidores públicos do órgão
As denúncias de corrupção e propina no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Santa Catarina foram parar na presidência e corregedoria do órgão, em Brasília, e no Ministério Público Federal (MPF).
O superintendente estadual substituto do Ibama, Kleber Isaac Silva de Souza, pediu apuração das suspeitas envolvendo os servidores públicos nos âmbitos administrativo e criminal. Na edição de ontem, o DC publicou reportagem em que o empresário da J.A. 01 Desenvolvimento Urbano, Davi Corrêa de Souza, afirmou existir um grupo de fiscais do Ibama que estaria extorquindo empresários da Grande Florianópolis para não multar ou embargar empreendimentos.
Kleber disse que todas as denúncias envolvendo os funcionários do Ibama são apuradas pelo órgão em Brasília. Ele acredita que será formada uma comissão para apurar os fatos, identificar e ouvir os servidores suspeitos. Os funcionários continuarão trabalhando normalmente até que haja uma decisão.
Na esfera criminal, caberá ao MPF da Capital dar andamento. A Polícia Federal (PF) reiterou ontem que vai aguardar decisão do MPF ou da Justiça Federal antes de abrir inquérito policial.O pensamento do delegado Ildo Rosa, chefe de comunicação social da PF, é de que a análise do MPF sobre a investigação das denúncias feitas pela Polícia Civil irá dizer se será necessária ou não investigação:
– O MPF fará a análise se as informações e depoimentos obtidos pela Polícia Civil são suficientes para se oferecer já denúncia ou não. Por enquanto, estamos aguardando decisão ou a remessa dessa documentação.
O superintendente do Ibama considerou positivo o ato da empresa de denunciar para que providências sejam tomadas. Ele mandou as denúncias a Brasília e ao MPF na terça-feira. No dia anterior, indagado pelo DC a respeito, afirmou que não conhecia as suspeitas. Elas constavam na decisão liminar do dia 20 do mês passado da juíza federal Marjôrie Cristina Freiberg Ribeiro da Silva, da Vara Ambiental, que suspendeu multa e embargo dos fiscais do Ibama sobre o empreendimento de Davi Corrêa de Souza, o autor das denúncias.
Advogados do empresário afirmam que ele se negou a pagar R$ 250 mil cobrados por intermediários dos fiscais para que a obra não fosse multada ou embargada.
 
“Nunca conversei com alguém dessa empresa”
ENTREVISTA: Eduardo Benício de Abreu, Servidor do Ibama
O servidor do Ibama Eduardo Benício de Abreu é um dos suspeitos de ter cobrado propina dos empresários de São José. Ele procurou o DC ontem para dar sua versão sobre as suspeitas e negou as denúncias.
 
Diário Catarinense – O que o senhor tem a dizer sobre essas denúncias de corrupção no Ibama?
Eduardo Benício de Abreu – É um absurdo, não conheço esses caras. Eu sou um cara que fui no loteamento (Jardim Botânico) e falei que estava tudo correto. Aí, se depois foi gente lá que multou e achou erro e tal, não sou eu. Nunca conversei com alguém dessa empresa. Eu não sei quem é. E agora se estão usando os nomes de fiscais do Ibama de alguma forma… Se você pegar os fatos, você vai ver que eu sou o cara que fui em três empresas ali, uma do lado da outra. Nas três eu disse que não tinha nada. Eu chego lá e o cara me apresentou um bilhão de documentos, tudo correto. Não tinha porque multar ou embargar e eu despachei nesse sentido. Se alguém tivesse que paralisar eles, seriam os órgãos que emitiram as licenças. Agora, se houve desorganização dentro do Ibama e os caras perderam o processo, tudo isso está sendo como se fosse eu o culpado. O Ibama é um órgão, um colegiado, que tem setor, não sou eu. Aí, depois foram outros fiscais lá que acharam que houve irregularidades e esses caras multaram.
 
DC – Por que a empresa está lhe acusando então?
Eduardo – Com certeza ela deve estar totalmente desinformada. Esse cara (o empresário) sofreu pressão, alguma coisa e usaram o meu nome. Se eu tivesse em algum momento conversado com esse advogado ou com essa empresa eu diria: “amigão, eu acho que vocês estão certos”.
 
DC – Não houve então pedido de propina para deixar de autuar ou embargar a obra da empresa?
Eduardo – Eu nunca na minha vida… porque eu acho que esse advogado eu até já vi ele em audiência uma vez. Nunca o vi na minha vida.
 
DC – Esse Juliano (seria um dos negociadores da propina) com quem o senhor manteve diálogo…
Eduardo – Juliano é lógico que eu conheço. O Juliano é uma pessoa que tem envolvimento fortíssimo com todo mundo do Ibama. Eu conheço esse Juliano há 20 anos.
 
DC – Que tipo de envolvimento ele tem?
Eduardo – Ele era assessor do Vignatti (ex-deputado Cláudio Vignatti), do Onofre (deputado federal Onofre Agostini) e queria me indicar para eu ser o superintendente do Ibama. Eu fiquei diversas vezes conversando com ele, o tempo todo. Se ele também usou o meu nome foi sem minha autorização. Como é que eu pediria propina e ia ter dito que o cara estava certo?
 
DC – E Alexandre e Cao Lelis (outros supostos negociadores da propina), conhece?
Eduardo – Nunca ouvi falar desses caras. Alexandre tem um bilhão.
 
DC – O superintendente do Ibama nos informou que o senhor está afastado. Qual o motivo?
Eduardo – Esse superintendente também não dá para entender, né. Eu estou afastado – e agora vão usar tudo isso aí, né – porque disseram que estaria respondendo inquérito. Inclusive entrei com mandado de segurança pedindo para retornar, porque não estou respondendo nada e não tenho nada. Eu sou o agente mais atuante, multei tudo quanto é empresário aqui. Então os caras têm raiva de mim. Mas esses empresários em questão, esses dois, eles estão equivocados. Eu fiz toda a análise da documentação. Os caras têm tudo.Uma coisa exemplar.
 
DC – Tem conhecimento desses diálogos, de encontros, nos quais o senhor supostamente fala de valores para receber?
Eduardo – Isso é o seguinte: eu já constituí advogado e ele até pediu para eu não falar disso aí e quero que vá a juízo para ver isso. Eu era chefe da fiscalização. Juliano era um pescador de Governador Celso Ramos. Ele veio até mim e disse que tinha a possibilidade de indicar o superintendente do Ibama e tal. E eu falei “não, não quero”. A partir daí, ele me ligava direto. A gente conversava muito. Mas pra mim eu tenho ele como um cara sério. Eu não tenho nada pra falar sobre ele.
 
DC – Como será a sua defesa?
Eduardo – Eu não tenho do que me defender porque eu não fiz nada. Pega a cópia dos documentos e você vai ver. Esse negócio de que sumiu processo da sala, de que o processo não estava cadastrado…. quem tem que cuidar do cadastro? Sou eu? No dia que eu recebi a documentação, eu abri o processo. Só que quando eu fui no protocolo, ele tinha apresentado mais ou menos umas mil e poucas folhas que não tinha como fazer dentro de uma caixa. E essa caixa que estava perdida estava dentro da sala do chefe. Agora estão atribuindo toda a responsabilidade só a mim.
 
DC – Tem responsabilidade de alguém do Ibama, então?
Eduardo – Não quero apontar ninguém, amigão. Porque pra mim ninguém tem culpa. Pra mim, foi uso indevido do nosso nome. Se tem investigação da Polícia Civil, não significa que eu sou culpado.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Denúncias de falta alimentação para os detentos
 
 
Provocação
Ministério Público do Estado instaurou inquérito civil para apurar denúncias de falta de alimentação para os detentos da Penitenciária Estadual de Florianópolis. O caso, gravíssimo, está sendo investigado pelo promotor de Justiça Alexandre Herculano Abreu.
Depois não querem que os presos fujam em massa. Como diz o ilhéu: na cadeia, e ainda passando fome, não dá, ôôô!
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Projeto de lei limitada em 19 o número de vereadores
 
Projeto de lei limita em 19 o número de vereadores
Texto, que não tem consenso, vai precisar de mais seis assinaturas para ser votado em plenário
Depois de ver as inúmeras reações contrárias à possibilidade de aumento do número de vagas de 19 para 25 em Joinville, o vereador Roberto Bisoni (PSDB) apresentou um projeto de lei limitando em 19 o número de cadeiras da próxima legislatura.
Mesmo com o primeiro passo dado, a proposta ainda não tem validade para ser analisada na Câmara de Vereadores. Para chegar lá, o texto precisa contar com a assinatura de sete parlamentares.
Até ontem, além de Bisoni, Patrício Destro (DEM), Alodir Cristo (DEM) e Maurício Peixer (PSDB) haviam assinado o documento.
A proposta irá para discussão nas comissões técnicas do Legislativo e poderá ser votada em plenário – onde seriam necessários o voto de 13 vereadores – apenas se conseguir a quantidade necessária de apoio de outros vereadores. Caso não obtenha as sete assinaturas, o texto morre antes mesmo de ser discutido.
E Bisoni deve encontrar dificuldades para encontrar mais assinaturas. Até ontem, 11 vereadores haviam garantido que não assinariam o documento. Quatro ainda estavam indecisos.
– Amanhã, passarei de novo entre os vereadores. Teriam que limitar. Mais gente iria dar muito gasto e está desgastando muito os vereadores. Assim encerraria o assunto – sustenta o vereador tucano.
Enquanto isso, Maurício Peixer apresentou um requerimento pedindo que o assunto sobre o aumento do número de vereadores seja discutido na próxima segunda, durante a reunião entre os líderes de bancada. O documento irá à votação hoje.
– O Bisoni não discutiu a proposta dele com ninguém. Assinei porque sou contra. Mas na reunião de líderes, podemos chegar em algum consenso – falou o companheiro de bancada.
Mesmo com os posicionamentos de vários parlamentares sobre o assunto, Odir Nunes (DEM), presidente da Câmara, continua dizendo que não tem uma opinião sobre o tema.
– Não podemos deixar o assunto em aberto. Mas ainda temos tempo para discutir. Vamos com calma e chegaremos a uma resolução boa para todos – disse.
Segundo o departamento jurídico da Câmara, mesmo que o projeto de Bisoni vire lei, isso não impediria que, no futuro, outra proposta alterando a lei que define o número de parlamentares fosse apresentada.
O assunto voltou à tona com força em Joinville depois que um grupo de partidos pediu, no mês passado, que o número de vagas fosse ampliado. Ao mesmo tempo, entidades empresariais se posicionaram contra.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Onda de assaltos a casas
 
Mãe e filho são agredidos
Coronhadas derrubaram o rapaz, que sangrou. Família havia se mudado para fugir da violência
“Eu via o sangue do meu filho escorrendo pelo chão e pensava que ele estava morto”. O relato em tom de revolta e alívio é de uma dona de casa de 59 anos que teve sua casa invadida por bandidos na noite de terça-feira. Com esse, já são pelo menos 15 assaltos a casas na Grande Florianópolis, em cerca de 40 dias.
No caso mais recente, três homens armados chegaram ao local, no Bairro Ratones, em Florianópolis, por volta das 21h. Eles fugiram levando equipamentos eletrônicos. A busca incessante por um suposto cofre fez com que o bando permanecesse por cerca de uma hora aterrorizando a dona de casa e seu filho de 22 anos. Eles reviraram gavetas, quebraram móveis e tiraram quadros das paredes em busca do cofre, que a família diz não existir.
A mulher conta que estava costurando quando os cachorros começaram a latir. O filho, que estava em seu quarto no computador, foi ver o motivo dos latidos. Ao chegar na cozinha, ele foi rendido.
O rapaz levou uma coronhada na cabeça, teve pés e mãos amarrados e foi levado para o quarto, onde ficou deitado com o rosto voltado para o chão. A dona de casa sentiu quando um dos bandidos tocou sua cabeça e se virou achando que fosse o filho. Ela também foi amarrada e levada para o quarto onde estava o jovem. Seu marido e a filha mais nova não estavam em casa.
Quando deitou com o rosto virado para o chão, a mãe conseguiu ver o sangue escorrer da cabeça do rapaz. Observando o filho quieto e imóvel a dona de casa teve a vontade de morrer. Mas sua esperança se renovou quando o filho respondeu a uma pergunta dos bandidos.
Depois de tentar, em vão, encontrar o cofre, os bandidos foram embora levando computadores, máquina fotográfica, relógios e celulares.
A família, que não quer ser identificada, foi morar no Ratones há três anos justamente para fugir da violência do bairro onde morava. Lá, eles já tinham sido assaltados.
 
Adolescente é suspeito de outros dois crimes
A delegacia de Canasvieiras investiga o caso. De acordo com a investigação, um dos assaltantes já foi identificado. Ele é menor e teria participado do assalto a uma casa na Daniela no domingo e a um posto de combustíveis na SC-401 na quinta-feira da semana passada.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Espancamento mobiliza três delegados
 
Espancamento mobiliza três delegados
Policiais Civis de pelo menos três delegacias de Florianópolis estão mobilizados na tentativa de localizar cinco homens armados. Eles assaltaram e agrediram um policial e a namorada dele na madrugada de ontem.
O agente parou o carro para deixar a namorada em casa, no Bairro Itacorubi, quando foi abordado.
Os suspeitos estavam em um Fiesta, que havia sido levado em um assalto a uma família em Palhoça, na Grande Florianópolis, horas antes. Dois dos bandidos entraram no carro que o policial estava e os dois veículos seguiram até o Centro.
No caminho, um dos bandidos percebeu a carteirinha de policial entre os documentos do agente e os carros rumaram para o Bairro Cacupé. Chegando lá ,começaram as agressões. Os suspeitos teriam dito que ele estava apanhando por ser da polícia.
De acordo com o delegado Luiz Felipe Rosado, da 5ª Delegacia de Polícia, responsável pela investigação, o agente estava de férias e não estava armado no momento do assalto. Pertences foram levados.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Delegado vira acusado
 
Delegado vira acusado
O ex-delegado regional de Canoinhas Getúlio Luiz Scherer pode responder na Justiça pelos crimes de corrupção passiva, prevaricação e violação de sigilo funcional. As acusações vieram à tona numa investigação da força-tarefa coordenada pelo Ministério Público de Joinville, em parceria com as polícias Civil e Militar.
Segundo a denúncia, Getúlio recebeu dinheiro para fazer vista grossa diante de irregularidades envolvendo pessoas de seu círculo de amizade entre 2009 e 2010. A promotoria ainda afima que o delegado chegou a alertar suspeitos em situações que haveria fiscalização por parte do poder público.
A documentação da investigação foi levada ao fórum de Canoinhas na última segunda-feira e ainda será analisada pela Justiça. Se a denúncia for aceita, Getúlio vai responder a uma ação penal.
Agora delegado em Santa Cecília, Getúlio Luiz Scherer disse não ter conhecimento das acusações ao ser procurado pela reportagem.
– Já respondi disciplinarmente por susposto favorecimento a casas de prostituição, mas fui inocentado. Quanto a essas denúncias, não fiquei sabendo – afirmou.
Apesar de desconhecer o conteúdo da investigação mais recente, Getúlio afirmou que sempre trabalhou de forma correta, honesta e ética.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: 35 são denunciados
 
35 são denunciados
Ação é resultado de investigação da PF. Cinco PMs também são acusados
Uma denúncia de contrabando de cigarros do Paraguai deve levar 35 pessoas a julgamento em Santa Catarina. A ação do Ministério Público Federal (MPF) é resultado da Operação Loki, desencadeada pela Polícia Federal (PF) em junho no Oeste. A ação ocorre em segredo de Justiça.
De acordo com o MPF, o contrabando de cigarros é uma atividade altamente lucrativa. Em um só carregamento, os contrabandistas podem ganhar mais de R$ 360 mil. O cigarro contrabandeado pela quadrilha vinha do Paraguai e era distribuído em pelo menos 16 cidades de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, além de Montevidéu, no Uruguai.
No início de junho, uma ação da PF, que teve início em Dionísio Cerqueira, cumpriu 41 mandados de prisão nos três estados e na capital do país vizinho. Na ocasião, cinco policiais militares de SC e dois policiais rodoviários do Paraná também foram presos, por suposto envolvimento no esquema.
Além das prisões, a Operação Loki apreendeu 36 veículos – seis deles roubados – e 1,1 milhão de pacotes de cigarros. De acordo com a PF, o esquema movimentava cerca de 5 milhões de pacotes de cigarros por mês.
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Veículo: ClicEsportes
Editoria: Esportes
Assunto: Figueirense e Polícia Militar discutem segurança dos torcedores contra o Flamengo
 
Figueirense e Polícia Militar discutem segurança dos torcedores contra o Flamengo
Partida acontece neste domingo no Orlando Scarpelli
Nesta quarta-feira, a diretoria do Figueirense se reuniu com o comandante em exercício do 22º Batalhão da Polícia Militar, o Major Mauro da Silveira, com o Chefe de Planejamento, o Major Sandro Cardoso da Costa e com o auxiliar Chefe de Operações, o Tenente Guilherme Silvy para ajustarem as ações de prevenção e segurança.
Para a partida contra o Flamengo, domingo, no Orlando Scarpelli, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro, o Figueirense adotou importantes medidas de segurança para receber o grande número de torcedores visitantes.
O acesso dos setores A, B e C, destinados aos torcedores do Figueirense, será mais rígido. Não será permitida a entrada de torcedores da equipe visitante usando qualquer tipo de adereços (camisa, boné, faixa, etc.).
Também não será permitido, em nenhum setor, o acesso de sinalizadores, fogos de artifício, bandeiras com mastros, guarda-chuvas com pontas, laser, papel higiênico e qualquer outro objeto que possa ser usado de forma indevida.
O Figueirense está cumprindo as exigências do 22º Batalhão da Polícia Militar e Estatuto do Torcedor, para que todos os torcedores estejam em segurança aos arredores e dentro do Orlando Scarpelli. Os ingressos para a partida estão esgotados, portanto não haverá possibilidade de venda no dia da partida.
 
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Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Vítima de assaltos reclama da falta de integração entre policias
 
Burocracia na polícia agrava insegurança em Florianópolis
Vítima de assaltos reclama da falta de integração entre policias
 
Mariana viu o carro sendo roubado e ficou sabendo que ele foi usado em outro assalto
 Em meio ao embate entre as policias Civil e Militar sobre o papel de cada uma na segurança pública está a população, que reclama da falta da insegurança cada vez mais alarmante. A implantação do novo sistema de informação da Secretária de Segurança Pública, no mês passado, que pretende integrar os trabalhos, parece estar surtindo efeito contrário.
Na noite de segunda (8), dois assaltos, ambos realizado pela mesma quadrilha, mostraram o desentendimento que ainda existe entre as policias. As 22h30, um grupo, armado, rendeu Mariana Vasconcelos Kreber, 23, e roubou seu veículo na porta de casa, no Parque São Jorge. Segundo Mariana, a Polícia Militar foi acionada através do 190, e ao chegar ao local iniciou o Registro da Ocorrência, espécie de Boletim de Ocorrência. O procedimento levou mais de uma hora. “Nesse tempo eu não vi eles comunicando ninguém de que meu carro havia sido roubado”, conta a Mariana. Após o fim do atendimento os policiais indicaram a mulher a procurar uma Delegacia de Polícia. “Fiquei indignada, porque eles levaram um tempão para fazer o registro que de nada adiantou”, desabafou.
Enquanto os policiais faziam o registro, a mão, os assaltantes se deslocaram para o bairro João Paulo no carro de Mariana, um Focus vermelho, e realizaram outro assalto, levando desta vez um Fiat Pálio. O episódio gerou indignação tanto na vítima como nos delegados da 5ª Delegacia de Polícia, que dizem que a polícia foi ineficiente ao ficar tanto tempo registrando a ocorrência ao invés de ir à busca dos bandidos.
 
Delegada pede polícia nas ruas
No dia seguinte aos assaltos, a Polícia Militar não confirmou se avia ligações entre as duas ocorrências, segundo o policial de plantão no 4ª Batalhão, por falta de informações nos registros dos policiais. Duas pessoas foram presas, Nicássio Cenoir Muniz, 23, e um menor foram reconhecidos por Mariana. O Fiat Pálio, tomado de assalto no João Paulo, foi encontrado abandonado.
Para a delegada da 5ª DP da Trindade, Lúcia Stefanovich, a PM está descumprindo as funções de polícia ostensiva. “A população está começando a sentir os problemas que isso trará. Ao invés de irem para as ruas, os policiais, agora, querem fazer o registro das ocorrências”, reclama a delegada. Segundo Lúcia, os registros da PM chegam à delegacia dois ou três dias depois das ocorrências, dando a entender que o sistema de integração ainda não está funcionando como o prometido.
A opinião da delegada é compartilhada pelo advogado criminalista Hélio Brasil, conselheiro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). “De acordo com a constituição o registro de ocorrências é de competência da Polícia Civil, cabe a PM o policiamento ostensivo”, opina.
 
Justiça vai analisar
Na noite de segunda-feira, o Posto Policial do Parque São Jorge estava fechado. A guarnição que fez o atendimento na casa de Mariana se deslocou do bairro Santa Mônica. A vítima contou aos policiais da 5ª DP que faltam rondas no bairro, o que preveniria o número de assaltos.
A polêmica não deve mudar a postura dos policiais nas ruas. Que darão prosseguimento às políticas adotadas. “Existe uma lei federal e um decreto estadual que garantem que o que a PM faz é certo”, afirma Fred Harry Schauffert, presidente da Associação dos Oficias da Polícia Militar.
O caso está na Justiça, e será analisado pela Corregedoria Geral de Justiça do Estado.
 
 
BLOGS
 
Paulo Alceu
 
Banco de Dados
A idéia partiu do tucano Nilson Gonçalves. O deputado encaminhou ao secretário de Segurança, César Grubba, um pedido para que fosse criada uma espécie de banco de dados exclusivamente com o cadastro de homens com o histórico de violência contra a mulher. Segundo o parlamentar seria uma estrutura para coibir a violência orientando e alertando as mulheres com informações e históricos sobre esses homens. “As mulheres desconhecem os relacionamentos anteriores de seus parceiros e não têm idéia de seu passado agressivo,” argumentou Gonçalves.