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Clipping do dia 10 de novembro

10.11.2011
CLIPPING
10 de novembro 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Rojão explode em escola
 
Rojão explode em escola
Artefato teria sido comprado em uma padaria atrás do estabelecimento de ensino, em Camboriú
Um susto marcou a manhã de ontem na Escola Básica Municipal Anita Bernardes Ganancini, no Bairro Monte Alegre, em Camboriú. Três meninas, com idades entre 11 e 13 anos, alunas da 6a série, ficaram feridas depois que um estudante, durante o recreio, teria soltado um rojão na escadaria da escola.
Com o barulho, as crianças se assustaram e houve tumulto.
– As meninas não se feriram por causa do rojão, mas pelo susto. Quando o rojão estourou, elas correram e acabaram caindo e batendo contra a parede – explica a diretora da escola, Carin Bernadete Krug.
As alunas sofreram ferimentos leves. O Corpo de Bombeiros prestou atendimento. As três foram dispensadas. A secretária municipal de Educação, Fátima Gervásio, esteve na escola e anunciou medidas preventivas de segurança no local:
– Eu conversei com a direção e determinei que, se for preciso, até revistas nas mochilas poderão ser feitas.
A Polícia Civil de Camboriú abriu inquérito para apurar as responsabilidades do caso e foi informada de que uma padaria que fica atrás da escola venderia os rojões. Policiais estiveram no local, mas os artefatos encontrados no comércio não eram do mesmo tipo que causou os ferimentos nas crianças. Todos os explosivos foram recolhidos, já que o estabelecimento não possuía alvará de venda.
A venda de artefatos explosivos para adolescentes é proibida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Neste caso, os pais e o comércio poderão ser punidos.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Operação Simbiose
 
Ação civil pública é ajuizada
Os suspeitos de envolvimento no suposto esquema de favorecimento de licenças ambientais emitidas pela Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema) de Joinville agora também respondem a uma Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público de SC como consequência da Operação Simbiose.
O processo foi distribuído para a 1ª Vara da Fazenda Pública na terça-feira, mas até ontem não havia sido analisado pelo juiz Renato Roberge. Além do presidente exonerado da Fundema, Marcos Schoene, os três filhos dele ligados à empresa da família Quasa Ambiental, dois funcionários comissionados da Fundema, dois empresários da construção civil e o presidente da Fundação Cultural de Joinville, Silvestre Ferreira, estão incluídos como réus no processo.
A ação é uma continuidade da medida cautelar, já autorizada pelo juiz Renato Roberge, que determinou o bloqueio dos bens de Marcos Schoene e dos três filhos. Agora, com o ajuizamento da Ação Civil Pública, os suspeitos respondem também a possíveis infrações administrativas com danos à administração pública, de forma direta e indireta. Paralelamente, os denunciados continuam respondendo ao processo na 2ª Vara Criminal de Joinville.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Senado aprova política do álcool zero no trânsito
 
Senado aprova política do álcool zero no trânsito
Projeto que desobriga teste do bafômetro e aumenta penas para infratores bêbados vai para a Câmara
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto que considera crime dirigir “sob influência de concentração de álcool” e acaba com a obrigatoriedade do teste do bafômetro para comprovar a embriaguez do motorista. A proposta também aumenta as penas para quem for flagrado dirigindo alcoolizado.
A pena contra motoristas que dirigirem embriagados será de seis a 12 anos de prisão, além de multas e da proibição de dirigir se o acidente resultar em lesão corporal. No caso de morte, o infrator será condenado a prisão pelo prazo de oito a 16 anos, ficando igualmente proibido de obter habilitação para conduzir veículos.
Na prática, senadores dizem que fica instituída a “política do álcool zero”, mas alguns parlamentares questionam essa interpretação. Atualmente, a chamada Lei Seca permite dirigir com até seis decigramas de álcool por litro de sangue.
O projeto foi aprovado pela CCJ em caráter terminativo. Se em cinco dias não houver solicitação para que o texto seja votado em plenário, ele segue para análise da Câmara de Deputados. De autoria do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), o projeto estabelece ainda que, além do bafômetro, valem como prova de embriaguez do motorista prova testemunhal, imagens, vídeos ou a produção de quaisquer outras provas em direito admitidas.
 
STF já considera crime dirigir embriagado
A proposta aprovada pelo Senado endossa decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de considerar crime dirigir bêbado, mesmo sem causar acidente. O projeto do senador Ferraço deve se juntar a outro, do ex-deputado José Aníbal (PSDB-SP), segundo o qual “a recusa em realizar testes, exames e perícia para determinação do índice de concentração de álcool presume a existência dessa concentração ou influência de qualquer outra substância psicoativa”. Ou seja, a embriaguez será tratada da mesma forma como os juízes entendem que a recusa em se submeter ao exame de DNA é prova da paternidade.
 
O que prevê
Se aprovada, a proposta deve tornar mais severas as punições aos infratores. Veja como ficariam as penas:
– Se o motorista dirigir bêbado e provocar lesão corporal de natureza gravíssima, aplica-se a pena de reclusão, de seis a 12 anos, além de multa e suspensão da carteira de motorista.
– Quem dirigir alcoolizado e provocar morte estará sujeito de oito a 16 anos de prisão, além de multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir.
– A proposta estabelece que, além do bafômetro, valem como prova de embriaguez do motorista prova testemunhal, imagens, vídeos ou a produção de quaisquer outras provas em direito admitidas.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Policiais civis doam sangue
 
SANGUE BOM
Cerca de 500 policiais civis doaram sangue, ontem, para marcar a data de protesto pela falta de reajuste salarial exigido pela categoria. Em Florianópolis, mais de cem agentes compareceram ao Hemosc (foto). Sem dúvida, uma bela estratégia para chamar a atenção, sem paralisação dos serviços ou outras ações prejudiciais à sociedade.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Acidente na beira-mar
 
Beira-Mar fica congestionada
O professor Ademir Neves, 60 anos, só lembra quando viu um carro no sentido contrário ao seu literalmente voando em direção à Blazer que dirigia, na Avenida Beira-Mar Norte.
A Blazer foi atingida de frente por um Celta que invadiu a pista contrária e ficou tombada em frente à subestação da Celesc. Eram 14h20min e havia intenso movimento no local, uma curva. Houve grande congestionamento nos dois sentidos.
– Não tinha como fazer nada. Apenas segurei o volante e vi o carro capotar. O cinto me salvou – dizia Ademir, ainda assustado.
No Celta, que ficou todo retorcido, estavam o motorista, o soldado Valmor Silva, 46 anos, e a advogada Roxane Nonoai, 45 anos. Os dois ficaram presos nas ferragens e fraturaram as pernas.
O professor contou que havia saído da Universidade Federal de SC (UFSC), quando foi atingido pelo Celta da Associação Beneficente dos Militares Estaduais (Abepom).
Houve uma grande operação de resgate envolvendo Samu, Bombeiros, PM e Guarda Municipal.
Também se envolveram no acidente um Gol e um caminhão tanque. Esses veículos, com exceção da Blazer, transitavam no sentido Centro-Bairro. O Gol parou no canteiro que divide as pistas. O caminhão seguiu e parou na frente da Casa D’Agronômica. Há duas versões sobre a suposta causa do acidente. Uma é a de que o caminhão teria mudado de faixa repentinamente e feito o Celta perder a direção, atravessar o canteiro e bater na Blazer na outra pista. Os carros tinham placas de Florianópolis.
O comerciante José Roberto Souza, 51 anos, motorista do Gol, disse que teve a frente cortada pelo Celta, mas não soube precisar se foi por suposta manobra brusca do caminhão.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Radares na capital
 
TCE finaliza análise de edital
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) finalizou, ontem, a análise do edital para a contratação de uma empresa de fiscalização eletrônica na Capital. O órgão entendeu que a publicação está de acordo com a lei, mas fez determinações para o Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf).
Uma delas é o registro, com o apoio da prefeitura e da Polícia Militar, de acidentes, inclusive com local exato e prováveis causas. Também deve haver a capacitação de agentes de trânsito para o atendimento a acidentes.
As exigências serão publicadas no Diário Oficial do órgão e devem ser cumpridas em 180 dias, sob pena de multa de até R$ 5 mil. O TCE considerou ainda que, nas próximas licitações, o Ipuf deverá apresentar orçamento dos serviços contratados. O Ipuf não foi encontrado para comentar as determinações.
O último edital do processo licitatório para a contratação de uma empresa que vai operar os pardais foi lançado em setembro e a análise de documentação das concorrentes foi finalizada no mês passado.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Cacau Menezes
Assunto: Dono de cassino
 
Meio óbvio
Tem algumas obviedades que acompanhamos na mídia e que são recorrentes. Como a do dono do cassino de Balneário Camboriú, que revelou que pagava propina a policiais para funcionar. Por algum acaso, será que existe cassino que consegue funcionar sem essa condição? Nunca devemos esquecer que, no Brasil, o jogo é considerado ilegal.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Incêndio na Câmara de Jaborá
 
Incêndio atinge Câmara de Jaborá
Polícia Civil investiga possível ação criminosa antes da sessão, marcada para hoje, que pode cassar prefeito e vice da cidade
Mesmo com parte do plenário queimada, está mantida para as 7h30mim de hoje a sessão extraordinária que pode resultar na cassação do prefeito e do vice de Jaborá, no Meio-Oeste catarinense. Na madrugada de ontem, um incêndio destruiu quatro salas da Câmara de Vereadores.
A suspeita da Polícia Civil, que continua investigando o caso, é de que o fato tenha sido criminoso. Os detalhes do trabalho não foram divulgados, assim como o laudo da perícia que deve apontar as causas do incêndio no Legislativo.
Para que a sessão pudesse ser mantida, funcionários da Casa fizeram um mutirão de limpeza. Móveis e computadores foram queimados. Os documentos, inclusive os que incluem os indícios que podem levar à cassação, continuam intactos. Eles serão utilizados para embasar os argumentos dos nove vereadores.
Todos devem votar pela cassação ou pela continuidade dos mandatos do prefeito Luiz Nora e do vice-prefeito Barcelides Nicolli, ambos do PMDB. Os legisladores farão votos separados para decidir o futuro de cada um. Na prática, pode ser que apenas um deles seja cassado, por exemplo.
Enquanto a decisão não é anunciada, o clima é de tensão na cidade. Na noite de ontem, as aulas na rede municipal foram suspensas por medida de segurança. E uma empresa terceirizada foi contratada para vigiar a Câmara durante a madrugada.
Horas depois do incêndio, a vereadora Maria Eli Rodrigues de Lima (PSDB) disse ter recebido uma ligação com ameaças de morte. O interlocutor teria dito para ela pensar bastante antes de votar para não sofrer consequências graves.
Além do incêndio e das ameaças, outro incidente foi motivado por discussões em torno da possível cassação. Na segunda-feira, dois vereadores entraram em luta corporal ao final da sessão, por volta das 20h. Ambos registraram boletins de ocorrência e teriam visões opostas sobre o julgamento que pode afastar o prefeito e o vice da cidade.
Os dois são acusados de improbidade administrativa. Nora teria beneficiado a filha, com a prorrogação indevida de um concurso público. A cassação de Nicolli foi pedida porque os vereadores entenderam que ele teria apoiado a irregularidade.
Caso os dois sejam cassados, o presidente da Câmara assume o cargo interinamente, até que ocorra eleição indireta. O prazo máximo para o procedimento é de 30 dias.
Conforme o assessor jurídico do Legislativo, Marcelo Matzembacher, o atual presidente da Casa, Carlos Pinto (PMDB), se declarou impedido de votar e foi convocado um suplente. Ele continua sendo o sucessor natural do Executivo em caso de cassação.
O prefeito Luiz Nora espera que não ocorra a votação hoje. Para ele, ainda existem meios para evitar que a sessão seja realizada, “porque ela seria injusta diante de um mandato político elogiável”.
Nora garante que não vai renunciar. O vice Barcelides Nicolli não foi encontrado para comentar o caso.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Bandido guarda objetos na garagem de policial
 
Bandido guarda objetos na garagem de policial
Depois de arrombar 13 casas, fugir e se ferir, suspeito se escondeu, sem saber, na casa de investigador
O jovem suspeito de arrombar 13 casas de uma só vez, em Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis, poderia ter saído impune se não fosse por um detalhe: invadiu e tentou esconder os objetos furtados na garagem da casa de um policial civil da Diretoria de Investigações Criminais (Deic).
Claudemir Sagas, 23 anos, foi preso em flagrante às 21h de terça-feira com diversos produtos furtados. Este seria o segundo crime desse tipo, neste ano, cometido pelo suspeito, conhecido como Bi. De acordo com a polícia, ele participou do arrombamento de 12 apartamentos em agosto.
Bi jantava e assistia televisão, na sala da casa invadida, quando foi flagrado pelo investigador da Deic Egon Erknann. O policial é dono da casa e teria sido informado por um morador. Egon afirma que Claudemir ainda tentou resistir, apontando uma faca, até se dar conta do cerco.
O investigador da Deic soube que o suspeito teria falado a um morador que havia alugado a casa e pagaria R$ 550 por mês, na tentativa de despistar a pessoa. Quando a polícia chegou, o local invadido estava bem sujo.
– Nós estacionamos o carro longe e caminhamos até minha casa para não fazer muito barulho – relembra.
Egon acredita que o suspeito tenha escolhido sua casa pois há uma grande mesa, com três metros, nos fundos do terreno, onde os produtos furtados poderiam ser colocados. Ali estavam os eletrodomésticos, nove litros de uísques importados, entre outros produtos de pequeno valor, como chinelos, sabonetes, roupas e aparelho de barbear, todos embalados em sacos plásticos pretos.
Na segunda-feira ele teria atirado contra dois policiais que tentavam prendê-lo quando entrou em um matagal e fugiu. O suspeito teria perdido uma pistola 230 carregada encontrada durante a busca na mata. Quando foi encontrado, estava ferido.
– Tinha os olhos roxos e curativos no braço, feitos com materiais da minha caixa de primeiro-socorros – contou o policial.
O responsável pela DP da cidade, Luiz Claudio Rosa, acredita que o suspeito iria revender os produtos furtados para trocar por drogas.
O suspeito teria falado aos policiais que tentava conseguir dinheiro para comprar outra arma, e esse seria o motivo dos arrombamentos. Quando foi questionado sobre a fuga, Claudemir afirmou ter pensado que os policiais eram pescadores que queriam matá-lo. Ele teria incendiado uma canoa com cerca de 120 anos. A perseguição seria por vingança.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: TJ nega liberdade a delegado
 
TJ nega liberdade a delegado
A defesa do ex-delegado geral da Polícia Civil de Santa Catarina Ademir Serafim não teve sucesso na primeira tentativa de libertá-lo da prisão. O Tribunal de Justiça de SC (TJSC) negou ontem o pedido de habeas-corpus feito pelo seu advogado.
Com isso, o policial deve permanecer na Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) até o fim de semana, quando vence o prazo de cinco dias da prorrogação da prisão temporária. A liminar foi negada pelo desembargador José Everaldo Silva. Ainda haverá julgamento coletivo do pedido, mas sem data para acontecer.
O advogado Rodrigo Pereira Maus pretendia a revogação da prisão com o argumento de que Serafim estaria sofrendo constrangimento ilegal por parte da Justiça de Balneário Camboriú. Para Maus, a prisão não seria fundamentada. Ele levou em conta também que Serafim é primário, tens bons antecedentes e endereço fixo.
Ao analisar os documentos apresentados, o desembargador entendeu que não havia ilegalidade ou nulidade que justificasse a liminar. Serafim e o agente Irineu Veit são os únicos que seguem presos em razão da Operação Jogo Duplo, que investiga envolvimento de policiais com um cassino em Balneário Camboriú. Outras sete pessoas que haviam sido presas, todas na sexta-feira da semana passada, foram soltas na noite de terça-feira.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: OAB quer interdição do Presídio Regional
 
OAB quer a interdição do Presídio Regional
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Balneário Camboriú irá entrar com um pedido de interdição do Presídio Regional. O documento já está pronto. O anúncio foi feito um dia após 13 detentos escaparem da unidade. De acordo com a presidente da OAB no município, Reti Jane Popelier, se a Justiça local não aceitar a solicitação, a Ordem irá recorrer ao Judiciário Federal. Reti afirma que a situação no presídio é insustentável e oferece risco aos moradores do município. Segundo a Polícia Militar, 10 detentos ainda estão foragidos. No início da noite de terça-feira, dois detentos retornaram. Eles alegaram que estavam trabalhando.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
Quadrilha desviava cartões de crédito
Esquema de desvio de cartões de crédito por uma quadrilha, dentro de uma central de triago dos Correios, em São Paulo, foi desbaratado ontem pela Polícia Federal. Batizada de Crédito Fácil, a operação cumpriu 42 mandados de prisão e 58 mandados de busca e apreensão. A Justiça Federal decretou o bloqueio de ativos financeiros e veículos dos envolvidos. A quadrilha também realizava a clonagem de cartões de crédito e de débito e atuava na falsificação de cheques. O prejuízo estimado apenas com o desvio de cartões da Caixa Econômica Federal, de janeiro de 2010 até o mês passado, ultrapassa R$ 4 milhões. Esse valor pode triplicar, caso sejam computadas as fraudes realizadas com cartões de outros bancos.
 
Presos vão para Chapecó
O processo criminal movido contra a quadrilha suspeita de fornecer explosivos para arrombar caixas eletrônicos será concentrado na Justiça de Chapecó. Apesar de os cinco suspeitos terem sido presos no Norte do Estado, a investigação começou em Chapecó.
A decisão partiu do juiz da 3ª Vara de São Bento do Sul, Edson Luiz de Oliveira. O juiz destacou que os investigados já estavam sendo monitorados pela Polícia Civil antes de a operação vir à tona, inclusive com interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça de Chapecó.
Os cinco suspeitos continuam detidos no Presídio Regional de Mafra. Na última terça-feira, a Justiça concedeu prisão preventiva, que não tem prazo. Com a mudança do processo para Chapecó, os cinco presos devem ser transferidos para aquela cidade nos próximos dias.
 
Preso o suspeito do crime
O homem suspeito de matar a golpes de facão um idoso paraplégico e incendiar a casa da vítima em São José do Cerrito, na Serra, foi preso ontem. Jonildo Rosa Rodrigues, de 23 anos, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.
Depois de receberem o mandado, os agentes da delegacia montaram um cerco e foram para a casa do suspeito, por volta das 20h30min. O jovem não estava no local. Duas horas mais tarde, a Polícia Militar localizou Jonildo caminhando às margens da BR-282 em direção a Lages.
O rapaz afirmou que seguia até a cidade vizinha para se apresentar à polícia. Ele alegou que estava com medo de se entregar.
Em depoimento, o suspeito disse que por volta das 19h de domingo, discutiu com Antonio de Jesus, de 26 anos, em um bar. De acordo com Jonildo, o motivo da briga seria passional. A mulher estaria tendo um caso com Antonio, que negou a acusação. Após a discussão, Antonio foi para casa. Minutos depois, Jonildo invadiu o imóvel e tentou desferir golpes de facão no homem. Antonio sofreu cortes na mão, mas conseguiu escapar para a rua e pedir socorro. Ele foi encaminhado para o hospital em Lages.
Horas mais tarde, o suspeito retornou à casa, porém apenas Arcedilho de Jesus, de 65 anos, pai de Antonio, estava no local. O idoso era paraplégico. Segundo a investigação, ao retornar, Jonildo não encontrou Antonio. Então, brigou com o Arcedilho e atingiu a vítima com vários golpes de facão no rosto e no pescoço. Depois de matar o homem, teria incendiado a casa.
 
 
 
BLOGS
 
Moacir Pereira
 
Secretário de Turismo reúne-se com policiais civis
Secretário de Turismo, Cultura e Esporte, Cesar Souza Junior, entrou no circuito das negociações entre os policiais civis e o governo do Estado. Presidiu reunião com líderes e integrantes do Sinpol, Adepol e Sintrasp hoje no auditório da Secretaria. Falou das ações do governo para tentar atender os pleitos dos policiais e se dispôs a examinar algum benefício durante a Operação Veraneio. Mais de 60 policiais estiveram no encontro. O delegado Renato Hendges, presidente da Adepol, lamentou a ausência do Secretário Cesar Grubba.
 
Segurança e concursados
“Caro Moacir,
Sou candidato aprovado para o Cargo de Escrivão de Polícia de Santa Catarina em 28º Lugar. Na data de hoje (08/11) o resultado final de nosso concurso foi publicado, haja vista que estava parado em virtude de um MS interposto contra uma questão da prova objetiva. No edital do concurso estava tipificado que as primeiras turmas dos candidatos se dariam de 90 Agentes, 46 Escrivães e 33 Psicólogos, podendo ser alterado a cargo da administração. O que me parece que será alterado, pois o que se vê nas notícias é que chamarão 350 Agentes e 28 Psicólogos (ainda 41 Delegados do Concurso de 2008), preterindo absurdamente os candidatos a Escrivães de Polícia, os quais já possuem seu concurso findado, bastando somente a homologação pela administração pública para a consequente convocação. Nada impossível de se fazer em menos de 1 mês, vide o concurso de 2008, em que os candidatos já estavam na Academia de Polícia 1 mês após o resultado final! Também se sabe, que uma das revindicações do Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública de Santa Catarina (SINTRASP) é o imediato aumento do efetivo de Escrivães de Polícia, logo percebe-se que se faz necessário a convocação dos futuros Escrivães o quanto antes, para que os Escrivães que estão em exercício possam progredir de carreira, bem como para que os procedimentos policiais sejam feitos com mais rapidez, pois mais Escrivães estarão trabalhando nas Delegacias e com isso diminuindo a morosidade nestes procedimentos. Eu, como acredito que o resto dos futuros Escrivães, queremos o que é justo e o que é certo – a nossa convocação!
Certo da sua atenção, pois vejo que o senhor se preocupa e muito com a situação da Segurança Pública de nosso Estado, bem como da Polícia Civil.
Att.
Érico Andrade Viecili
 
 
ACONTECEU NA ALESC
 
Audiência pública defende apuração de crimes praticados pelo regime militar       
Participantes dizem não ao projeto que modifica o nome da Rodovia Deputado Paulo Stuart Wright
Sentimentos de emoção e pedido de justiça marcaram a audiência pública que tratou da abertura dos arquivos secretos do regime militar e do apoio à Comissão Nacional da Verdade, realizada na noite de terça-feira (8), na Assembleia Legislativa, por proposição do deputado Dirceu Dresch, líder do PT.
O encontro reuniu representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público Federal, de universidades, sindicatos, organizações sociais, políticas e de direitos humanos, familiares de vítimas do regime militar provenientes de diversos municípios catarinenses e ex-presos políticos, entre eles os escritores catarinenses Salim Miguel e Eglê Malheiros, que narraram situações por que passaram nesse período de luta pela democracia. Outra presença marcante foi João Paulo Wright, filho do ex-deputado catarinense Paulo Stuart Wright, desaparecido no período da ditadura militar.
Entre os encaminhamentos retirados na audiência está uma moção, proposta pelo Coletivo Catarinense pela Memória, Verdade e Justiça, contra o projeto de lei 199/2011, proposto pelo deputado Gilmar Knaesel (PSDB), que altera o nome da SC-414, que liga a BR-101 ao município de Penha, hoje denominada Rodovia Paulo Stuart Wright. “Aprovar o PL 199 é cassar Paulo Stuart Wright pela segunda vez”, disse Ricardo Maes, oficial de justiça integrante do Coletivo Catarinense.
A audiência também definiu apoio à criação de um memorial e de uma Lei da Memória Histórica em Santa Catarina e a instituição do Dia Estadual do Desaparecido Político (4 de setembro). Segundo Dresch, aproximadamente 400 pessoas foram presas em Santa Catarina na época da ditadura e 14 foram consideradas desaparecidas pela justiça, sendo que dessas, três ainda não tiveram seus corpos localizados.
Também foi definida a criação de um grupo de trabalho para acompanhar o andamento da Comissão Nacional da Verdade, criada para apurar os crimes cometidos no regime militar, de 1964 a 1984. “Devemos mobilizar a sociedade e pressionar para que a Comissão da Verdade possa realmente revelar a verdade”, frisou Dresch.
 
Trânsito
Maurício Eskudlark (PSD) elogiou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de considerar crime dirigir embriagado. “Deveria se encontrar agora uma forma de tornar o exame do bafômetro obrigatório”, lembrou o parlamentar.
 
Segurança Pública
A criação de uma frente parlamentar formada por deputados estaduais militares foi abordada pelo Sargento Amauri Soares (PDT) na tribuna da Assembleia. Segundo ele, essa frente, formada por aproximadamente 20 deputados, vai se reunir periodicamente para discutir os problemas da segurança pública no país, tratar das reivindicações dos policiais militares, entre outros assuntos. Soares também comentou sobre o excesso de horas extras entre os PMs de Santa Catarina.
 
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
 
Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto:  Polícia prende o traficante mais procurado do Rio de Janeiro
 
Polícia prende o traficante mais procurado do Rio de Janeiro
Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, foi preso no bairro da Lagoa. Ele ainda tentou subornar os policiais em R$ 1 milhão
O traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, foi preso no final da noite desta quarta-feira (9), no bairro da Lagoa, na zona sul do Rio de Janeiro. A prisão foi realizada em conjunto com policiais federais da delegacia de Repressão a Entorpecentes.
Segundo a polícia, Nem, que era considerado o traficante mais procurado da cidade, chegou a oferecer R$ 1 milhão aos policiais para não ser preso. O traficante estava no porta-malas de um carro ocupado por outros três homens. O veículo foi parado em uma blitz realizada por policiais do batalhão de Choque da PM, na avenida Borges de Medeiros.
Um dos ocupantes afirmou que era cônsul honorário do Congo no Brasil e se recusou a autorizar a revista no carro por policiais militares alegando imunidade diplomática. Então, agentes federais foram chamados e encontraram Nem escondido no porta-malas do veículo com uma grande quantia em dinheiro.
O traficante e os outros três homens foram levados para a sede da polícia federal no Rio, localizada na Praça Mauá, zona portuária do Rio de Janeiro e devem ser transferidos ainda nesta quinta-feira para o Complexo penitenciário de Gericinó, na zona oeste.
A Polícia Federal ainda não descartou a possibilidade de um dos presos realmente se tratar de um cônsul, apenas afirmou que os três são advogados e possuem carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) . A assessoria do Ministério das Relações Exteriores afirmou ao iG que está checando a informação junto com o Departamento de Polícia Federal (DPF).
A captura de Nem ocorreu horas depois de agentes do DPF ter prendido três policiais civis, um PM reformado e um ex-PM suspeitos de ajudarem na fuga de cinco traficantes que saíram da Rocinha.
Cinco traficantes foram presos junto com os agentes.
Entre eles, Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, e Sandro Luís Amorim, o Lindinho, Peixe ou Foca, que comandam o tráfico no morro de São Carlos, no Estácio, na zona central, e Valquir Garcia, o Carré, que é o líder do morro da Coroa, no Catumbi, na mesma região.
Os suspeitos estavam em um comboio de quatro carros que seguia pelo bairro da Gávea, na zona sul. Com eles, foram apreendidos três fuzis, 11 pistolas, cinco granadas, dinheiro, joias, computadores e diversos carregadores.
Nem assumiu o controle do tráfico na Rocinha em 2005 após a morte do então líder Erismar Rodrigues Moreira, o Bem-Te-Vi em um confronto com a polícia. Durante os primeiros anos, dividiu o comando da comunidade com o traficante João Rafael Silva, o Joca. Este, no entanto, deixou a favela e acabou preso no Nordeste em 2007.
No início desta semana, a polícia recebeu informações de que o traficante teria procurado atendimento na UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) da Rocinha porque passou mal após ter consumido drogas em uma festa na comunidade.
A favela da Rocinha deverá ser ocupada no próximo domingo (13) para dar início a implantação de uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) na comunidade.
Condenação
Em agosto deste ano, Nem foi condenado pela 33ª Vara Criminal da Capital do Tribunal de Justiça do Rio a oito anos e quatro meses de prisão pelo crime de associação para o tráfico de drogas.
O processo que resultou na condenação de Nem se baseou em um inquérito aberto pela Polícia Civil em 2006 e que resultou em denúncia contra 14 suspeitos de integrar o tráfico na Rocinha.
Na sentença, a Justiça menciona trechos de interceptações telefônicas que mostram a ousadia e o perfil violento do bandido. E revela ainda que o criminoso chegou a ser levado para a delegacia da Gávea (15ª DP), em 2004, mas não ficou preso.
Em uma das conversas citadas nos autos, Nem conversa com comparsa conhecido como Aritana, já morto, em que ele fala sobre a entrega de drogas em um presídio do Rio de Janeiro.
“Vou mandar uma peça para aí. Vê se manda uma pequena pra mandar entra pra lá (presídio)”.
Tortura
Em um outro trecho citado nos autos, Nem conversa com um aliado conhecido pelo apelido de Peteleco e eles falam sobre a tortura e o assassinato de um traficante rival das favelas do Jacarezinho e da Providência. O crime ocorreu em fevereiro de 2006, no morro do Vidigal, vizinho à Rocinha.
Nem, segundo a sentença, teria sido responsável também pela morte de um homem que era proprietário de um depósito de gás no interior da comunidade.
Os autos indicam ainda que Nem detém o controle total de serviços prestados na comunidade, como as vans, moto-táxis, TV a cabo clandestina (gatonet) e distribuição de gás.
Invasão a hotel
No ano passado, um bonde de traficantes que escoltava Nem que deixava uma festa no morro do Vidigal bateu de frente com PMs. Houve intenso tiroteio. Na fuga, os bandidos invadiram o Hotel Intercontinental e fizeram funcionários e hóspedes como reféns.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: PF prende PMs e policiais civis suspeitos de ajudar traficantes a fugir da Rocinha
 
 
PF prende PMs e policiais civis suspeitos de ajudar traficantes a fugir da Rocinha
Agentes davam proteção aos bandidos conhecidos como Coelho e Lindinho. Armas e granadas foram apreendidas
A Polícia Federal prendeu na tarde desta quarta-feira (9) policiais civis e militares suspeitos de escoltar dois traficantes que fugiam da favela da Rocinha, na zona sul do Rio de Janeiro. As prisões ocorreram na Gávea, na mesma região. Colunista do iG registou momento da prisão. No total, dez pessoas foram presas, entre eles três policiais civis, um PM aposentado e um ex-policial militar expulso da corporação.
A ação contou com o apoio da Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, da Subsecretaria de Inteligência e da Superintendência de Inteligência do Sistema Penitenciário.
Segundo o titular da Divisão de Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, delegado Vitor Poubel, o grupo fugia em quatro carros, inclusive um blindado, para o morro de São Carlos quando foram abordados por pelo menos 10 homens da Polícia Federal entre a Gávea e o Leblon.
Os traficantes Anderson da Rosa Mendonça, o Coelho, e Sandro Luís de Paula Amorim, conhecido como Lindinho, Peixe ou Foca, que são chefes do morro de São Carlos, no Estácio, na zona central foram presos.
Os outros presos são: Paulo Roberto Lima da Luz, conhecido como “Paulinho”; Varquir Garcia dos Santos, conhecido como “Carré”; Sandro Oliveira; Carlos Daniel Ferreira Dias, policial civil lotado na Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública; Carlos Renato Rodrigues Tenório, policial civil lotado na Delegacia de Roubo e Furtos de Cargas; Wagner de Souza Neves, policial civil lotado na Delegacia de Roubo e Furtos de Cargas; José Faustino Silva, policial militar aposentado e Flávio Melo dos Santos, ex-policial militar.
Com o bando foram apreendidos três fuzis, um deles prateado e dourado, cinco granadas, 11 pistolas e uma bomba de gás lacrimogêneo, uma quantidade ainda não contabilizada de dinheiro (incluindo euros), joias, celulares, computadores, distintivos das polícias Civil e Federal, além de uma tornozoleira eletrônica usada pela Secretaria de Administração Penitenciária para monitorar presos em regime semiaberto.
De acordo com Poubel, a Polícia Federal estava monitorando desde a semana passada a possível fuga dos traficantes e nesta quarta-feira recebeu a informação de que os bandidos poderiam fugir.
No início da tarde, o corregedor da Polícia Civil, Gílson Emiliano, havia recebido uma denúncia de que o chefe do tráfico na Rocinha, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, fugiria da favela escoltado por policiais civis e militares. Diante desta informação, ele mandou cercar os acessos à comunidade e revistar carros suspeitos.
Segundo o delegado Vítor Poubel, o traficante Nem teria permanecido na Rocinha.
 
Nova UPP
Policiais militares do Batalhão de Choque e do 23º BPM (Leblon) reforçam o patrulhamento nesta quarta-feira (9) na Favela da Rocinha, em São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro. Os agentes estão fixados em dois pontos e revistam vans e motociclistas que passam pela região.
A comunidade deve ser ocupada nos próximos dias para implantação da 19ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio.
Investigações feitas pela 15ª DP (Gávea) apontam que o traficante Nem, tem dito aos moradores da favela que vai resistir contra a ocupação policial. Ele, no entanto, já estaria andando com três seguranças e uma grande quantia de dinheiro para uma provável fuga.
“Ele fala em resistência para não perder a autoridade entre os subordinados, mas já temos informes sobre planos para escapar”, disse o delegado Carlos Augusto Nogueira Pinto. Entre os destinos prováveis de Nem estariam o Estado da Paraíba, a cidade de Macaé (no Norte Fluminense) ou o conjunto de favelas da Pedreira, em Costa Barros no subúrbio do Rio.
Por causa da iminente ocupação policial, Nem decretou desde quinta-feira passada um toque de recolher do comércio e moradores, segundo informações da polícia. O traficante também limitou a circulação de motociclistas.
Os líderes comunitários negam o toque de recolher. “É impossível, porque aqui as pessoas trabalham e o maior movimento do comércio é à noite”, disse o presidente da União Pró-Melhoramentos da Rocinha, Leonardo Rodrigues Lima, o Leo.