Área do associado

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Clipping do dia 09 de maio

9.5.2011
CLIPPING
09 Maio 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assuntos: PMs no Judiciário catarinense
 
BATALHÃO
Policial Militar revoltado com a falta de efetivo para ir às ruas relata que, atualmente, existem 208 PMs prestando serviço somente ao Judiciário catarinense, de tenente-coronel a praças. As gratificações, neste caso, chegam a 100% do salário. Sem falar em Legislativo, Executivo, prefeituras, câmaras…
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assuntos: Incêndio destrói dois ranchos de pescadores
 
Incêndio destrói dois ranchos de pescadores
Um incêndio que começou por volta das 22h de ontem destruiu dois ranchos de pesca na Praia da Tapera, no Sul da Ilha. Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo iniciou em um banheiro e se espalhou rapidamente. A causa seria uma instalação elétrica malfeita. Não houve feridos. O dono de um dos ranchos solicitou perícia junto aos bombeiros, o que deve ser feito a partir de hoje.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assuntos: Jorginho Melo decide ficar no PSDB
 
Jorginho Mello decide ficar em ninho tucano
Deputado federal rejeitou o convite para trocar a sigla pelo partido liderado por Gilberto Kassab
O prefeito paulistano Gilberto Kassab deve receber hoje uma ligação do deputado federal Jorginho Mello (PSDB) rejeitando o convite para entrar no PSD. A decisão do tucano catarinense foi tomada no sábado, em uma reunião com prefeitos, vereadores e lideranças de suas bases eleitorais após uma semana de conversas, pressão de aliados e, principalmente, da ação do senador mineiro Aécio Neves (PSDB).
Menos de uma semana antes, dia 1º de maio, Jorginho Mello recebeu o convite pessoalmente de Kassab – no mesmo dia em que o governador Raimundo Colombo anunciou que deixaria o DEM em direção à nova sigla. A partir daí, mesmo entre boa parte dos tucanos, o deputado federal começou a ser apontado como nome certo no PSD.
A resistência de prefeitos e vereadores em apostar na nova sigla acabou por dar início à inversão da tendência. Nomes ligados a Jorginho, como o deputado estadual Nilson Gonçalves (PSDB) também argumentavam pela permanência. O presidente da Casan, Dalírio Beber, e o prefeito de Imbituba, Beto Martins, entraram no circuito. Com o vento mudando de direção, o secretário de Planejamento Filipe Mello, filho de Jorginho, fez o contato com Aécio Neves na sexta-feira. Disse que a permanência do grupo político estava mais próxima que a saída, mas disse que a presença dele na reunião seria fundamental. O senador mineiro aceitou o convite, mas pediu discrição.
 
Baterias abertas contra o ex-governador Leonel Pavan
Na manhã de sábado, no hotel Castelmar, com cerca de 100 lideranças reunidas, Jorginho Mello expôs os motivos da mudança. Especialmente a relação com o ex-governador Leonel Pavan, reeleito presidente estadual da sigla. Disse não concordar com a forma de Pavan comandar a sigla, alegou perseguições e fez críticas até à vida pessoal do ex-governador.
Dos companheiros, Jorginho ouviu que seria acompanhado em qualquer caminho que tomasse, mas que a preferência era permanecer no PSDB. Foi quando chegaram Beto Martins, Dalírio Beber e o deputado estadual Marcos Vieira, derrotado por Pavan na disputa pela presidência do PSDB-SC. Nesse momento, o clima já era de rejeição à ida para o PSD.
Às 11h, uma hora após o início da reunião, Aécio Neves chegou ao local do evento, causando surpresa entre os tucanos – que não haviam sido avisados da vinda do senador. Foi ovacionado como “futuro presidente do Brasil” e fez um apelo para que Jorginho ficasse no partido. Fez uma análise do quadro nacional e disse que só o PSDB representa alternativa ao governo do PT.
– Estamos em um time que pode ter diferenças, mas que tem rumo, um objetivo claro a ser alcançado. A política não pode ser projeto para uma eleição apenas – disse Aécio.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assuntos: Eskudlark confirma ida para o PSD
 
Eskudlark confirma ida para o PSD
O apelo do senador mineiro Aécio Neves não foi suficiente para manter o deputado estadual Maurício Eskudlark no PSDB. Ainda na reunião com os tucanos no sábado, enquanto atendia aos repetidos pedidos para tirar fotografias junto com as lideranças presentes, o senador falou por telefone com Eskudlark.
– Diga a suas bases que é um pedido pessoal do senador Aécio. Se for preciso, marcamos uma conversa em Brasília ou na sua região na próxima vez que eu vier a Santa Catarina – falou o senador no telefone estendido a ele por Dalírio Beber.
A conversa se encerrou sem definição. Pouco depois, Eskudlark confirmava a migração, ao assinar a ata de fundação do PSD. A definição aconteceu no escritório do deputado Gelson Merisio em Xanxerê, acompanhado pelo deputado federal João Rodrigues, licenciado para ocupar Secretaria de Agricultura e Pesca, delegados de polícia da região e correligionários do deputado. Eskudlark alega disputas com o deputado estadual Marcos Vieira (PSDB) em suas bases eleitorais para deixar o PSDB. No Twitter, o deputado não deu maiores explicações sobre a mudança de partido.
“Para fazer mais por Santa Catarina, pela segurança, Polícia Civil e pelo Oeste, assinei pela fundação do PSD”, informou. Aécio Neves evitou fazer críticas ao novo partido, que recebeu adesão do governador.
– Tenho muito respeito pelo governador Colombo. Eu vim dizer que o PSDB é a única alternativa a tudo que aí está – disse o senador.
Em nível estadual, a direção da sigla promete pedir na Justiça a vaga de Eskudlark. Os tucanos alegam que pelo fato de ele ser suplente, a cadeira pertence ao partido.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Informe Político
Assuntos: Delegados de polícia foram para o PSD
 
– Os delegados de polícia Vinicius Iunes Buratto (ex-regional de Xanxerê, agora de Porto União) e Fernando Callfass, de Ponte Serrada, também seguiram Eskudlark e foram para o PSD.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assuntos: Kassab condenada as ameaças do DEM
 
Kassab condena as ameaças do DEM
Partido fala em recorrer à Justiça contra a perda de filiados para o PSD
No Piauí para o lançamento de mais um núcleo político do PSD, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, afirmou que o DEM está “fora do rumo”. – Todos sabem que o DEM está criando circunstâncias para que seus membros avaliem a conveniência de sair ou não do partido – disse, em Teresina.
O prefeito condenou as ameaças do DEM de entrar na Justiça contra os dissidentes que migraram para o PSD.
– Isso não tem sentido. São manifestações de pessoas equivocadas.
Sobre a postura do partido frente ao governo Dilma Rousseff, Kassab disse que será de “independência”.
– Aqueles que apoiam Dilma vão continuar apoiando. Os outros terão liberdade para agir de acordo com suas convicções – afirmou.
Kassab reagiu às críticas dos adversários sobre a falta de programa do novo partido.
– O PSD ainda está em fundação. Teremos as diretrizes discutidas internamente com as lideranças.
Em Teresina, o PSD recebeu a adesão do ex-governador do Piauí, Hugo Napoleão, fundador do DEM no Estado e atual deputado federal.
 
Demistas querem guinada à direita
Após perder um governador, 17 deputados federais, um vice-governador, o prefeito da principal capital do país e dois senadores, o DEM prepara uma guinada à direita para tentar fisgar o eleitorado conservador e estancar a sangria causada desde a criação do PSD.
A perda de filiados levou a um momento de desespero em que, além de cogitar a fusão com o PSDB, o partido chegou a discutir a proposta de fazer a fusão com um partido pequeno. Isto liberaria os remanescentes de cumprir a súmula da fidelidade partidária e causaria uma “diáspora’’ pelas siglas já existentes.
– Não vamos cair no jogo do Planalto de ficar discutindo fusão. O Brasil não pode virar o México, que ficou 15 anos com partido único e sem oposição – afirmou o deputado Pauderney Avelino (AM).
A cúpula da legenda decidiu pelo caminho contrário ao adotado em 2007, quando mudou de PFL para DEM e de direita para o centro.
– Existe um eleitorado liberal, de perfil conservador, que precisa de um partido que o represente. Temos de falar a essas pessoas, representá-las no Congresso, com clareza – disse o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), um dos mentores do novo discurso.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assuntos: Mais um ataque à polícia
 
Mais um ataque à polícia
Um novo ataque a unidades policiais aconteceu ontem, em São José. Em 38 dias no Estado, são nove registros. Só na Grande Florianópolis, foram oito. Até agora, ninguém ficou ferido.
Por volta das 19h30, um coquetel molotov foi atirado contra uma base da Polícia Militar no Bairro Campinas, em São José.
O artefato não chegou a explodir. O explosivo teria sido lançado por uma dupla estacionada em uma esquina próxima. Os autores fugiram de moto. Havia três policias de plantão.
O tenente Gean Carlos Medeiros, responsável pela base, acredita que o caso esteja ligado com a onda de ataques ordenada por um grupo criminoso que atua nas cadeias.
– A ação teve o mesmo padrão dos outros atentados – afirmou, sem descartar outras possibilidades.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assuntos: Adolescente é detido em Florianópolis passeando no carro que roubou na noite anterior
 
Adolescente é detido em Florianópolis passeando no carro que roubou na noite anterior
Jovem foi reconhecido pelas vítimas, que andavam pela cidade tentando encontrar o veículo
Um adolescente foi detido na tarde de domingo ao ser flagrado dirigindo um carro que roubou na noite anterior, em Florianópolis. O jovem de 17 anos foi flagrado pelos proprietários do veículo, que resolveram dar uma volta na cidade para ver se encontravam o carro abandonado na beira da estrada. O adolescente foi encaminhado à 6ª Delegacia de Polícia da Capital.
O roubo aconteceu na noite de sábado. O adolescente e mais um homem abordaram Gabriela de Bem e o marido, quando estacionavam em casa, no bairro Parque São Jorge. Segundo Gabriela, eles aparentavam estar armados.
No dia seguinte, passando pela SC-401, o casal viu o bandido passeando com o carro em frente ao bairro Monte Verde. Eles filmaram o veículo e ligaram para a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), que fez um bloqueio na praça do pedágio.
O adolescente conseguiu furar a barreira. Os agentes tentaram atirar no pneu. O carro só parou em um congestionamento mais à frente, na rodovia.
Apesar de ter sido reconhecido pelas vítimas, o jovem só responderá por receptação, já que não houve o flagrante do roubo. Ele deve ser liberado aos cuidados de um responsável.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assuntos: Preso é morto na penitenciária de São Pedro de Alcântara
 
Preso é morto durante briga na penitenciária de São Pedro de Alcântara na Grande Florianópolis
Vítima teria sido esfaqueada no abdome e não resistiu
Atualizada às 14h03min
Mais um preso foi morto na penitenciária de São Pedro de Alcântara na Grande Florianópolis. O crime aconteceu na manhã desta segunda-feira. Com esse chega a 11 o número de detentos mortos na instituição de segurança máxima.
O preso, que não teve o nome divulgado, teria sido morto durante uma briga com outros detentos. A vítima teria sido esfaqueada no abdome.
Os bombeiros chegaram a ser chamados, mas quando estavam decolando com o helicóptero Arcanjo, foram avisados de não precisavam mais ir.
A direção da penitenciária ainda não falou sobre o caso.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
Fim de semana com dois homens mortos no Norte
Em ambos os casos, em Joinville e Araquari, as vítimas estavam em casa quando foram atacadas
A tarde do Dia das Mães foi marcada por violência no Norte de SC. Dois homens foram mortos a tiros na região de Joinville.
Um dos homicídios foi no Bairro Floresta, em Joinville, e assustou a vizinhança, que ouviu o barulho de disparos. O outro crime foi na cidade vizinha de Araquari.
No crime de Joinville, segundo a polícia, dois homens teriam pulado o muro de uma casa perto do clube Floresta e atirado cinco vezes contra Marcelo Tavares, de 32 anos, que estava na área de lazer nos fundos da casa, onde funcionava também um salão de beleza.
Os tiros atingiram a cabeça, a nuca e o tórax da vítima, que já tinha passagem pela polícia por latrocínio e furto de veículos. Por isso, Polícia Militar acredita que o crime foi um acerto de contas. A dona da casa, que presenciou o crime e não quis falar com a imprensa, é casada com um detento.
– Ela disse que o Marcelo era um amigo e estava passando uns dias hospedado na casa – conta o soldado Bisoni, da Polícia Militar.
Na casa, a polícia encontrou três pistolas, um equipamento utilizado para furtar veículos com chave codificada e uma máscara igual a utilizada pelo assassino do filme Pânico, possivelmente usada em assaltos. Havia ainda documentos falsos que pertenciam ao marido da dona da casa.
Segundo a polícia, os autores do crime teriam fugido a pé. Testemunhas afirmam que eles embarcaram numa Parati, plotada com a marca de alguma empresa. Na fuga, os bandidos teriam batido no carro de um taxista, que trafegava pela rua Padre Kolb, no Bairro Bucarein.
– Eles estavam em alta velocidade e quebraram o retrovisor do meu carro – contou o taxista José Bernardino.
 
Homem diz nomes antes de morrer
Outro assassinato aconteceu no Bairro Itinga, em Araquari. Valdecir dos Santos, 38 anos, foi morto com pelo menos dois tiros, que atingiram o tórax e o braço. Os paramédicos foram acionados, e a vítima chegou a dizer os nomes de dois supostos envolvidos antes de morrer.
A vítima estava na casa de um amigo quando dois homens teriam invadido a casa e atirado contra ela. Os suspeitos foram presos. Valdecir era casado com Benta Janaína Lamego, que havia morrido no dia 7 de março deste ano, após consumir mortadela que causou botulismo.
 
Mais três casos em Chapecó
Além das mortes em Joinville, três assassinatos ocorreram em Chapecó. Dois foram registrados na noite de sexta-feira para sábado, no bairro São Pedro.
Eduardo Fernando Pires, 25 anos, foi encontrado na região do bairro conhecida como “Baixada” com dois ferimentos de disparo de arma de fogo na cabeça.
Ele foi conduzido ao Hospital Regional do Oeste, mas não resistiu. Segundo moradores, a vítima perambulava pelo bairro, tinha problemas mentais e com o uso de álcool.
No mesmo bairro foi encontrado agonizando o ex-policial militar Jairo Oliveira Santos, 43 anos. Ele estava a 150 metros de seu carro, um Santana placas de Chapecó, que foi jogado dentro de um córrego próximo à rua Barão do Rio Branco. Ele foi levado ao Hospital com um tiro na cabeça e também não resistiu.
A terceira morte ocorreu por volta das 14h30 de domingo, na rua Pedro Balerini, bairro Efapi. Geverson dos Santos, 19 anos, com mais dois companheiros, estaria ameaçando atear fogo à casa de vizinhos quando foram alvejados por disparo de arma de fogo. Na tentativa de fuga ele caiu e bateu a cabeça contra uma moto e o solo, morrendo. Seus companheiros foram baleados e encaminhados ao Hospital Regional do Oeste.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Diário do Leitor
Assuntos: Insegurança no Bairro Rio Tavares e Porto da Lagoa
                   Impunidade
 
 
Segurança
Os moradores do Bairro Rio Tavares e do Porto da Lagoa estão vivendo uma grave situação de insegurança. Em menos de uma semana, quatro estabelecimentos comerciais foram assaltados na região. Quando não agem com extrema violência, chegando a agredir os atendentes, agem com deboche, afirmando que aqui, quem manda, são eles. Até quando viveremos nesta situação, sem policiamento e com bandidos tomando conta das ruas?
Renato Sá
Florianópolis
 
Rotina assassina
É a rotina do crime, impunidade elevada, mordomia e corrupção do poder público brasileiro, que atropela e torna paraplégica nossa vontade. Em cada desgraça anunciada, nas filas de emergências dos hospitais ou o surgimento de mais diabos da impunidade, vêm as autoridades ofender a nossa inteligência com justificativas idiotas, para defender bandidos culpados comunicando a público: ‘‘Dentro de 30 ou 60 dias teremos o resultado do inquérito”. Uma maneira nojenta de subestimar o bom senso e caráter das pessoas, pois em 5 ou 10 dias, no máximo, muitos casos escabrosos ou fáceis de entender poderiam ser resolvidos. O poder mantido pela ganância, corrupção e gastos exagerados, como carro oficial para cada um, viagens parasitárias com dezenas de pessoas apenas espectadoras etc, está em todos os níveis neste país, mas o que realmente querem, é manter os amigos escravos da mente e da corrupção, e, pasmem, estão conseguindo por um hipnotismo predatório sem hora para acordar.
Dorvalino Furtado Filho
Florianópolis
 
BLOGS
 
Moacir Pereira
 
Internauta critica novo governo
Do internauta Waldemar SP, via e-mail: “Raimundo Colombo nos 100 dias. . Entrega por Decreto uma escola para Assembléia Legislativa. Nada fez de concreto. O Porto de Itapoá esta dependendo de uma estrada que foi prometida por Pavan para dezembro e por Raimundo Colombo para 15 de abril. Uma vergonha. SC arrecada muito bem , mas gasta muito mal o dinheiro público. Subvenções milionárias até para CTG´s . A questão do Aeroporto não se resolve com um Projeto de Lei. Envolve legalização de terrenos,projetos, licenças ambientais e construção da estrada de acesso ao novo aeroporto que é do outro lado da pista. A economia de gastos pressupõe mais transparência nas licitações, DEMOCRATIZAÇÃO DO CADASTRO DE FORNECEDORES , implantação de leilões eletrônicos, e pontos para os licitantes cadastrados em nosso Estado, pelo ICMS gerado aqui. Mais audácia nos incentivos fiscais, pois o Estado perdeu todas as montadoras para outros Estados e até a importação de carros importados. É o único Estado das Regiões Sudeste e Sul, sem refinaria e sem montadora.”
 
PSD: quem perde mais
A criação do PSD em Santa Catarina já produziu fatos políticos na esfera parlamentar, nos partidos políticos e até na esfera governamental.   As perdas maiores até agora foram contabilizadas pelo PSDB e pelo PP. Os tucanos já estão com uma bancada menor com a filiação do deputado Mauricio Eskudlark no PSD, ocorrida durante ato na casa do deputado Gelson Merísio, em Xanxerê. Com a permanência do deputado Jorginho Melo conseguiram conter aquilo que se prenunciava uma grande sangria.   Podem surgir novas deserções de prefeitos e vereadores, em especial no oeste, informa Eskudlark. 
O PP também teve a representação enfraquecida na Assembléia Legislativa com a migração do deputado Kennedy Nunes para o PSD. Saiu por razões locais, isolado em Joinville, em linha de combate contra a gestão do prefeito Carlito Mers, do PT, que tem na base o PP.
O PPS também sairá deste processo mais debilitado. O ex-deputado Fernando Coruja está de malas prontas para se inscrever no PSB. E deve chegar com toda força. Poderá até assumir o comando do partido no Estado.   Faria parte do acordo selado em Recife entre os governadores Eduardo Campos(PSB) e Raimundo Colombo(PSD).    Djalma Berger, o atual presidente estadual, deverá liderar em São José e integrá-lo ao esquema do prefeito Dário Berger em Florianópolis para respaldar a candidatura de Gean Loureiro, do PMDB. Se não surgirem fatos novos.
 
 
Paulo Alceu
 
Dia do Fico
Os pedidos e apelos foram tantos que o deputado Jorginho Melo voltou atrás na sua decisão de deixar o PSDB. Inclusive, o senador Aécio Neves esteve em Florianópolis ano sábado, durante uma hora e meia, para demovê-lo da idéia de embarcar no PSD. O argumento mais forte foi de que perderia todo o patrimônio que construiu durante anos no ninho tucano e levaria muito tempo para recompô-lo no novo partido. Daí é uma questão prática de matemática, que derruba qualquer argumento emocional. Como expôs o amigo e companheiro Marcos Vieira, Jorginho no PSDB é a inteligência enquanto no PSD será músculo. Um simbolismo que mexeu com o parlamentar diante de várias manifestações. O voltar atrás se resumiu no trabalho e dedicação pela “reconstrução do PSDB.”
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Estudo diz que ação policial causou ataques do PCC
 
 
Ação policial causou ataques do PCC, diz estudo
Nas vésperas dos crimes de 2006, o chefe da organização comentou que sequestro de seu cunhado, por policiais, não ficaria barato
 
Em março de 2005, um ano antes da rebelião em 74 presídios e dos ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) nas ruas do Estado de São Paulo, Rodrigo Olivatto de Morais, enteado de Marcos William Camacho, o Marcola, líder da facção, foi sequestrado por policiais civis de Suzano, na Grande São Paulo. Só foi solto depois que Marcola pagou o resgate de R$ 300 mil. O chefe do PCC ficou indignado com o achaque. No dia 12 de maio de 2006, véspera dos ataques do PCC, Marcola fez um comentário no Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic): “Não vai ficar barato.”
No inquérito feito pela Corregedoria da Polícia Civil, o delegado assistente, Hamilton Antônio Gianfratti, depois de citar dados do sequestro, afirma que o crime ajudou a deflagrar a revolta do PCC. “Aflora dos autos sérios indicativos direcionados à possibilidade deste fato erigir-se à causa deflagradora dos históricos e tristes episódios que traumatizaram o povo de São Paulo, traduzidos nos atentados em todo o estado pelo PCC.” O sequestro de Morais foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em 2008.
Os achaques abusivos de policiais aos criminosos paulistas foram fundamentais para os ataques de maio de 2006. A conclusão é apontada em relatório intitulado “São Paulo sob Achaque: Corrupção, Crime Organizado e Violência Institucional em Maio de 2006”. As pesquisas começaram a ser feitas em outubro de 2006 por 24 pesquisadores da organização não governamental (ONG) Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard, com apoio de outras entidades.
Trata-se da primeira tentativa de explicar o processo que levou aos ataques do PCC, cinco anos depois do acontecimento histórico paulista, que ainda não teve nenhum relatório ou documento oficial para tentar descrever os fatos. “Assim como ocorreu em novembro nos ataques do Comando Vermelho no Rio de Janeiro, a corrupção policial também teve papel importante nos ataques de maio de 2006 em São Paulo. Isso foi pouco discutido por aqui. Entender as causas do ocorrido é importante para saber o que precisa ser mudado”, afirma um dos coordenadores da pesquisa, Fernando Delgado, da Clínica de Direitos Humanos da Faculdade de Direito de Harvard.
A reportagem conseguiu falar com o secretário de Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto. Ele concorda que a corrupção policial era intensa naquela época e afirma que por esse motivo tem centrado seus esforços no combate ao problema. O atual secretário de Transporte e Logística, Saulo de Castro Abreu Filho, que era Secretário de Segurança durante os ataques, não quis comentar o tema. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Um mês da tragédia de Realengo
 
Famílias de Realengo fazem ato para relembrar um mês da tragédia
Cerca de 200 pessoas participam de homenagem às 12 crianças mortas na Escola Tasso da Silveira
Cerca de 200 parentes de vítimas, professores, alunos e moradores de Realengo participam neste sábado de um ato para relembrar as 12 crianças mortas pelo atirador Wellington Oliveira, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em 7 de abril. Este sábado completa um mês do ataque, que também resultou na morte do atirador.
O grupo estendeu 12 camisetas em uma espécie de varal em frente à escola, às 9h. Cada blusa tinha a foto de uma das crianças assassinadas. Fotos também foram estampadas em balões e bexigas levados pelas pessoas. Pombas brancas foram soltas e o Hino Nacional executado.
Entoando canções religiosas, os manifestantes fizeram uma caminhada pelo bairro atingido pela tragédia. Crianças e adolescentes distribuíam rosas brancas para moradores e transeuntes da localidade da zona oeste. Pais dividiram seu sofrimento com amigos e desconhecidos, e houve muita emoção.
Um culto ecumênico será celebrado para as famílias na Igreja Presbiteriana. Pais de alunos mortos anunciaram que vão criar a associação “Anjos de Realengo”, para relembrar a tragédia e fazer um movimento para evitar novos fatos do gênero.
Às 19h, o arcebispo do Rio de Janeiro, d. Orani Tempesta vai celebrar em Realengo missa de um mês da morte das crianças.
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Veículo: Agência Estado
Editoria: Brasil
Assunto: Militantes gays esperam lei que criminaliza homofobia
 
Militantes gays esperam lei que criminaliza homofobia
Dados reunidos pelo Grupo Gay da Bahia mostram que os assassinatos de homossexuais, travestis e lésbicas aumentaram mais de 30%
O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que estendeu aos casais homossexuais os mesmos direitos e deveres que a lei garante aos heterossexuais deve impulsionar no Congresso o projeto de lei que criminaliza a homofobia. É o que esperam militantes gays, que preparam manifestações em todo o País a partir da próxima semana, em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Homofobia (17 de maio).
“É um projeto básico em relação ao reconhecimento da união estável de homossexuais, suscita menos reações”, afirmou a senadora Marta Suplicy (PT-SP), relatora do projeto de lei complementar (PLC) 122/06 na Comissão de Direitos Humanos (CDH).
“Depois que o Supremo se pronunciou de forma tão contundente sobre a cidadania, tornou muito difícil a não aprovação do projeto. Não só pela constitucionalidade, que ficou muito clara nos discursos dos ministros, mas principalmente pelo lado humano. Palavras como respeito, felicidade, amor e cidadania pautaram a discussão”, disse Marta.
Em outra frente, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) apresentou requerimento de urgência para que a matéria, que não tem data para ser apreciada na CDH, siga diretamente ao plenário do Senado. “Nós temos a Lei Maria da Penha, que defende as mulheres. Agora precisamos ter, urgentemente, uma lei que tipifique de forma clara o crime da homofobia”, justificou.
Dados reunidos pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) mostram que os assassinatos de homossexuais, travestis e lésbicas aumentaram 31,3% em 2010, em relação ao ano anterior, com 260 casos, ante 198 em 2009. Segundo o antropólogo Luiz Mott, fundador do GGB, o Brasil é o campeão mundial de crimes homofóbicos.
Além de passar pela CDH, o projeto também será examinado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Se passar no Senado, terá de retornar à Câmara, onde foi aprovado em 2006. De autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT), a proposta tramita há dez anos no Congresso, sem consenso.
A versão mais recente é o substitutivo da ex-senadora Fátima Cleide (PT), aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O substitutivo prevê penas de reclusão de um a três anos a condutas discriminatórias a homossexuais, como impedir o acesso a bares e restaurantes, ou recusar o atendimento a essas pessoas. Pune, ainda, tentativas de impedir ou reprimir trocas de afeto, como beijos ou abraços.
O dispositivo que mais desperta polêmica é o que institui pena de reclusão de um a três anos, além de multa, aos que induzirem ou incitarem a discriminação ou preconceito contra os homossexuais. A avaliação é de que padres e pastores serão proibidos de pregarem contra o homossexualismo nas igrejas e templos religiosos.