Área do associado

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Clipping do dia 08 de dezembro

8.12.2011

 

CLIPPING

07 de dezembro 2011

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos: Anistia

                   Outdoors

                   Operação Veraneio com policiais argentinos

                   Delegacia especializada em roubos

 

 

A ÁRVORE DA ANISTIA

Para comemorar a aprovação do projeto que concede anistia aos policiais e bombeiros militares “amotinados” em 2008, o deputado Sargento Amauri Soares levou para o plenário uma árvore de Natal confeccionada pela esposa do soldado Adilson Eliseu Pereira, um dos excluídos em 2009, com 23 anos de corporação, e que agora deve retornar à PM.

 

 

CRIATIVIDADE ZERO

O pessoal das empresas de comunicação visual anda rindo à toa em Santa Catarina. A moda da hora é manifestação por outdoor. Professores querem reclamar de salário, outdoor na rua. PMs e policiais civis querem pressionar o governador, outdoor para manifestar a revolta. Agora, para agradecer Raimundo Colombo e ao secretário Valdir Cobalchini pela duplicação da SC-401, o trade turístico foi lá e bancou um… outdoor.

 

HERMANOS DA LEI VEM POR AÍ

Santa Catarina poderá contar com a participação de policiais argentinos durante a Operação Veraneio, que será lançada no dia 13. Ontem, o embaixador Abelardo Arantes Júnior, representante do Ministério das Relações Exteriores em SC, enviou documento ao delegado César Amorim Krieger, da SSP, comunicando que está de acordo com a cooperação entre o Estado e a Província de Misiones durante a temporada.

 

***

 

A única exigência é que as autoridades argentinas apresentem solicitação de visto oficial para seus agentes , com informações sobre período da missão à repartição consular brasileira competente. A ressalva é que eles não poderão portar armas e nem atuar sozinhos. Confirmado o acordo, a expectativa é da vinda de três policiais, que se revezariam entre o Norte da Ilha e Balneário Camboriú.

 

 

– Está dando o que falar no meio policial a recente criação da Delegacia especializada em Roubos na Capital. Com a falta crônica de efetivo, a alternativa encontrada foi transferir agentes de outras DPs para a nova estrutura. Resultado: antigas investigações simplesmente pararam.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

 

Acidente na Capital

Um grave acidente na noite de ontem, por volta de 21h30min, deixou pelo menos uma pessoa ferida na Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. A colisão envolveu dois veículos.

Um CrossFox bateu em um Hyundai i30 e capotou próximo ao Terminal de Integração da Trindade (Titri). O veículo ficou com as rodas para cima. O outro, teve a frente arrancada com a força do impacto.

Os veículos colidiram na pista em direção ao bairro. O trânsito ficou parcialmente fechado. Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, uma pessoa sofreu ferimentos na perna. O trânsito ficou congestionado no local, que é bastante movimentado.

 

Vendaval destelha casas

Pelo menos 15 famílias tiveram a casa destelhada com o temporal na tarde de ontem em Nova Veneza, no Sul do Estado. Os ventos fortes atingiram o Bairro Nossa Senhora de Lourdes, por volta das 15h30min, mas nenhuma família ficou desabrigada ou desalojada, apesar do susto.

Equipes das secretarias de Obras e Assistência Social foram ao local para avaliar os prejuízos. De acordo com o prefeito, Rogério Frigo, os moradores já estão recebendo auxílio.

– Neste primeiro momento, foram providenciadas lonas para cobrir os telhados e abrigar os moradores –

A instabilidade combinada à ventania provocou o fenômeno.

Na Grande Florianópolis, choveu forte no final da tarde. De acordo com o meteorologista Leandro Puchalski, o acumulado de chuva chegou a 26 milímetros em Florianópolis, o que representa cerca de 17% do esperado para o mês de dezembro.

___________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Novo elevado no centro

 

Novo elevado no Centro é esperança de mobilidade

Estrutura que custou R$ 8,1 milhões deve facilitar entrada dos veículos na Ilha e circulação nas ruas

Com direito a fogos de artifício, bolo de aniversário, caminhada oficial e até manifestação da Polícia Civil, a liberação do Elevado Carl Franz Albert Hoepcke, em frente à Rodoviária Rita Maria, parou a região central na manhã de ontem.

O tráfego de veículos foi liberado às 11h25min (era para ser às 10h) e, a partir daí, o trânsito fluiu normalmente. A inauguração, que previa basicamente a liberação do tráfego, se transformou em um evento à parte na cidade. Subiram no palanque para pronunciamento mais de 30 políticos representando o município e o Estado. Anita Hoepcke, bisneta do homenageado, foi a primeira a falar a respeito da obra.

– É um orgulho termos o nome de Carl Hoepcke neste monumento. Foi aqui, nessa região, que ele iniciou sua trajetória, contribuindo para o desenvolvimento de Santa Catarina – disse.

Ao custo de R$ 8,1 milhões, a obra começou no dia 2 de fevereiro deste ano e para o prefeito de Florianópolis, Dário Berger, que comemorou aniversário ontem com bolo e minicarrinhos comestíveis, o elevado foi entregue em tempo recorde. Ele reconhece que a obra não resolverá os problemas de mobilidade na entrada da Ilha, mas irá melhorar o fluxo.

– Não estamos acabando com todas as filas na região central da cidade, mas, certamente, o elevado irá contribuir e muito com o fluxo de veículos na ponte Pedro Ivo Campos – afirmou o prefeito.

A obra foi concluída pela prefeitura de Florianópolis com ajuda de um empréstimo feito no Programa Badesc Cidades, do governo do Estado. Os valores serão pagos pelo munícipio, mas Dário Berger diz não se sentir o único “pai” da obra.

– Este é mais um resultado da parceria entre governo estadual e municipal – disse.

O elevado tem oito metros de largura, milimetricamente calculados com um fita métrica durante a inauguração, 390 metros de extensão e duas pistas com direção à avenida Beira-mar Norte. A velocidade máxima permitida é de 60km/h.

 

Filas antes da liberação

Os motoristas que passaram pelo entorno do novo elevado na manhã de ontem enfrentaram longas filas até a liberação das pistas. De acordo com o comandante da Guarda Municipal, Ivan Couto, depois das 11h25min, quando os veículos foram liberados para trafegar pela estrutura, o trânsito fluiu normalmente.

O único acidente registrado ontem na região ocorreu às 13h30min. Um motociclista caiu na pista a poucos metros da subida para o elevado. Para atender a vítima, a Guarda Municipal precisou manter o fluxo de veículos em apenas uma faixa, provocando filas em quase toda a Via Expressa.

– Logo após o atendimento, tudo voltou ao normal e o trânsito fluiu muito bem – afirma.

Ontem, os primeiros motoristas que trafegaram pelo elevado se mostraram esperançosos quanto à diminuição das filas.

– Não acreditava que esta obra acabasse antes do Natal. Fiquei muito surpreso e adorei o resultado. Já percebi a melhora – diz o morador de Palhoça Luis Carlos Didomenico.

Luis conta que permanece no trânsito da Grande Florianópolis ao menos seis horas por dia. Para atender aos clientes do Norte da Ilha, diz que são necessárias duas horas de percurso, e que por conta do trânsito, o preço dos produtos na Ilha são mais caros.

 

– Com estas obras (elevado e duplicação da SC-401), acredito que o trabalho irá melhorar muito – prevê.

De hoje até domingo, quem trafega no sentido Beira-Mar Norte para o Centro ainda terá que contornar pelo Bairro Prainha.

Segundo o secretário de Obras da Capital, Luis Américo Medeiros, a expectativa é de que na segunda-feira o tráfego já possa estar liberado para passar por baixo do elevado.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Diário do Leitor

Assunto: Abono para os servidores

 

Abono natalino

Revoltante e indigesta a bonificação ou abono natalino concedido para alguns servidores públicos de algumas entidades estaduais. Até vale-refeição extra que supera o vencimento de outros funcionários de outros setores do funcionalismo que, nos últimos anos são tratados como inimigos do Estado. Isto é, sem aumentos salariais ou em minguadas parcelas em suaves prestações. Sobra de caixa? Uma piada. É dinheiro do contribuinte, que deveria ser devolvido ao caixa do Estado. Para professores e policiais falta dinheiro. Para os marajás do serviço público, não. E depois ainda têm o desplante de dizer que todos são iguais perante a lei. Conta outra!

Ademar Bodemüller

Trombudo Central

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Moacir Pereira

Assunto: Anistia

 

Anistia e pacificação

Os projetos que incorporam abonos e concedem benefícios aos policiais civis e militares de Santa Catarina só serão votados na última semana de trabalhos da Assembleia Legislativa. Os esforços realizados pelos líderes parlamentares e dirigentes das associações que reúnem os policiais, contudo, estão sinalizando para uma gradativa distensão. Nunca conversaram tanto. Longas e intermináveis negociações buscando um entendimento. Do ponto de vista salarial, nem tudo vai mudar já. Mas já há indicativos do próprio governador Raimundo Colombo de reexame da conjuntura em 2012 e novo esforço para atendimento das reivindicações.

A queda de braço está hoje mais presente na Polícia Civil do que na Militar. Isto ficou claro ontem, com dois cenários muito distintos: um na solenidade de inauguração do Elevado Carl Hoepcke e outro na Assembleia Legislativa.

Na entrega festiva do elevado, o governador Raimundo Colombo recebeu homenagens do prefeito Dário Berger e de vários oradores. Mas passou pelo constrangimento de testemunhar o silencioso protesto dos policiais civis. Com camisetas pretas, denunciando os baixos salários, exibiram três grandes faixas. Uma, preta, atrás das autoridades, anunciava: “Descaso do governo com Polícia Civil de Santa Catarina – Salário Polícia Civil – Vergonha”. Duas amarelas, vistosas, na frente do palanque oficial, proclamavam: “Salário Polícia Civil – Vergonha” e “Dignidade salarial já – Polícia Civil”. Após o tradicional corte da fita, governador e prefeito à frente, seguidos de populares, percorreram a pista do novo elevado. Sempre seguidos a pequena distância pelos policiais com as faixas.

 

POLÍCIA MILITAR E PROFESSORES

Na Assembleia Legislativa, um pronunciamento inédito do deputado Amauri Soares, presidente da Aprasc. Registrou o “dia histórico” vivido pela Polícia Militar, com a aprovação do projeto de anistia enviado pelo governador. Listou as autoridades e parlamentares estaduais e federais que contribuíram para o perdão dos militares expulsos ou punidos na PM catarinense. Citou com destaque a decisiva participação de Raimundo Colombo. Nas galerias, aplausos de soldados e cabos, celebrando a conquista aspirada há quase três anos.

Na mesma sessão, o empenho dos líderes governistas na aprovação da anistia aos professores da rede estadual de ensino. Num cenário de contrastes. Enquanto os deputados aprovavam o benefício, os professores realizavam uma assembleia regional no Auditório Antonieta de Barros, estampando um grande painel com as fotos e os nomes dos deputados, ali chamados de “inimigos da educação”.

O cenário neste fim de ano é de maior distensão na Polícia Militar em relação a Polícia Civil. Graças à atuação política de três lideranças: 1. O comandante da PM, coronel Nazareno Marcineiro, que articulou com cautela e habilidade o longo processo de concessão da anistia, até sensibilizar o governador; 2. O deputado Amauri Soares, que transformou a anistia na principal bandeira de sua atuação parlamentar e agora está comemorando a espetacular vitória; 3. E o coronel Fred Schauffert, presidente da Acors, a Associação dos Oficiais de Santa Catarina, que esteve em diálogo constante com o governo, em esforço para melhorar a situação dos colegas.

Conquistas que estão agora concretizadas com a chamada “promoção requerida” ou premiada, que vai permitir renovação mais ágil dentro da Polícia Militar. Serão mil soldados e vários coronéis. Um trabalho executado com competência numa união inédita entre as associações que reúnem os praças e os oficiais. Num clima de singular pacificação.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Informe Político

Assuntos: Teto único

                    Carreira jurídica

 

Um teto único

Ganha corpo na Assembleia o debate em torno de um assunto que promete muita polêmica na sociedade e uma repercussão positiva entre os maiores vencimentos do funcionalismo: o estabelecimento de um teto único para o salário do servidor público de Santa Catarina. O referencial estudado é o do salário do desembargador do Tribunal de Justiça, hoje R$ 24.117,62. A medida acabaria com a vinculação dos vencimentos das categorias ao salário do governador do Estado, R$ 15 mil.

O impacto financeiro da medida não foi avaliado. Pode-se arriscar que é alto e provocará chiadeira na base das categorias. Atualmente, o assunto faz parte do debate restrito a técnicos dos poderes.

A defesa do teto único estaria no fim de indexações diferentes dentro da estrutura estatal. Tribunal de Justiça, Ministério Público e Tribunal de Contas, por exemplo, já têm o salário atrelado a 95% do que ganha um ministro do Supremo Tribunal Federal no topo das carreiras: desembargador e procurador de Justiça – juízes e promotores percebem um percentual menor, em torno de 85% de um ministro do STF. A equiparação entre os poderes da União, aprovada pelo Congresso Nacional, fez com que a referência passasse a valer, para o presidente da República, deputados federais e senadores.

A Constituição Federal permite que os estados estabeleçam um teto para a remuneração das carreiras. Não há, em regra, um impedimento legal, mas haverá forte repercussão como ocorreu quando do salto dos vencimentos de parlamentares e do Executivo em Brasília.

Em Santa Catarina, o teto único significa aplacar situações como as de delegado de polícia e oficiais da Polícia Militar e Bombeiro Militar, além de categorias como a de procurador do Estado, que têm parte dos vencimentos retidos porque ninguém pode perceber mais do que o governador.

 

Tem mais

Há uma luta de delegados de polícia e oficiais militares para que suas funções façam parte da chamada carreira jurídica.

O apelo nada mais é do que uma forma de consolidar vantagens salariais na aposentadoria. O teto único seria uma solução para parte das reclamações dos servidores.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Policiais paralisam atividades até às 12h

 

Policiais paralisam atividades até as 12h

A Polícia Civil faz hoje uma paralisação, até o meio-dia, com o objetivo de pressionar o governo para atender as reivindicações por melhores salários. A recomendação das entidades que representam a categoria é que o atendimento às ocorrências de crimes hediondos continue sendo priorizado. Hoje, às 8h30min, em frente à Central de Polícia, no Centro da Capital, haverá uma manifestação.O Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol) e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública (Sintrasp) rejeitaram o acordo proposto pelo governo do Estado.


__________________________________________________________________________ Veículo: Diário do Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Explosões a caixas eletrônicos

 

Bandidos explodem mais um caixa eletrônico em SC

Alvo desta vez foi a agência do Via Credi de Massaranduba, no Norte do Estado, ontem de madrugada

Ladrões de caixas eletrônicos explodiram mais uma agência bancária em Santa Catarina. Foi na madrugada de ontem em Massaranduba, cidade de 14,6 mil habitantes no Norte do Estado, que registrou o segundo ataque deste tipo este ano. Os bandidos destruíram um autoatendimento da agência Via Credi. Ninguém foi preso.

A quantia roubada não foi informada. Em agosto, um equipamento em frente à prefeitura havia sido detonado pelo bandidos e o dinheiro, roubado. A ação teria sido executada por cinco bandidos. Com a força da explosão, parte da vidraça da agência quebrou. Tudo indica que seja a mesma quadrilha que vem agindo no Estado com dinamites.

Conforme a Polícia Militar, quatro criminosos invadiram a agência para colocar os explosivos. Outro ficou no lado de fora, armado, vigiando a rua. Depois da explosão, o bando pegou o dinheiro e fugiu num Mégane escuro em direção à SC-413. Policiais de Guaramirim e Jaraguá do Sul foram acionados e fizeram rondas pela cidade, mas não acharam os ladrões.

Ao vistoriar a agência, os policiais verificaram que a porta da frente do estabelecimento havia sido arrombada. Foi encontrada parte de uma dinamite no caixa que estava ao lado do equipamento destruído.

A PM acredita que os criminosos planejavam destruir os dois equipamentos. No local, foram encontrados uma faca, um pé-de-cabra e uma cédula de R$ 50, outra de R$ 20 e quatro de R$ 10. Todas estavam manchadas de tinta – um dispositivo de prevenção acionado quando há arrombamentos, para evitar que o dinheiro seja usado no comércio.

De manhã, durante a vistoria de policiais civis de Guaramirim, que atende a região de Massaranduba, foi encontrado outro explosivo dentro de um caixa eletrônico.

O delegado Daniel Dias disse que o material será investigado, mas, como não está intacto, não tem como saber a origem nem o lote.

– Vamos analisar algumas imagens do circuito interno para tentar identificar os autores e ver se este caso tem relação com outros – comentou.

Este foi o 16o arrombamento de caixa eletrônico com o uso de explosivos desde agosto em SC. Uma força-tarefa da Secretaria da Segurança Pública investiga os casos e suspeita que seja mais de uma quadrilha. Os últimos ataques foram no mês passado em Itapema e Tijucas.

 

Insegurança assusta os moradores

Em frente à agência assaltada em Massaranduba, os moradores disseram que a insegurança tomou conta da cidade. Uma vizinha da agência, que não quis se identificar, contou que o marido levantou porque foi acordado pelo alarme do banco.

 

– Nem dois minutos depois escutamos um estouro. A casa chegou a tremer. Vimos os bandidos fugirem num carro escuro. Aqui está bem complicado. A cidade não é mais como antes – lamentou.

O prefeito Mario Fernando Reinke afirma que o município investiu R$ 36 mil no convênio com o governo do Estado para a instalação de câmeras de segurança.

– Esse convênio foi feito há três meses e ainda não tivemos uma posição. Espero que, com esse caso, as câmeras sejam instaladas rapidamente – disse o prefeito.

A previsão da Secretaria de Segurança é que até janeiro sejam instalados os cinco equipamentos de monitoramento na cidade. A central ficará sob a responsabilidade do 14o Batalhão da PM de Jaraguá do Sul.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Caso Suellen

 

Identificado o carro usado na execução

Polícia Civil também já sabe quem era o motorista que dirigia na hora do crime

O delegado Ênio Mattos confirmou ontem à noite que a Delegacia de Homicídios já identificou o carro utilizado na execução de Suelen Sabino Alves, 21 anos, na Avenida Beira-Mar Norte, na semana passada, e também o motorista que conduzia o veículo na hora do crime. O delegado não deu mais detalhes da investigação.

Suelen era filha do traficante Paulo Cesar Alves, o Cesinha, assassinado em 2009. Ela morreu atingida por tiros vindos de um carro preto que emparelhou com o Citröen Air Cross que ela dirigia. A mãe e uma tia, que também estavam no veículo, foram alvejadas, mas sobreviveram.

À tarde, a Polícia Militar (PM) apreendeu crack e cocaína na casa onde ela morava. Na ação, sem a presença da Polícia Civil, dois homens foram presos, e um adolescente de 17 anos, apreendido. Os PMs afirmam ter achado anotações com nomes de supostos traficantes.

A operação, na Rua Capitão Osmar Romão da Silva, no Bairro Pantanal, ocorreu no final da tarde de terça-feira e não teve a participação dos policiais civis da Delegacia de Homicídios que investigam o assassinato da garota. PMs do Serviço de Inteligência e do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT) agiram após denúncias e monitoramento do local. Os dois jovens, que não tiveram os nomes divulgados pela polícia, foram autuados em flagrante.

Segundo o tenente-coronel Carlos Alberto Araújo Gomes, comandante do 4o BPM, no local foram apreendidas 20 pedras de crack, sete papelotes de cocaína, três telefones celulares, chips e um caderno com anotações do comércio de drogas.

O tenente Rafael Vicente disse que a ação ocorreu após a PM receber informações que, mesmo depois da morte de Suelen, o local continuou sendo ponto de tráfico. Os clientes, ressaltou o tenente, seriam principalmente jovens de classe média alta em busca de cocaína, crack e maconha.

– A base era a casa de Suelen e mesmo com a sua morte a venda continuou com os menores em frente do local e dois adultos que faziam a segurança – disse o tenente.

O PM informou que a droga estava numa caixa d’água, na casa em que Suelen morava com a família. O DC não teve acesso aos presos nem aos seus advogados.

Os investigadores estranharam a ação da PM sem atuação conjunta. Os militares garantem que as anotações apreendidas podem ajudar os civis na solução da morte de Suelen.

Os agentes acreditam que a morte será esclarecida nos próximos dias. A principal linha de apuração é a de que a garota foi morta por traficantes. A facção rival também pretenderia assumir o controle dos pontos de venda de drogas do Pantanal.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crimes e ocorrências

 

Suspeito de matar mulher a facadas é preso

Apontado como o principal suspeito pela morte da ex-companheira Simone Ribeiro, 33 anos, o ex-vereador de Major Vieira Adilson Krauss, 35 anos, foi preso na última terça-feira na cidade, no Planalto Norte.

Ele era procurado desde o dia 2, quando se apresentou à Polícia Civil após ser intimado pela investigação do assassinato de Simone, morta a facadas em 29 de novembro. Adilson ficou calado e foi liberado, mas um mandado de prisão foi expedido contra ele no mesmo dia.

Quando policiais o procuraram em seu sítio, o ex-vereador já havia desaparecido. Na terça-feira, Adilson foi localizado e levado à Unidade Prisional Avançada (UPA) de Canoinhas.

A polícia suspeita que ele tenha matado Simone com golpes de faca, depois de tentar matar o atual namorado dela a tiros. O homem escapou.

 

Quadrilha que agia no Sul é detida

Ainda era cedo, pouco depois das 6h, quando uma força-tarefa da Polícia Civil começou a prender, de forma preventiva, nove integrantes de uma quadrilha de traficantes responsável por homicídios e que amedrontava várias comunidades de Araranguá e Sombrio, no Sul do Estado. Entre os suspeitos estavam uma mulher e três adolescentes.

A atuação dos traficantes começou a ser monitorada de forma mais cuidadosa pela Polícia Civil de Sombrio a partir do assassinato de uma garota de programa de 38 anos.

O corpo da mulher foi encontrado em julho, perto de uma lagoa de Balneário Gaivota, também no Sul. Segundo a polícia, ela foi morta por ter denunciado algumas ações dos cúmplices da quadrilha.

– Dias depois, outra prostituta foi morta em circunstâncias semelhantes na região, mas ainda não conseguimos atribuir esse crime à quadrilha investigada – disse o delegado André Mendes da Silva.

Com o apoio da Polícia Civil de Araranguá, a força-tarefa também apreendeu veículos adquiridos pelos traficantes. A maioria estava em nome da irmã de dois foragidos que seriam os chefes do grupo. Presa em casa, ela alegou inocência, mas não conseguiu explicar como fazia para pagar um financiamento de quase R$ 900, além de manter outros bens, com um salário de R$ 500.

A polícia ainda acredita que pelo menos dois outros homicídios ocorridos nos últimos meses entre Araranguá e Sombrio teriam sido cometidos pelos adultos presos ontem.

Também há a suspeita de que um dos adolescentes apreendidos foi quem teria avisado os traficantes, em junho, sobre uma viatura do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT), atingida por tiros durante uma ronda.

Segundo a polícia, moradores de várias comunidades de Araranguá eram intimidados pelos traficantes, que chegaram a espancar integrantes do próprio grupo na rua, como forma de demonstrar força e autoridade.

O próximo passo é localizar os chefes, que vendem drogas para caminhoneiros que rodam na BR-101. Nas investigações, foi observado o comércio de drogas no acostamento e perto de postos de combustíveis.

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Segurança

Assunto: Delegacias fechadas

 

 

Delegacias fecham a partir da zero hora desta quinta e só voltam a funcionar ao meio dia

Policiais não aceitam proposta oferecida pelo governo de incorporação do abono em quatro anos

Paralisação durante a madrugada foi escolhida para não prejudicar população

Da 0h até as 12h desta quinta-feira (8), quem procurar as Delegacias de Polícia em todo o Estado será orientado a fazer o procedimento pela internet. O motivo é a mobilização dos policiais civis por aumento salarial. A categoria é contra a proposta do governo que prevê a incorporação de abonos ao longo dos próximos quatro anos. Os atendimentos a crimes graves serão mantidos.

Depois de várias tentativas de negociações com o governo, as três principais entidades ligadas a Polícia Civil, Adepol (Associação dos Delegados de Polícia), Sinpol (Sindicato dos Policiais Civis) e Sintrasp (Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública) decidiram pela paralisação. “Tentamos negociar com o governo e não foi possível. A proposta que eles querem aprovar não vai beneficiar a categoria”, declarou o delegado Carlos Diego, vice-presidente da Adepol.

As entidades alertam que o salário dos policiais civis de Santa Catarina está entre os quatro piores do Brasil.

 

 

 

BLOGS

 

Moacir Pereira

 

Coronel Marcineiro na assembleia dos oficiais

Oficiais da Policia Militar estão reunidos neste momento em assembleia estadual no Clube Barriga Verde. Examinam o projeto do governo que está na Assembleia Legislativa e a nova proposta de “promoção premiada” ou “requerida”.

O comandante da PM, coronel Nazareno Marcineiro, esta presente e faz uma avaliação da conjuntura aos oficiais. Mensagens de pacificação.

 

 

 

Blumenau não vai aderir à municipalização da educação

07 de dezembro de 2011

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Nota distribuida pela Câmara Municipal de Blumenau informa que a cidade não vai aderir à proposta do governo Colombo de municipalizar o ensino. Veja detalhes: “Durante a audiência pública sobre a municipalização do ensino fundamental e mudanças no ensino médio estadual, o secretário municipal de educação, Osmar Matiola, afirmou que Blumenau não fará adesão ao processo para o ano letivo de 2012. “Isto não quer dizer que futuramente não faremos. Respeito a decisão de cada município, mas, por enquanto, não aderimos ao processo”. Matiola afirmou que, segundo o último IDEB, a rede municipal de ensino galgou índices melhores do que as estaduais na cidade. “Em 2005, a estadual estava à frente da municipal. Temos recebido o prêmio de cidade com maior qualidade de vida no estado, graças a qualidade da educação. Todas as crianças estão sendo alfabetizadas até o término do segundo ano. São grandes conquistas”.

A autora do requerimento solicitando a audiência pública, vereadora Helenice Luchetta (PSDB), assinalou diversas dúvidas a respeito da mudança. “Estas envolvem pessoas. Então, é preciso conhecer o processo para que possamos construir uma proposta viável. Não podemos aceitar que as coisas venham de cima para baixo”, apontou. Outra preocupação demonstrada foi sobre a determinação das matriculas para ensino médio, sendo que alunos até 14 anos só poderão se matricular em período diurno. “Que estrutura temos para atender estas novas demandas?”, questionou. Na oportunidade, o vereador Jovino Cardoso Neto (DEM) também disse ser de fundamental importância a valorização deste movimento. “A questão da educação sempre será prioridade em nosso município”, avaliou.

Ao contrário de Blumenau, alguns municípios estavam ansiosos para municipalizar o ensino fundamental. “O prefeito de Pomerode, cada vez que ele me vê, há três anos, me pergunta: quando vamos municipalizar? Isto porque a proposta do governo do estado é muito melhor do que a anterior. Ela diz que quem vai fazer adesão à proposta é a prefeitura. Não é uma obrigação”, explicou a professora Simone Malheiros, gerente regional de educação. Quanto à situação da Escola Elza Pacheco, Simone afirmou que a gerência está buscando o melhor entendimento possível. “No dia 25 de novembro chegou a primeira proposta do estado. Já tivemos duas conversas. Estamos buscando a sede própria num planejamento. Não gosto de dar datas porque, muitas vezes, elas independem da gerência de educação”.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina utilizou a tribuna para se posicionar contrário a municipalização do ensino médio pelo governo do estado. O representante do Sinte, Sandro Luiz Cifuentes, disse que esta atitude “é uma política de ‘prefeiturização’, pois o estado deseja transferir as escolas estaduais para rede municipal”. Cifuentes apontou não ser contrário a rede municipal, mas explicou que esta medida política já foi tomada anteriormente, inclusive em outros setores, e os serviços tornaram-se sucateados. Ele informou existirem diversos aspectos a serem melhorados. “No Brasil deve-se ampliar as matriculas de 10 a 17 anos e esta política o governo estadual deve pensar em fazer e não municipalizar o ensino médio”. Ainda citou que as turmas estão diminuindo e que não se criou até hoje uma política de matrícula de ensino médio real e verdadeira. Também comentou que neste projeto de municipalização não há garantia de salário e das gratificações dos professores. “Por isto temos este receio”, avaliou.

A coordenadora do Sindicato Único dos Servidores Municipais, Sueli Adriano, também se mostrou contrária. Disse que “este está vindo de forma imposta, sem uma discussão com a comunidade”, conforme observou. Para a dirigente sindical, “muitas vezes o governo não quer ouvir o que os profissionais têm a dizer. Existe um abandono geral do governo do estado e da gerência regional. Na verdade, suas vidas estão em jogo, com a municipalização, um jogo sem regras, porque não existe cláusula no convênio que possa dar tranqüilidade aos profissionais”. Ela reafirmou que “grande parte dos profissionais do estado estão intranqüilos e sem para onde correr. Em muitos municípios, o estado não cumpre várias cláusulas do contrato”. Também acha que o município não tem que trazer para si os problemas do estado e Blumenau tem dado razão para o estado não mexer no que já funciona bem. “Além disso, o repasse do estado não vai representar aumento de receita, pelo contrário, as despesas irão aumentar”.

 

 

A incorporação dos abonos dos policiais

O gabinete do deputado Amauri Soares, presidente da Aprasc, atualizou no final da tarde as informações sobre o projeto de incorporação dos abonos, em tramitação na Assembleia. Diz: “Vai ficar para a última semana de trabalho legislativo a votação do projeto de lei complementar que incorpora os abonos da segurança pública. De acordo com o PLC nº 48, do Executivo, o abono vai ser incorporado ao vencimento (soldo) em parcelas que começam em março de 2012 e terminam em março de 2014. Para o deputado Sargento Amauri Soares, presidente da Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc), o prazo é muito estendido, mas o governo não cedeu às negociações de se reduzir as parcelas para no máximo um ano.

Em nota conjunta, as diretorias das entidades que representam os praças e os oficiais militares catarinenses – Aprasc, Associação de Oficiais Militares de Santa Catarina (Acors) e a Associação Barriga Verde dos Oficiais Militares Estaduais (ABVO) – manifestaram publicamente que não ficaram totalmente satisfeitas com a proposta apresentada pelo governo de incorporação do abono.

Sargento Soares avalia, no entanto, que a medida é positiva na medida em que contempla uma bandeira da Aprasc – incorporação dos abonos – desde que o ex-governador Luiz Henrique da Silveira começou a aplicar esse tipo de política salarial em 2003. A incorporação vai significar aumento real para servidores ativos e inativos.

Os praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros vão ter R$ 940 incorporados ao soldo – da mesma forma que os agentes da Polícia Civil. Enquanto delegados e oficiais vão incorporar R$ 2.400 de abono.

O projeto vai tramitar nas comissões de Constituição e Justiça, de Finanças e Tributação e de Trabalho, de Administração e de Serviço Público.”

 

 

Paulo Alceu

 

É justo?

Para início de conversa fica claro que não se trata de ilegalidade. Transformou-se, inclusive, em uma tradição emoldurada por uma grande expectativa. Há sempre no final do ano a curiosidade entre os servidores em relação ao abono natalino concedido pelos Poderes. Desta vez deve chegar até R$ 4 mil. Todos são brindados com benefícios extras engordando o contracheque. Funciona assim em muitas empresas privadas que remuneram seus funcionários com 14º e até 15º salários com base na lucratividade e meritocracia. A distribuição de lucros é bem-vinda, mas no serviço público significa a distribuição de dinheiro público. O governo entra ano, sai ano, sempre reclamando da falta de verbas para honrar certos compromissos com a sociedade, e também honrar compromissos salariais com seus servidores. Muitas vezes enfrentando greves e pressões.

 

 

É Justo 2

Há mais verbas destinadas aos Poderes do que para investimentos. Era o que reclamava o ex-secretário da Fazenda, Ubiratan Resende, sobre os repasses. De repente os Poderes, entre eles, Justiça, Assembleia, Tribunal de Contas, Ministério Público, que recebem do governo todo o mês, no final do ano possuem recursos suficientes para uma distribuição de parte do que sobrou no caixa. Com méritos, de repente, pela competente gestão. Mas do outro lado promessas visando suprir a falta de dinheiro necessária para habitação, segurança, saúde, educação , ou seja, quem arrecada e carrega a maioria dos compromissos com a população fica assistindo uma distribuição que daí passa a ser contestada, porque não se trata de lucro, até porque há compromissos sociais a cumprir com recursos públicos. Mas é a regra atual…que certamente não agrada aos servidores do Executivo

 

 

Resolvido

Demorou, mas por unanimidade foi aprovado na Assembleia ontem o projeto de anistia aos policiais e bombeiros militares punidos, no governo Luiz Henrique, por participação em movimentos salariais em 2008. O deputado Sargento Amauri considerou um dia histórico e para ele o projeto mais importante do ano. Em plenário foram muitos os agradecimentos e uma retrospectiva de tudo que aconteceu nesses três anos onde foi destacado também o movimento das esposas dos militares conhecido como “Mulheres que Lutam”. Foram 18 policiais excluídos, sendo que cinco retornaram aos quartéis por decisão judicial. Agora todos poderão voltar. Mas não ficou só na exclusão. Foram abertos processos disciplinares com centenas de punições. No governo Leonel Pavan esses processos foram suspensos. O governador Colombo embora sensível a ideia enfrentou resistências que pouco a pouco foram quebras também por uma aproximação entre a Aprasc e a entidade ligada aos oficiais da PM. Deu certo.