Área do associado

Área do associado

Clipping do dia 07 de fevereiro

7.2.2011
 
CLIPPING
07 Fev 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Suplentes esperam decisão do STF sobre vagas
 
VAGAS EM DISPUTA
Suplentes esperam por decisão do STF
Supremo ainda discute se as cadeiras são da coligação ou do partido
Um novo entendimento que vem se formando no Supremo Tribunal Federal (STF) está causando apreensão entre os suplentes que devem assumir as vagas deixadas por deputados que se licenciarão para ocupar cargos no governo estadual. Até agora, já foram concedidas três liminares determinando que, na licença do titular, a vaga pertence ao partido e não à coligação.
No caso mais recente, a ministra Cármen Lúcia concedeu liminar para que Humberto Souto (PPS-MG) e Carlos Victor (PSB-RJ) assumam as vagas deixadas por Alexandre Silveira (PPS-MG) e Alexandre Cardoso (PSB-RJ), nomeados secretários nos seus estados. Inicialmente, as cadeiras foram preenchidas por Jairo Ataíde (DEM-MG) e Carlos Alberto Lopes (PMN-RJ).
A decisão vai na mesma linha de raciocínio do ministro Gilmar Mendes que, em dezembro, deu liminar favorável ao diretório nacional do PMDB, que entrou com mandado de segurança pedindo para que a vaga surgida com a renúncia do deputado federal Natan Donadon (PMDB-RO) fosse ocupada pela primeira suplente do partido. Por enquanto, todas as decisões são liminares, provisórias, e válidas somente para o autor da ação. Mas mostram que, pelo menos, parte da mais alta corte do país entende que ‘os efeitos da coligação terminam com o fim das eleições’.
Ao examinar o mérito da ação, os ministros do Supremo podem estabelecer um novo entendimento para a questão, criando uma jurisprudência. Se isso ocorresse, alteraria, por exemplo, os sete suplentes catarinenses que terão direito a assumir vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa (confira quadro ao lado). A conta pode aumentar se for efetivada a indicação do deputado estadual Renato Hinnig (PMDB) para a Secretaria Regional da Grande Florianópolis.
A saída de Marco Tebaldi (PSDB) da Câmara Federal já resultou na posse de Valdir Colatto (PMDB), sendo que as licenças de Paulo Bornhausen (DEM) e João Rodrigues (DEM) beneficiarão Carmen Zanotto (PPS) e Gean Loureiro (PMDB). Mas se for válido o critério por partido, os suplentes seriam Gervásio Silva (PSDB),
Romanna Remor (DEM) e Jovino Cardoso Neto (DEM). Silva já entrou com ação pedindo a vaga de Tebaldi e o diretório estadual do DEM também pretende lutar pelas outras duas vagas.
Na Assembleia, com a ida de Ada de Luca (PMDB), Cesar Souza Junior (DEM), Serafim Venzon (PSDB) e Valdir Cobalchini (PMDB) para o governo, ganharão uma cadeira Maurício Eskudlark (PSDB), Mauro de Nadal (PMDB), Dirce Heiderscheidt (PMDB) e Edison Andrino (PMDB).
Com a mudança da regra, ao invés de Andrino, entraria Ciro Rosa (DEM). Mas se Hinnig for confirmado secretário, nada muda, pois ou Andrino ou Rosa herdariam a vaga.
 
 
Sem datas para as posses
Os deputados Ada de Luca (PMDB), Valdir Cobalchini (PMDB) e Serafim Venzon (PSDB) não têm uma data oficial para encaminhar ao presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merisio (DEM), seus pedidos de licença dos cargos. Por isso, os suplentes ainda terão que esperar.
Cobalchini, secretário da Infraestrutura, e Venzon, da Assistência Social, só vão retornar aos cargos no Executivo e pedir licença do mandato de deputado quando as nomeações para as 14 comissões da Assembleia forem concluídas. Eles participam das negociações e querem garantir o espaço de cada partido. Só que não há consenso entre as siglas.
O peemedebista, por exemplo, quer trabalhar para garantir as quatro comissões do partido. A expectativa é de concluir a relação dos presidentes das comissões amanhã. A bancada precisa definir os nomes dos presidentes para que os projetos, como a minirreforma do governo, possam ser votados.
Venzon acredita que esse processo esteja concluído amanhã. Ele confirmou uma reunião entre os três deputados e Merisio, hoje, para bater o martelo sobre a data da posse dos suplentes.
– Vou embora a hora que o presidente quiser. A ideia é fazer o pedido de licença conjunto na terça-feira – disse o tucano.
Ada de Luca só vai se licenciar quando a Secretaria de Justiça e Cidadania estiver desmembrada e com orçamento próprio. A mudança está no pacote que o governo Colombo vai mandar para a Assembleia e terá que passar pela análise das comissões e ser aprovada em plenário. O prazo mínimo é de 15 dias.
– Não tenho data definida para sair. Até porque um parlamentar não pode sair sem secretaria. Só vou poder ser secretária quando tiver dotação orçamentária e a estrutura montada – explica Ada.
________________________________________________________________________________________
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Luiz Henrique na base de apoio do governo Dilma
 
Luiz Henrique na base de Dilma
Declaração feita pelo senador Luiz Henrique, confirmada nos corredores do Congresso Nacional e que será publicada pela imprensa nacional esta semana, dá conta que o ex-governador está na base de apoio do governo Dilma Rousseff e não fará oposição ao Palácio do Planalto. Luiz Henrique sustenta com todas as letras que segue a orientação do PMDB pela agremiação integrar a administração petista.
O único senão fica por conta do alerta reiterado pelo senador, que condiciona uma manutenção situacionista a ações “que não venham incomodar Santa Catarina”. O posicionamento inclui o que diz respeito ao governo federal e a posições e movimentos no Estado por parte dos partidos que estão na base de Dilma com os peemedebistas, porém são opositores do governador Raimundo Colombo.
Luiz Henrique ainda não conversou com o vice-presidente da República, Michel Temer, presidente licenciado do PMDB, que enviou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), líder do partido no Senado, para uma sondagem no sentido de aproximá-lo com o catarinense. Da conversa surgiu uma mudança de posição de Luiz Henrique, que sinalizava por uma participação mais discreta na vida das comissões na casa, com alvo nas áreas da Educação ou Turismo ou Minas e Energia.
Após o encontro com Calheiros, o senador catarinense enviou solicitação ao líder peemedebista para solicitar a atuação em uma das mais influentes comissões, como na Constituição e Justiça ou Assuntos Econômicos ou Relações Exteriores. É a sinalização de uma mudança de rumo, com postura mais forte no início da legislatura. Como recordar é viver, nada mais natural do que assinalar que, durante os sete anos e meio que administrou o Estado, Luiz Henrique foi adversário do PT, do governo Lula, e, nas duas últimas eleições presidenciais, apoiou os tucanos Geraldo Alckmin e José Serra.
________________________________________________________________________________________
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Trânsito sem filas para o show do Ben Harper
 
BEN HARPER NA CAPITAL
Trânsito sem filas para show
Quem imagina um show internacional na Ilha deve pensar em longas filas e horas de trânsito lento. Mas não foi isso que aconteceu sábado e domingo nos shows de Ben Harper. Apesar de alguns registros de trânsito lento em algumas áreas, o tráfego surpreendeu até a polícia.
– A operação foi um sucesso. Mesmo com 4 mil veículos não tivemos problema nem dentro e nem fora do show. Na cidade os eventos costumam ser tranquilos e bem pacíficos – avalia o tenente-coronel Newton Ramlow, comandante responsável pela operação da PM no Campeche.
No sábado, a polícia não registrou ocorrência e, até o fechamento dessa edição, nenhum distúrbio havia sido registrado também no domingo.
________________________________________________________________________________________
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Cacau Menezes
Assunto: Espaço do Exército na Avenina Mauro Ramos, em Fpolis
 
Uma ou outra
O Exército precisa se decidir sobre o que pretende fazer com aquele espaço que foi incorporado ao seu patrimônio depois de 1964, localizado no início da Avenida Mauro Ramos, esquina com a Beira-Mar. Do jeito que está, maltratado, a grama crescendo entre as lajotas, o aspecto de abandono é incompatível com a renovação que a cidade está passando na área da Beira-Mar. A Praça Seixas Neto bem cuidada; a Celso Ramos, um brinco; a Esteves Júnior também tratada com respeito; a dos Namorados, nem tanto; mas a área do Exército, um estrago só.
________________________________________________________________________________________
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Editoriais
Assunto: Violência e estatísticas
 
Violência e estatísticas
Que a violência é crescente e preocupa não há o que contestar. A insegurança faz parte das conversas em qualquer roda social e, independentemente da classe social, todos têm uma história para contar sobre o assunto. Porém, quando os fatos isolados podem ser acompanhados de estatísticas, eles revelam que a situação é muito mais grave. De acordo com o levantamento feito pelos próprios jornais do Grupo RBS em Santa Catarina, a cada oito horas uma pessoa é assassinada no Estado. Nos últimos 35 dias, uma média de 2,9 homicídios foi registrada. Um número maior do que a média histórica catarinense, que era, até então, de 2,5 ao dia.
A concentração dos crimes se encontra no Litoral e, a maioria, relacionada com brigas e discussões banais. As mortes relacionadas com o tráfico de drogas estão em segundo lugar no ranking.
A facilidade com que alguém consegue uma arma de fogo, a falta de perspectivas econômicas e a impunidade são alguns dos fatores que explicam este crescente massacre. Prova de que as políticas públicas precisam ser eficazes não somente na repressão aos criminosos, mas no efetivo desenvolvimento social, capaz de proporcionar bem-estar com uma renda digna. Passam por isso uma educação de qualidade, geração de empregos, legislação mais severa e um envolvimento da sociedade na cobrança de seus direitos.
Tarefa árdua, complexa, de longo prazo, mas obrigatória. Caso contrário, cada vez mais pessoas terão as próprias histórias misturadas com as estatísticas de violência.
________________________________________________________________________________________
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
BRIGA EM CASA
Homem usa o facão para matar ex-genro
Borracheiro é golpeado no pescoço e churrasco familiar acaba em tragédia
Duas brigas terminaram em morte, no sábado, em Joinville. No Bairro Vila Nova, Hélio Luís Teles de Souza, 42 anos, matou o ex-genro Vanderlei da Silva, 26, com um golpe de facão no pescoço, em um churrasco. No Bairro Santo Antônio, o auxiliar de produção Sheldon Luiz da Silva, 19 anos, foi morto a pauladas e pedradas.
 
No primeiro caso, o borracheiro Vanderlei teria discutido com o ex-sogro já na chegada do churrasco em família, de acordo com a ex-mulher, que não quis se identificar. Mesmo separados, eles se encontravam por terem um filho de seis anos.
 
Por volta de 23h30min, Vanderlei e Hélio teriam começado a brigar. O rapaz tentou dar uma cadeirada em Hélio, que pegou um facão e acertou o ex-genro no pescoço. Os dois estariam embriagados, segundo a PM. Hélio tentou socorrer o rapaz, chamou a polícia e se entregou. Até a noite de ontem, ele permanecia detido na Central de Polícia Civil. O corpo continuava no IML, sem previsão de enterro. A ex-mulher disse ter medo de represálias de parentes da vítima.
No outro caso, Sheldon voltava de uma festa quando teria sido cercado por quatro homens na Avenida Santos Dumont e agredido com paus e pedras. Ele morreu no local. Sheldon era de Gaspar e morava há um ano com os pais em Joinville. O corpo foi enterrado, ontem, em Gaspar. Os suspeitos não foram localizados.
 
Rapaz morre esfaqueado em briga em Balneário
Em Balneário Camboriú, um rapaz de 25 anos – não identificado pela polícia – morreu esfaqueado em uma briga por causa do furto de um celular. O crime foi às 10h da manhã de sábado, na Rua 2.950, Centro da cidade. O agressor não foi localizado.
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Incêndio atinge a Cidade do Samba
 
 
Incêndio atinge a Cidade do Samba, na zona portuária do Rio
Barracões da Portela, Grande Rio e União da Ilha foram atingidos pelas chamas
Um incêndio de grandes proporções atinge desde às 7h15 da manhã desta segunda-feira (7) a Cidade do Samba, no bairro da Gamboa, na zona portuária do Rio de Janeiro. Cerca de 80 bombeiros dos quartéis Central, Catete, Caju e São Cristóvão estão no local para controlar o fogo. Quinze viaturas da corporação dão suporte à ação.
Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro barracões foram atingidos pelas chamas, entre eles os das escolas de samba Portela, Grande Rio e União da Ilha. Ainda não há informações sobre o que teria ocasionado o incidente.
De acordo com o presidente da Grande Rio, Hélio Ribeiro de Oliveira, o incêndio destruiu “absolutamente tudo” que havia no barracão da escola de samba de Duque de Caxias. Ele informou que mais de três mil fantasias e sete carros alegóricos, entre outros adereços, estavam no local.
O chefe do ateliê da Grande Rio, Robson Pantoja, informou que cerca de 10 pessoas estavam no quarto andar do barracão quando o incêndio teve início. Um dos presentes se desesperou e não conseguiu descer as escadas. Amedrontado com o fogo, o homem se jogou em cima de um carro alegórico. Como a alegoria era revestida de espuma, ele não ficou ferido.
Segundo o chefe de alegorias da União da Ilha, Bernard Basílio, o incêndio gerou um clima de pânico na Cidade do Samba. “Havia chegado ao barracão para trabalhar quando ouvi gritos alertando sobre o fogo. Não deu tempo de pensar em nada, só correr”, relatou.
 
Confusão
O presidente da Portela, Nilo Figueiredo, chegou à Cidade do Samba por volta das 10h, acompanhado de diretores e seguranças, mas foi barrado por policiais militares e bombeiros. A atitude deu início a um tumulto e discussão. Durante a confusão, um dos seguranças do presidente da Portela tentou agredir um PM, que deu voz de prisão ao agressor.
O segurança foi encaminhado à delegacia de polícia da região, acompanhado por um diretor. Após a confusão, Nilo Figueiredo pôde entrar na Cidade do Samba.
 
Entorno
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, um homem, de 30 anos, proveniente do incêndio deu entrada no Hospital Municipal Souza Aguiar. A vítima, cuja identidade não foi revelada, teria inalado muita fumaça, mas está lúcida. O homem ficará no hospital em observação.
Devido ao incêndio na Cidade do Samba, as ruas do entorno estão interditadas ao tráfego e há dezenas de curiosos no local. A área foi interditada pelo Corpo de Bombeiros e, segundo a corporação, há risco de desabamento.
 
Transportes
 
Por conta do incidente, a Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio) bloqueou o acesso pelo Elevado da Perimetral, que fica ao lado da Cidade do Samba, para facilitar o trabalho dos Bombeiros. De acordo com a CET-Rio, por volta das 10h45, havia lentidão na região, por conta de motoristas que trafegavam com velocidade reduzida para observar o incêndio.
Embora ainda exista muita fumaça no local, as operações do aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio, não sofreram reflexos. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a fumaça gerada pelo incêndio não causa problemas no trajeto das aeronaves que chegam ou deixam o terminal.
 
Histórico
Inaugurada em 2005, a Cidade do Samba está situada em uma área de 92 mil metros quadrados, equivalente a dez campos de futebol. O espaço reúne os barracões das 12 agremiações do Grupo Especial do Carnaval carioca, onde são feitas todas as alegorias para os desfiles na Marquês de Sapucaí. No local também estão dois barracões da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa).
 
________________________________________________________________________________________
 
Veículo: Portal Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Justiça de SP condena sete pela morte de delegado em presídio
 
Justiça de SP condena sete pela morte de delegado em presídio
Delegado de Cadeia Pública de Jaboticabal, interior paulista, foi amarrado e incendiado durante rebelião em maio de 2006
 
Após quatro dias de julgamento na cidade de Jaboticabal, a 342 km de SP, sete integrantes de uma facção criminosa atuante na capital paulista foram condenados por terem matado o delegado Adelson Taroco, em maio de 2006, durante uma rebelião.
Segundo informações que constam na setença dada pela juíza Carmem Silva Alves, os presos iniciaram um motim por volta das 11h30 do dia 14 de maio de 2006, no interior do 1º Distrito Policial de Jaboticabal (cadeia pública), e incendiaram o local. O delegado foi amarrado em um colchão, que foi incendiado. Taroco ficou gravemente ferido e morreu no dia 2 de junho.
Para a Justiça, “o crime de homicídio teria sido praticado por meio cruel (uso de fogo), e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, pois o delegado não esperava ser atacado, e tentava dialogar com os presos. Quando já se preparava para sair do corredor, foi inesperadamente arrebatado pelos detentos para dentro do xadrez 08, saindo do local com lesões gravíssimas que o levaram à morte”.
Os presos Messias Silvano Lopes, Élcio Ferreira de Souza, Gaspar de Lima e Renato Oliveira Santos, como são reincidentes, foram condenados a 22 anos de prisão. Os outros acusados, Otávio Mariano Soares, Júlio César Venâncio e Joaquim Castelhano da Silva deverão cumprir 16 anos de reclusão.
Manoel da Silva e Osmar Aparecido de Almeida foram absolvidos da acusação de homicídio, mas a Justiça os condenou a quatro e três anos de prisão, respectivamente, pelo crime de danos ao patrimônio público e incêndio.