Área do associado

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Clipping do dia 05 de abril

5.4.2011
CLIPPING
05 Abril 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Semáforo apagado
 
APAGÃO
O semáforo entre as avenidas Josué di Bernardi e Irmãos Vieira, Bairro Campinas, em São José, está apagado há uma semana. No local, a regra que vale é a do salve-se quem puder. Nem um único agente da Guarda Municipal foi deslocado para dar uma atenção ao problema crônico na região.
Ao ver a informação no blog (www.diario.com.br/visor), ainda ontem à tarde, o vereador Afonso Silva (PSB), ligou para dizer que pediria uma solução. É aguardar…
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Uno abandonado na praia
 
Uno abandonado na praia
Um carro incendiado foi abandonado dentro do mar da Praia da Joaquina, um dos mais famosos cartões-postais de Florianópolis. De acordo com os frequentadores da praia, o Uno, totalmente destruído, está no local há cerca de duas semanas.
O carro teria atolado na areia e, enquanto o motorista foi buscar ajuda, vândalos teriam ateado fogo ao veículo. Outra possibilidade, apontada por moradores, é que seja um veículo roubado, que foi queimado e abandonado no local.
O curioso, neste caso, é que até a tarde de ontem, a Polícia Militar não tinha nenhuma informação sobre o caso. Nas delegacias da Lagoa da Conceição e do Campeche, que ficam próximas ao local onde o carro está, ninguém reclamou ou registrou boletim de ocorrência a respeito.
Este não é o único caso de veículo encontrado queimado em Florianópolis. No início da tarde de ontem, um Escort foi encontrado incendiado no loteamento Novo Campeche. Segundo informações da polícia, o veículo havia sido roubado durante a madrugada na Capital.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Temporais atingem Oeste e Vale
 
Temporais atingem Oeste e Vale
Dois municípios já decretaram situação de emergência. Em Blumenau, faltou energia elétrica em sete bairros da cidade
Uma semana depois de comprar o carro novo, a servidora pública Ana Maria da Silva programou para ontem à tarde a vistoria veicular para a transferência dos documentos. O perito analisava o carro no pátio da prefeitura de Blumenau, onde ela trabalha, quando os dois foram surpreendidos.
Um vendaval atingiu a área central da cidade, assustando a funcionária e o perito, que fugiram do vento e foram se abrigar numa área protegida.
– Segundos depois que saímos debaixo da árvore, ela caiu em cima do carro – resume Ana Maria.
Diante da cena, a servidora pública ficou perplexa, mas comemorou ter se livrado do pior:
– Foi meu anjo da guarda que me puxou para que saísse dali.
Além do Gol da servidora pública, um Honda Fit também foi atingido pela árvore que cedeu no pátio da prefeitura ontem à tarde. O susto foi só o começo do vendaval que passou por Blumenau ontem à tarde e destelhou casas, derrubou mais árvores e deixou milhares de pessoas sem luz.
Segundo as estações meteorológicas da RBS e Furb, os ventos atingiram entre 56 e 60 Km/h. O temporal durou, aproximadamente, 20 minutos, mas os efeitos dele foram sentidos até nove horas depois, com a falta de energia elétrica.
Com o abastecimento da Celesc comprometido, mais de 46 mil unidades consumidoras ficaram sem energia. As cidades mais prejudicadas foram Blumenau, com 32.950 unidades, Gaspar, com 9,5 mil, e Indaial, com 3,5 mil. O motivo da falta de energia foi a queda de galhos de árvores em cima da fiação elétrica, por causa do temporal acompanhado de fortes ventos que caiu por volta das 15h. Em Blumenau, os bairros mais afetados foram Itoupava Seca, Victor Konder, Ponta Aguda, Progresso, Vostardt, Centro e Distrito do Garcia. Segundo o engenheiro Cláudio Varella, a previsão do retorno de todas as unidades se estenderia até a madrugada de hoje.
A Defesa Civil atendeu a 120 ocorrências durante o temporal, a maioria envolvendo queda de árvores e destelhamentos. No Morro Dona Edith, no Bairro Velha Grande, 30 casas foram destelhadas. Outros 40 destelhamentos foram registrados nos bairros Velha, Vila Nova, Ribeirão Fresco, Vostardt e Distrito do Garcia. Na Rua 7 de Setembro, na cabeceira da ponte do Ribeirão Garcia, uma árvore caiu sobre o corredor de ônibus. Ruas próximas ao Terminal da Fonte também ficaram alagadas.
Para os próximos dias, segundo a meteorologia da Epagri/Ciram, o friozinho é que chega ao Estado e permanece boa parte da semana, especialmente no período noturno e início da manhã. A previsão de geada não está descartada.
 
Em três horas, chuva de um mês e meio
No Oeste, uma forte chuva na noite de domingo deixou os municípios de São Lourenço do Oeste e Novo Horizonte em situação de emergência. Segundo a Epagri, em três horas choveu 200 milímetros nos dois municípios, o equivalente à média de chuva de um mês e meio.
De acordo com o prefeito de São Lourenço do Oeste, Tomé Etges, cerca de 200 pessoas foram atingidas pelo temporal, nas comunidades de Novo Guaporé, São Roque, Farroupilha e Ouro Verde. A água dos rios Jaguatirica e Guaporé subiu cerca de seis metros, levando pontes, galpões, chiqueiros e animais.
A propriedade mais atingida foi de Ludovino Franchini, na Linha Guaporé. A força da água destruiu os mil metros quadrados de pocilgas, onde havia 1,3 mil suínos. Apenas 100 animais sobreviveram. O prejuízo é estimado em R$ 600 mil. A família está sem energia elétrica e sem água.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Diário do Leitor
Assunto: Helicóptero para Guarda Municipal
 
Guarda Municipal
A Guarda Municipal de Florianópolis adquirir um helicóptero igual ao da Polícia Militar para ajudar no controle do trânsito da Capital? Inaceitável. Desde a sua criação, em 2004, a filosofia de trabalho da GMF é ficar com caneta e bloco na mão, autuando o maior número de motoristas possível, e o que deveriam fazer seria ajudar a mobilidade urbana, puxando o trânsito e apito na boca. Não colou a justificativa da aquisição, que é balela.
Eduardo Melo
Florianópolis
 
Guarda Municipal
Ninguém entendeu o porquê do helicóptero da Guarda Municipal. É para os deslocamentos do prefeito, ora bolas. Que vá de ônibus, como todo cidadão. Só assim conhecerá a qualidade do serviço que prometeu desvendar já em sua primeira eleição e até hoje não o fez.
Rita de Cássia Gonçalves Vieira
Por e-mail
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Denúncias contra o médico
 
Mais duas vítimas fazem denúncias contra médico
Uma das testemunhas disse que tinha dores nas mãos, mas teve que deitar de lado, nua, na maca
O delegado da Polícia Civil Paulo Koerich abrirá, nos próximos dias, um novo inquérito com base em dois depoimentos feitos na última sexta-feira e mais dois que devem ocorrer nesta semana, para investigar as denúncias de atentado ao pudor contra o médico ortopedista Fernando César Buchen.
O documento pode compor um novo processo contra o profissional. São pelo menos oito vítimas que já se manifestaram à polícia e à Justiça: as duas que moveram o processo já existente desde 2008, a testemunha de 24 anos que procurou o Ministério Público na semana passada, as duas mulheres ouvidas na sexta-feira passada, duas que ficaram para esta semana e uma que falou ontem pelo Ministério Público. Segundo o delegado, três pacientes de Blumenau o procuraram, mas ele as encaminhou para a Delegacia de Proteção à Mulher, Criança e Adolescente.
Uma das mulheres ouvidas na sexta-feira disse ter sido vítima há dois anos, e a outra, ainda em 2011. Uma delas relatou ao delegado que foi ao médico por ter dores nas mãos, mas que o ortopedista solicitou que ela deitasse na maca nua e de lado, tendo sido tocada pelo corpo. No mesmo dia dos depoimentos, o advogado de Buchen, Luís Roberto Schmitt Júnior, entrou com um pedido de habeas- corpus no Tribunal de Justiça. O resultado deve sair em duas semanas. Até lá, o médico permanece detido.
O processo que envolve Buchen corria em segredo de Justiça, mas foi “liberado” pelo juiz responsável pelo caso, Sérgio Aragão.
– Fiz isso para permitir que outras pessoas que se sintam vítimas tenham acesso – explicou.
O médico foi preso na última sexta-feira no consultório onde trabalhava em Blumenau pelo crime de atentado violento ao pudor. Um dia depois, já dentro do Presídio Regional, na cela especial, ele feriu-se com facas. Em virtude disso, foi conduzido ao Hospital Santa Isabel, onde permanece internado. Ontem, o MP solicitou que seja feito um exame de corpo de delito em Buchen para verificar se é necessário a permanência dele no hospital para receber tratamento. O órgão também recomendou que pelo menos um familiar o acompanhe.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Foragido de SC é preso no RS
 
Foragido de SC preso no RS
Um homem procurado em SC por roubo, estupro e sequestro foi preso na manhã de ontem em Porto Alegre. Airton da Silva, 25 anos, foi trazido para SC e levado para o presídio de Araranguá, no Sul do Estado.
Airton é acusado de, durante dez meses, ter abusado sexualmente de uma menina de seis anos. Em janeiro, o caso foi descoberto, e a justiça catarinense determinou a prisão dele. A menina foi levada para um abrigo em Passo de Torres, no Sul de SC, onde viviam. No começo de fevereiro, Airton invadiu o abrigo, armado com uma pistola, e sequestrou a criança.
Depois, invadiu uma casa onde ele, a criança e uma mulher, sua comparsa, ficaram escondidos. Airton ainda obrigou o morador a levá-lo até Mampituba, também em SC, e lá, fez um taxista refém, obrigando-o a levá-los até Torres (RS). O taxista conseguiu escapar e Airton dirigiu o veículo até a cidade gaúcha, onde deixou as duas. Depois, retornou a SC para abandonar o carro, de novo em Passo de Torres.
No início de março, a comparsa de Airton foi presa em flagrante por sequestro. Naquele dia, a criança foi resgatada. Airton havia fugido para Porto Alegre. Conforme o delegado Ari Soto Riva, da Polícia Civil catarinense, naquele mesmo mês, o foragido foi localizado em um bairro da capital gaúcha. Preso, ele estava sendo conduzido por policiais numa viatura para SC.
Quando o grupo de aproximou do pedágio da Freeway, em Gravataí, Airton, algemado, pulou do veículo em movimento. Depois de 20 dias de buscas, ontem pela manhã, ele foi recapturado. Segundo o titular da Delegacia de Capturas do Deic, gaúcha delegado Eduardo de Oliveira Cesar, Airton foi preso em uma casa.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: MPF faz denúncia contra ex-prefeito de Calmon
 
MPF faz denúncia contra ex-prefeito
João Batista De Geroni, ex-prefeito de Calmon, no Meio-Oeste de SC, deve responder por improbidade administrativa também na Justiça Federal.
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação contra. A suspeita é de desvio de cerca de R$ 150 mil en verbas federais que seriam usadas em recuperação de estradas e implantação de bueiros. O dinheiro era de um convênio firmado com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e beneficiaria dois assentamentos. O MPF apurou que as obras de não foram realizadas, mas o dinheiro foi gasto.
Parte da verba, conforme a denúncia, teria sido repassada a empresas e até mesmo a particulares. O destino de outras transferências bancárias não foi descoberto. Em apenas uma das ações houve processo licitatório.
Em 2010, De Geroni foi preso por ter ameaçado de morte um homem que é parte em um processo contra sua mulher. Ele também é suspeito de desviar quase R$ 1 milhão dos cofres públicos e é investigado em mais de 10 processos. A reportagem tentou contato com os representantes legais do ex-prefeito, mas não conseguiu.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Agressão à idosa
 
Suspeito é parente da vítima
Um familiar próximo da vítima é o principal suspeito de ser o mandante da agressão e assalto a uma senhora de 76 anos em Jaraguá do Sul, na semana passada. Ele esteve na casa minutos antes do crime.
O delegado responsável pelo caso, Marco Marcucci, da Delegacia da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso, pediu a prisão preventiva do homem na última sexta-feira. Porém, o suspeito ainda não se entregou.
– Dei o prazo aos advogados até esta terça-feira para ele se entregar. Caso não aparecer, ele será um foragido da Justiça – afirma o delegado.
O suspeito de agredir a idosa, segundo depoimento de familiares, mora em Balneário Barra do Sul. Uma equipe da Polícia Civil foi até a casa do suspeito no sábado, mas não o encontrou no local.
A suspeita do delegado Marcucci é que ele esteja escondido em Curitiba, onde tem parentes.
Na tarde desta segunda, os advogados do suspeito compareceram à Delegacia da Mulher. Um deles, o advogado Márcio Roberto Mendonça, disse que vai se inteirar sobre o caso para se manifestar.
Internada no Hospital São José, em Jaraguá, Hermelinda Pinter ainda está muito abalada com o assalto, e está sendo atendida por psicólogos. No quarto, ela nunca está sozinha. Filhos, amigos e outros parentes serevezam para acompanhá-la.
Ela conta que suspeita de um familiar ser o mandante da agressão. Ele esteve na casa dela na terça e quinta-feira, dia em que o crime aconteceu.
– Eu pedi para ele fechar o cadeado quando saísse, mas ele não fez.
Minutos depois de o rapaz sair, o bandido chegou. Bateu à porta, encapuzado, e começou a agredi-la.
– Ele queria dinheiro, mas eu não tinha nada. Eu tinha R$ 4 mil escondidos num armário, que usaria para pagar uma cirurgia de catarata. Eles foram direto revirar o armário. Como sabiam que o dinheiro estava lá? – indagou a vítima.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Esporte
Assunto: Violência no clássico
 
Avaí na mira do tribunal
Clube pode ser denunciado por causa do uso de sinalizadores pela torcida
O Avaí pode ser punido pelo Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) pelas confusões registradas no clássico do último domingo, contra o Figueirense, na Ressacada. A partida ficou paralisada 14 minutos devido à fumaça que encobriu o estádio após o uso de sinalizadores.
Na véspera do jogo, a Polícia Militar proibiu a entrada do material. De forma inexplicada, alguns torcedores do Avaí conseguiram burlar o sistema de controle e fiscalização. Para piorar, um sinalizador foi arremessado no gramado e o árbitro Rodrigo DAlonso Ferreira relatou o fato na súmula do jogo, entregue, ontem, na Federação Catarinense de Futebol (FCF).
Conforme o procurador-geral do TJD, Giovane Mariot, a súmula e as imagens de vídeo são suficientes para abrir processo. Isso deve ocorrer até amanhã, quando termina o prazo para a procuradoria do TJD oferecer denúncia. Mariot antecipou que o Avaí deve ser enquadrado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva e está sujeito ao pagamento de multa de R$ 50 mil a R$ 500 mil, além de perda do mando de campo de um a três jogos. Independente da decisão, cabe recurso em instâncias superiores.
Como o Avaí identificou os responsáveis pelos sinalizadores, a tendência é que a pena, se aplicada, seja mais branda. O advogado do Leão, Sandro Barreto, disse que o clube só irá se manifestar publicamente quando a denúncia for feita pelo órgão.
Outro problema foi o apedrejamento de torcedores do Figueirense após o jogo. Um homem recebeu uma pedrada na cabeça, sofreu um corte e levou oito pontos. Crianças e mulheres também ficaram feridas.
Segundo a delegada Ester Coelho, do Programa Justiça Presente, um jovem de 17 anos, torcedor do Avaí, foi detido pelo ato e levado à 6ª DP da Capital para prestar depoimento.
As constantes confusões em clássicos fez o presidente do Avaí e da Associação de Clubes de SC, João Nilson Zunino, sugerir que os jogos sejam assistidos por uma única torcida. A proposta será discutida em breve com os outros clubes da elite.
 
 
BLOGS
 
Moacir Pereira
Tortura em discussão
Vice-Presidente da OAB/SC, Marcio Vicari e o coordenador do Comitê Catarinense de Combate a Tortura, Valdir Mendes, estiveram reunidos com autoridades do sistema prisional, Defensoria Pública Federal, Polícia Militar e advogados, com objetivo de relatar a preocupação de casos de tortura no Presídio de São Pedro de Alcântara, Centro Educacional São Lucas e PLIAT na grande Florianópolis.
Uma comissão foi formada para apresentar projetos de melhorias ao governador Raimundo Colombo, como a criação de novas unidades prisionais de pequeno porte tomando, por exemplo, a unidade prisional de Ituporanga e de instalação de varas criminais dentro das unidades.
No encontro ficou formada a Comissão que tem por finalidade a visita às unidades prisionais, bem como a confecção de Cartilhas Educacionais para agentes prisionais e ainda assim uma Audiência Pública na Assembléia Legislativa.
 
 
Paulo Alceu
 
Perigo nas ruas
Florianópolis a cada dia se torna mais ainda uma cidade do medo. E lamentavelmente vem crescendo a insegurança sem perspectivas de ações policiais preventivas mais eficientes. Muito pode ser feito para evitar que as atuações policiais se concentrem apenas nas conseqüências do crime. Definitivamente não há policiais nas ruas. São raros. No domingo à noite, na rua Esteves Junior, enfrentei uma situação que nos meus 15 anos de Rio de Janeiro passei por algo parecido. Ao deixar uma pizzaria junto com um casal amigo fui cercado por quatro ditos guardadores de carro sendo que um deles armado. Percebendo o perigo aceleramos o passo até o prédio conseguindo escapar, enquanto eles visivelmente drogados tentavam se aproximar. Soube que naquela região tornou-se comum à presença de consumidores de crack e de assaltos à mão armada. Havendo policiamento rapidamente iriam identificar aqueles marginais como suspeitos, mas sem segurança eles transitam livres e mais seguros do que qualquer cidadão trabalhador. Claro que o crescimento de uma cidade carrega junto algumas mazelas, mas Florianópolis não pode se permitir a construir o sentimento do medo e da insegurança. E é isso que está ocorrendo. Ontem o comando da Polícia Militar esteve com a presidência da Câmara de Vereadores buscando identificar ações em defesa do cidadão. Que saia do papel e do discurso.
 
Fato
A mirrreforma administrativa, visando adaptar o governo ao estilo Raimundo Colombo, fora a audiência com os secretários não se aprofundou em nenhum debate dando a entender que irá ser aprovada com algumas alterações, digamos, acordadas entre as partes.
 
 
Cláudio Prisco
 
Ofensiva
O deputado Mauricio Eskudlark, integrante da Comissão de Segurança da Assembleia, defende que o governo estadual crie um projeto piloto de integração com as polícias dos demais estados para coibir e investigar as ações do crime organizado no setor do transporte de cargas.
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
 
Veículo: Estadão
Editoria: Geral
Assunto: Mulher narra ao 190 execução feita pela PM paulista
 
Mulher presencia execução feita por PMs e faz denúncia ao 190 em tempo real
Policiais fizeram BO dizendo que vítima resistiu à prisão, por isso foi morta; testemunha está sob proteção policial
Uma ligação para o telefone 190 do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) em março deste ano mostra uma execução em tempo real. A testemunha permanece sob proteção policial. Ela ligou para a PM e descreveu o crime, que foi gravado.
“Olha, eu estou no Cemitério das Palmeiras, em Ferraz de Vasconcelos e a Polícia Militar acabou de entrar com uma viatura aqui dentro do cemitério, com uma pessoa dentro do carro, tirou essa pessoa do carro e deu um tiro. Eu estou aqui do lado da sepultura do meu pai.”
De onde presenciou o assassinato, a denunciante não conseguia ver a placa nem o prefixo da viatura policial. Enquanto falava com o Copom, ela teve sangue frio para esperar os policiais fecharem a viatura e passar em frente dela para que ela relatasse os dados ao Copom. “Espera só um pouquinho porque eles vão passar por mim agora. Espero que não me matem também. A placa é DJM 0451, o prefixo é 29.411, M 29.411.”
Em seguida, o policial autor da execução percebeu a presença da testemunha, parou a viatura e foi em direção a ela. Corajosa, a mulher se antecipou e foi falar com o policial. “Tem um PM vindo na nossa direção. Oi, desculpa, senhor, o senhor que estava naquela viatura? O senhor que acertou o disparo ali? Foi o senhor que tirou a pessoa de dentro? Estava próximo de onde estávamos. Eu estou falando com a Polícia Militar”.
Ainda durante a ligação, o policial fala à testemunha que estava socorrendo a vítima, conversa que também foi gravada. E tenta levar a testemunha para a delegacia. “Estava socorrendo? Meu senhor, olhe bem para a minha cara. Eu não vou (para a delegacia). Ele falou que estava socorrendo. É mentira. É mentira, senhor. É mentira. Eu não quero conversar com o senhor. E o senhor tem a consciência do que o senhor faz”.
Os policiais militares acusados de execução registram um boletim de ocorrência de roubo seguido de resistência e morte. Alegavam que o homem morto havia resistido à prisão. Mas a iniciativa da testemunha fez a versão dos policiais cair por terra. Dois PMs estão presos no Romão Gomes.
A Polícia Militar manteve o caso sob sigilo para preservar as testemunhas.
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Veículo: Agência Estado
Editoria: Brasil
Assunto: Mortes por balas perdidas no RJ
 
Estado do Rio teve 15 mortes por bala perdida no ano passado
Ao todo, 139 pessoas foram atingidas no Estado em 2010, o menor número desde 2007, diz ISP
O Instituto de Segurança Pública (ISP) informou nesta segunda-feira (4) que, no ano passado, 139 pessoas foram atingidas por balas perdidas no Estado do Rio de Janeiro. Quinze delas morreram.
Segundo o ISP, o número de vítimas foi o menor desde 2007. Naquele ano, foram 279 casos. Em 2008, 236 e, em 2009, 193. Entretanto, o número de mortes em 2010 foi maior do ano anterior, que teve oito vítimas fatais.
A área com maior incidência de vítimas de balas perdidas em 2010 foi a capital fluminense, com 97 vítimas, ou seja, 69,8% do total. A maior parte dos registros indicou que as pessoas atingidas eram do sexo masculino, e foram atingidas em via pública.
O ISP explicou que o termo “vítima de bala perdida” significa toda pessoa que não tinha nenhuma participação ou influência sobre o evento no qual houve disparo de arma de fogo, sendo, no entanto, atingida por projétil e podendo vir a morrer ou não.